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	<title>Arquivos instancia - Tá na Área</title>
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		<title>Polêmica em torno de prisão em segunda instância impõe teste a Congresso Nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivandro Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2020 12:33:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a Câmara dos Deputados já considerando a possibilidade de retomar as atividades presenciais no Congresso Nacional, parlamentares querem dar prioridade à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 199/2019, que regulamenta a prisão após condenação em segunda instância. O tema ganhou força no fim de 2019, depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a Câmara dos Deputados já considerando a possibilidade de retomar as atividades presenciais no Congresso Nacional, parlamentares querem dar prioridade à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 199/2019, que regulamenta a prisão após condenação em segunda instância.</p>
<p>O tema ganhou força no fim de 2019, depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir que é ilegal que um réu inicie o cumprimento da pena antes que todos os recursos sejam esgotados , mas ficou em segundo plano por conta da pandemia do novo coronavírus. Mesmo assim, deputados que apoiam a medida apostam no clamor popular da proposta para dar seguimento ao tema e aprovar a PEC no plenário da Câmara até setembro.</p>
<p class="texto">O texto é de autoria do deputado Alex Manente (Cidadania-SP) e propõe a transformação dos recursos extraordinário e especial, previstos na Constituição, em ações revisionais, possibilitando que as decisões proferidas pelas cortes de segunda instância transitem em julgado já com o esgotamento dos recursos ordinários.</p>
<p class="texto">Com esta alteração, ficaria permitida a execução imediata das sentenças estabelecidas pelas cortes regionais. Manente diz que um dos principais objetivos da proposta é devolver a carga de responsabilidade institucional às instâncias ordinárias, que, segundo ele, são as que promovem, efetivamente, a análise probatória de um julgamento.</p>
<p class="texto">Além disso, caso a PEC seja aprovada, o trabalho do STF e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) será limitado à análise de situações de efetiva gravidade, evitando a interposição automática dos recursos extraordinário e especial, o que, de acordo com Manente, “afoga” os tribunais em uma enxurrada de recursos diversos, fazendo com que muitos casos sequer sejam concluídos e as condenações acabem prescrevendo.</p>
<p class="texto">Por se tratar de uma PEC, a proposta depende do apoio de três quintos dos deputados (308), em dois turnos de votação, para ser aprovada na Câmara e seguir para o Senado, onde também precisa de três quintos dos votos favoráveis (49) em dois turnos. Se o texto for aprovado nas duas Casas sem alterações, é promulgado em forma de emenda constitucional em sessão do Congresso Nacional.</p>
<p class="texto">A proposta está parada na comissão especial criada para tratar o assunto. O relator do texto, deputado Fábio Trad (PSD-MS), garante que a sua análise da matéria já está pronta. O parlamentar afirma que o tema é consenso entre os membros do colegiado e que, portanto, deve ser aprovado sem grandes problemas. Assim que os encontros presenciais na Câmara forem permitidos pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a tendência é de que o parecer de Trad seja lido e votado já na primeira sessão da comissão.</p>
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<div id="cb-publicidade-retangulo-3" class="pub-ret" data-google-query-id="CJ6T76fSkOsCFd87swAdbd8AEQ"><em>Da Redação com Correio Braziliense</em></div>
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		<title>Moro defende prisão em segunda instância e diz que é preciso acabar com &#8216;morosidade&#8217; e &#8216;loteria processual&#8217; da justiça brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivandro Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2020 15:46:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_95351" aria-describedby="caption-attachment-95351" style="width: 560px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-95351" src="https://www.tanaarea.com.br/site/wp-content/uploads/2020/02/segunda_instancia1202209525.jpg" alt="" width="560" height="335" /><figcaption id="caption-attachment-95351" class="wp-caption-text">O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, participa de audiência pública da comissão especial que analisa a proposta de emenda à Constituição da prisão após julgamento em segunda instância, na Câmara dos Deputados. Foto: Marcelo Camargo</figcaption></figure>
<p>O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, voltou a defender, hoje (12), a execução da pena após decisão em segunda instância. Moro foi convidado a falar na comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=E7489FF38F1655F5AC0F2F166CF28526.proposicoesWebExterno2?codteor=1835285&amp;filename=PEC+199/2019" target="_blank" rel="noopener">Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 199/2019</a>, que estabelece o trânsito em julgado da ação penal após o julgamento em segunda instância, extinguindo os recursos aos tribunais superiores. O ministro afirmou que a “morosidade” da Justiça brasileira “acaba gerando um círculo vicioso”.</p>
<div id="entry-text-post" class="entry-content">
<p>“Na Justiça, tanto penal como cível, se joga com essa morosidade. Se o sistema ganha em eficiência, o mais provável é que essa morosidade deixe de ser tão relevante”, disse Moro ao acrescentar: “nós construímos um sistema que parece garantir bem os direitos, mas acaba sendo uma loteria processual.”</p>
<p>De acordo com o ministro, o sistema de Justiça no país é “pesado”, e defendeu a necessidade de abreviar o tempo processual. Segundo Moro, o atual sistema de recursos acaba por levar a uma demora na conclusão dos processos. Moro disse ainda não ver prejuízo para a previsão constitucional de presunção de inocência, no caso de aprovação da PEC.</p>
<p>“[É preciso] abreviar o tempo dos processos e, para tanto, é fundamental que o processo possa ser encerrado e já ser executada a decisão judicial a partir, pelo menos, do julgamento em segunda instância. Não acredito que há prejuízo à presunção de inocência”, afirmou. “Um dos erros foi a preocupação excessiva com o acesso à Justiça, na perspectiva de que chegar ao Judiciário seria suficiente para chegar a esses direitos. Não basta garantir às pessoas que demandem ao Judiciário, mas garantir um resultado efetivo”, acrescentou.</p>
<p>Questionado se a execução da pena após decisão em segunda instância não aumentaria o número de presos no país, Moro evitou falar sobre a questão. “Acho que vai diminuir a impunidade e gerar um resultado mais rápido para a Justiça, vai diminuir a desigualdade na aplicação da lei”, disse.</p>
<h2>Quórum</h2>
<p>Moro defendeu ainda a alteração no trecho da PEC que trata de quóruns mínimos para que as ações revisionais sejam admitidas no Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou Supremo Tribunal Federal (STF). A PEC altera artigos 102 e 105 da Constituição, transformando os recursos extraordinário e especial em ações revisionais.</p>
<p>“Sugeriria que fosse alterada a redação para estabelecer que não se exigiria esse quórum tão amplo para rejeitar a admissibilidade”, disse o ministro.</p>
<p>Segundo o texto em discussão, para as ações especiais, a cargo do STJ, a PEC estabelece que a ação terá sua admissibilidade recusada “por ausência de interesse geral, pelo voto unânime do órgão julgador, nos termos da legislação ordinária”.</p>
<p>Já para as ações revisionais extraordinárias, a cargo do STF, o texto determina que a ação deverá ter repercussão geral e que só terá sua admissibilidade recusada pelo voto de dois terços de seus membros.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Com informações da Agência Brasil</em></p>
<div class="nex-prev-links"></div>
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		<title>Jornais de circulação nacional defendem prisão em segunda instância e condenação de Lula pelo STF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivandro Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2018 13:00:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os três principais jornais de circulação nacional expressaram, em editoriais, a defesa da prisão em segunda instância e a manutenção da decisão tomada pelo TRF-4, de Porto Alegre, que confirmou a decisão do juiz Sérgio Moro condenando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no rumoroso caso do &#8220;Tríplex do Guarujá&#8221;. A Folha de São [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-15670 alignleft" src="http://tanaarea.com.br/site/wp-content/uploads/2018/04/download-1-1.jpg" alt="" width="341" height="148" />Os três principais jornais de circulação nacional expressaram, em editoriais, a defesa da prisão em segunda instância e a manutenção da decisão tomada pelo TRF-4, de Porto Alegre, que confirmou a decisão do juiz Sérgio Moro condenando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no rumoroso caso do &#8220;Tríplex do Guarujá&#8221;.</p>
<p>A Folha de São Paulo diz que “a despeito de mudanças da composição e de opiniões individuais no Supremo, os magistrados farão melhor em não rever uma decisão tão recente — e não somente por ser ela virtuosa. Importa, também, preservar a estabilidade jurídica e institucional do país. Tais observações independem do caso particular do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), condenado pelo TRF da 4ª Região e cujo pedido de habeas corpus deverá ser examinado nesta quarta-feira pelo tribunal.”</p>
<p>O Estadão, em editorial, defende a prisão de Lula e aponta: “matreiro como ele só, o demiurgo de Garanhuns parece intuir que a lei não serve para ele, pois sempre terá o Supremo para interpretá-la a seu favor – razão pela qual pode sair País afora a fazer comícios fora de época, a insultar juízes, promotores e a imprensa e a enxovalhar a imagem do Brasil no exterior sem que nada lhe aconteça. Quando disse confiar nas ‘instâncias superiores’, Lula tinha certeza de que ali, no Supremo, seu caso teria tratamento político – porque, do ponto de vista jurídico, não cabiam mais dúvidas sobre sua culpa. Infelizmente, o petista pode ter razão.</p>
<p>Já o jornal O Globo, defende que “se o julgamento beneficiar apenas Lula, ficará consagrado o retrocesso antirrepublicano de o sistema judiciário brasileiro, por meio da mais alta Corte, proteger os poderosos da política. Caso, além disso, vença o grupo na Corte que deseja, numa interpretação conveniente da Carta, permitir a volta de todos os possíveis recursos ao condenado em segundo grau, será o mais certeiro golpe na Lava Jato e em qualquer outra ação de Estado contra criminosos de colarinho branco.&#8221;</p>
<p>E crava: &#8220;como a lei ‘vale para todos’, também serão beneficiados criminosos comuns que já cumprem pena a partir da segunda instância: homicidas, assaltantes, pedófilos etc. O que foi alertado pelo juiz Sergio Moro em recente programa Roda Viva, da TV Cultura.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Na semana decisiva para Lula, quase 2 mil procuradores e juízes vão ao STF pedir manutenção de prisão em 2ª instância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivandro Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Apr 2018 02:13:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Membros do Ministério Público e da magistratura de todo o País vão entregar um super abaixo-assinado pela prisão em 2ª instância aos onze ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira, 2, na antevéspera do julgamento do habeas corpus preventivo do ex-presidente Lula, condenado a 12 anos e um mês no caso triplex. A informação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Membros do Ministério Público e da magistratura de todo o País vão entregar um super abaixo-assinado pela prisão em 2ª instância aos onze ministros do <strong>Supremo Tribunal Federal</strong> (STF), nesta segunda-feira, 2, na antevéspera do julgamento do habeas corpus preventivo do ex-presidente Lula, <strong>condenado a 12 anos e um mês no caso triplex</strong>. A informação é do colunista Fausto Macedo, do Estado de São Paulo.</p>
<div class="n--noticia__state">
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div class="n--noticia__content content">
<div id="attachment_103947" class="wp-caption alignnone">
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-103947" src="http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/wp-content/uploads/sites/41/2017/10/STF-SESS%C3%83O.jpg" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" srcset="http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/wp-content/uploads/sites/41/2017/10/STF-SESSÃO.jpg 2400w, http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/wp-content/uploads/sites/41/2017/10/STF-SESSÃO-255x170.jpg 255w, http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/wp-content/uploads/sites/41/2017/10/STF-SESSÃO-768x512.jpg 768w, http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/wp-content/uploads/sites/41/2017/10/STF-SESSÃO-525x350.jpg 525w" alt="" width="2400" height="1600" /></p>
<p class="wp-caption-text">Plenário do Supremo Tribunal Federal. FOTO: ANDRE DUSEK/ESTADÃO</p>
</div>
</div>
<p>Na quarta-feira, 4, <strong>os ministros analisam o mérito do pedido do petista</strong> para aguardar em liberdade os recursos contra a condenação na Operação Lava Jato.</p>
<p>Já subscreveram o manifesto o coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, no Paraná, procurador Deltan Dallagnol, as procuradoras da Lava Jato, em São Paulo, Thaméa Danelon e Anamara Osorio, a procuradora regional da República, Ana Paula Mantovani, o promotor de Justiça, em Brasília, Renato Varalda, além dos procuradores-gerais de Justiça de Goiás (Benedito Torres), do Alagoas (Alfredo Mendonça) e do Rio (Eduardo Gussem) e, ainda, o procurador do Ministério Público do Tribunal de Contas de União, Julio Cesar Marcelo de Oliveira.</p>
<p>“Nada justifica que o STF revise o que vem decidindo no sentido de que juridicamente adequado à Constituição da República o início do cumprimento da sanção penal a partir da decisão condenatória de 2ª instância. A mudança da jurisprudência, nesse caso, implicará a liberação de inúmeros condenados, seja por crimes de corrupção, seja por delitos violentos, tais como estupro, roubo, homicídio etc”, afirma o abaixo assinado.</p>
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		<item>
		<title>Moraes vota e turma do STF determina prisão após 2º instância</title>
		<link>https://www.tanaarea.com.br/politica/moraes-vota-e-turma-do-stf-determina-prisao-apos-2o-instancia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivandro Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Feb 2018 21:24:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[moraes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou nesta terça-feira (6), por 3 votos a 2, um recurso movido pelo deputado João Rodrigues (PSD-SC) contra a condenação dele por fraude e dispensa de licitação. Em seguida, a Turma determinou o cumprimento imediato da pena de 5 anos e 3 meses de prisão em regime [&#8230;]</p>
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<p>João Rodrigues foi condenado em 2009 pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre (RS). À época, ele era prefeito de Chapecó (SC) e por isso foi julgado diretamente na segunda instância da Justiça.</p>
<p>A acusação, no entanto, refere-se a fatos ocorridos em 1999, quando ele exerceu por 30 dias o cargo de prefeito interino de Pinhalzinho (SC) – entenda todo o caso mais abaixo.</p>
<p>Votaram pela condenação de João Rodrigues: Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso e Rosa Weber. Votou pela absolvição do deputado: Luiz Fux. Votou pela diminuição da pena: Marco Aurélio</p>
<p><strong>Prisão após segunda instância</strong><br />
Logo após a confirmação da condenação, os ministros também decidiram, por maioria de 3 votos a 2, determinar a prisão de João Rodrigues. Votaram para prendê-lo: Luiz Fux, Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes.</p>
<p>Os três consideraram que, após a condenação e o esgotamento de todos os recursos possíveis na segunda instância, é possível determinar o imediato cumprimento da pena. Fux e Barroso já haviam defendido essa tese em 2016, quando a maioria do STF permitiu a prisão após a segunda instância.</p>
<p>Foi a primeira vez, no entanto, que Alexandre de Moraes votou favoravelmente à prisão após segunda instância por considerar que, após o julgamento num Tribunal de Justiça estadual (TJ) ou Tribunal Regional Federal (TRF), já está configurada a culpa do condenado com fatos e provas.</p>
<p>“A possibilidade de cumprimento provisório [de pena, após a segunda instância] guarda juízo de consistência, porque são dois órgãos que realizam análise de mérito”, disse o ministro no julgamento de João Rodrigues.</p>
<p>Na sessão, os ministros Marco Aurélio Mello e Rosa Weber – que em 2016 votaram contra a prisão após segunda instância – evitaram se manifestar novamente sobre a questão, porque consideraram que, no caso de João Rodrigues, a execução da pena deveria ser discutida ainda num momento posterior do processo.</p>
<p>A defesa do deputado ainda tem outro recurso à espera de julgamento no STF em que alega que os crimes prescreveram, ou seja, não podem ser mais punido pela tempo já decorrido desde os fatos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Com informações do G1</em></p>
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