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	<title>Arquivos #tanaarea #operacao #pesdebarro #federal #pb - Tá na Área</title>
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	<description>Mais que notícia, informação!</description>
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		<title>Assessora de Wilson Santiago diz à Polícia Federal que poderá ser morta se falar sobre propinas: “Se eu entregar, morro”</title>
		<link>https://www.tanaarea.com.br/politica/assessora-de-wilson-santiago-diz-a-policia-federal-que-podera-ser-morta-se-falar-sobre-propinas-se-eu-entregar-morro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jan 2020 21:09:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea #operacao #pesdebarro #federal #pb]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evani Ramalho, secretária parlamentar do deputado afastado Wilson Santiago (PTB/PB), foi gravada pela Polícia Federal no âmbito da Operação Pés de Barro, que apura propina de R$ 1,2 milhão em obras da Adutora Capivara, no sertão paraibano. O áudio e as informações foram publicadas no blog de Fausto Macedo, no Estadão. A secretária parlamentar Evani Ramalho, lotada [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/politica/assessora-de-wilson-santiago-diz-a-policia-federal-que-podera-ser-morta-se-falar-sobre-propinas-se-eu-entregar-morro/">Assessora de Wilson Santiago diz à Polícia Federal que poderá ser morta se falar sobre propinas: “Se eu entregar, morro”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Evani Ramalho, secretária parlamentar do deputado afastado Wilson Santiago (PTB/PB), foi gravada pela Polícia Federal no âmbito da Operação Pés de Barro, que apura propina de R$ 1,2 milhão em obras da Adutora Capivara, no sertão paraibano. <a href="https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/se-eu-entregar-eu-morro-diz-gerente-da-propina-sobre-delacao-ouca/">O áudio e as informações foram publicadas no blog de Fausto Macedo, no Estadão.</a></p>
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<div class="mejs-inner">
<p>A secretária parlamentar Evani Ramalho, lotada no gabinete do deputado afastado Wilson Santiago (PTB/PB), foi gravada pela Polícia Federal em conversa com o empresário George Ramalho na qual diz temer pela sua vida. O áudio foi obtido pela Operação Pés de Barro, que apura o suposto pagamento de mais de R$ 1,2 milhão em propinas resultantes do superfaturamento de obras da Adutora Capivara, no sertão paraibano, e se fundamenta na colaboração de George, empresário responsável pelo repasse ilícito.</p>
<p>Evani é apontada como a ‘gerente de propinas’ do esquema supostamente montado por Santiago e João Bosco Nonato Fernandes, prefeito de Uiraúna que foi preso na Pés de Barro. De acordo com representação da Polícia Federal, ela possuía ‘autonomia na articulação dos pagamentos de propina’.</p>
<p>Evani dizia a George que eles deveriam ter ‘cuidado’ na ação, e conjectura que seria obrigada a delatar os políticos beneficiários da propina caso fosse pega pela polícia.</p>
<p>“Eu tenho muito cuidado com isso. Por quê? Porque esse povo, na (inaudível) que eu estou… Se me pega numa situação dessa e eu digo foi pra fulano e pra sicrano… Tu acha que, pra fazer o mal a mim.”</p>
<p>Ela se refere a Wilson Santiago – afastado do mandato em dezembro por ordem do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal – e a João Bosco Nonato Fernandes, filmado pela PF socando dinheiro de propina na cueca.</p>
<p>“Família de Bosco todinha. Eu morro de medo, não vou mentir”, confessa Evani.</p>
</div>
</div>
<p><strong><br />
CONFIRA A TRANSCRIÇÃO DA CONVERSA DE EVANI COM GEORGE:</strong><br />
[…]</p>
<p>EVANI: eu tenho muito cuidado com isso. Por quê? Porque esse povo, na (inaudível) que eu estou… Se me pega numa situação dessa e eu digo foi pra fulano e pra sicrano… Tu acha que, pra fazer o mal a mim. É o que tem que ter, uma pessoa de confiança. (inaudível) Coração vai na boca.</p>
<p>GEORGE: Eu sofro do coração todo dia.</p>
<p>EVANI: (barulho de carro)… Família de Bosco todinha. Eu morro de medo, não vou mentir… Tá viva não, se puder negócio comigo….Eu acredito pra ele mandar fazer alguma coisa comigo… Eu entregando ele?!</p>
<p>GEORGE: se pegar ele vai dormir na cadeia.</p>
<p>EVANI: Se eu entregar eu morro.</p>
<p>GEORGE: não tem como você não entregar.</p>
<p>EVANI: Por isso que eu tenho medo.</p>
<p>[…]<br />
<strong>COM A PALAVRA, O ADVOGADO LUÍS HENRIQUE MACHADO</strong></p>
<p>Quando o ministro Celso de Mello, do Supremo, decretou o afastamento de Wilson Santiago da Câmara, o advogado dele, Luís Henrique Machado, declarou:</p>
<p>“O deputado Wilson Santiago recebe com respeito e acatamento a decisão do Ministro Celso de Mello. Está absolutamente tranquilo e demonstrará, em momento oportuno, a inexistência de qualquer relação com os fatos investigados.”</p>
<p><strong>COM A PALAVRA, O DEPUTADO WILSON SANTIAGO</strong></p>
<p>Quando o ministro Celso de Mello, do Supremo, decretou o seu afastamento da Câmara, Wilson Santiago declarou:<br />
“Na manhã de hoje fomos surpreendidos por Operação da Polícia Federal. A operação em questão foi baseada na delação do empresário George Ramalho, o qual foi preso em abril de 2019 na Operação Feudo. Segundo as informações preliminares, o delator iniciou no segundo semestre de 2019 a construção de um roteiro, que servisse como base para acordo que lhe favorecesse na operação que foi alvo de prisão. O delator busca a todo momento, construir relações que possam nos implicar de forma pessoal e criminalizar o trabalho parlamentar.</p>
<p>Fica evidente, que o delator usa um princípio jurídico que veio para ser um instrumento de promoção de justiça, como artifício para favorecimento pessoal e evitar condenação na Operação Feudo. Temos certeza que esse tipo ação criminosa será coibida. Não podemos aceitar que a ação política fique refém dessas práticas. Dessa forma, tomaremos as medidas cabíveis para que a verdade venha à tona, com o esclarecimento das questões objeto da investigação e nossos direitos sejam restabelecidos. Estamos a disposição da Justiça para colaborar em todo o processo.”</p>
<p><strong>Blog Fausto Macedo</strong></p>
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		<title>Polícia Federal prende prefeito e faz busca na casa de deputado Wilson Santiago</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Dec 2019 11:02:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea #operacao #pesdebarro #federal #pb]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Federal desencadeou operação na manhã deste sábado (21) para cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão determinados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O prefeito de Uiraúna, João Bosco Nonato Fernandes (PSDB), foi preso durante a ação. Houve cumprimento de mandados de busca e apreensão, também, em endereços do deputado federal Wilson [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal desencadeou operação na manhã deste sábado (21) para cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão determinados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O prefeito de Uiraúna, João Bosco Nonato Fernandes (PSDB), foi preso durante a ação. Houve cumprimento de mandados de busca e apreensão, também, em endereços do deputado federal Wilson Santiago (PTB).</p>
<p>Confira a nota da Polícia Federal</p>
<p><em>A Polícia Federal deflagrou, na manhã deste sábado (21/12/2019), a Operação PÉS DE BARRO, cujo objetivo é desarticular organização criminosa dedicada à realização de pagamentos ilícitos e superfaturamentos de obras no Sertão da Paraíba.</em></p>
<p><em>A operação contou com a participação de 80 Policiais Federais, sendo realizado o cumprimento de 13 mandados de busca e apreensão nas residências e locais de trabalho dos investigados, bem como 04 mandados prisão preventiva e 07 ordens de afastamento das funções públicas, nas cidades de João Pessoa/PB, Brasília/DF, Uiraúna/PB e São João do Rio do Peixe/PB.</em></p>
<p><em>As ordens de busca e apreensão, prisão preventiva e suspensão do exercício de funções públicas foram expedidas pelo Excelentíssimo Senhor Ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal – STF, tendo em vista a previsão constitucional de foro por prerrogativa de função de um dos investigados, o qual ocupa o cargo de Deputado Federal.</em></p>
<p><em>Os investigados deverão responder pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro, fraude licitatória e formação de organização criminosa, cujas penas, somadas, ultrapassam 20 anos de reclusão.</em></p>
<p><em>ENTENDA O CASO</em></p>
<p><em>As investigações apuram pagamentos de vantagens ilícitas (“propina”) decorrentes do superfaturamento das obras de construção da “Adutora Capivara”, a qual se trata de um sistema adutor que deve se estender do município de São José do Rio do Peixe/PB ao município de Uiraúna/PB, no Sertão da Paraíba.<br />
As obras contratadas, inicialmente, pelo montante de R$ 24.807.032,95 já teriam permitido, de acordo com as investigações, a distribuição de propinas no valor R$ 1.266.050,67.<br />
O inquérito policial federal teve por base uma proposta de colaboração premiada, apresentada pela Polícia Federal e acolhida pelo Exmo. Ministro Relator no STF.<br />
Foi ainda determinado pelo Poder Judiciário a indisponibilidade de bens imóveis em nome dos investigados.<br />
Tal medida tem por objetivo ressarcir os cofres públicos dos desvios apurados. </em></p>
<p><em>CRIMES INVESTIGADOS<br />
Os investigados deverão responder pelos crimes de peculato (art. 312 do Código Penal), lavagem de dinheiro (art. 1º da Lei 9.613/98), fraude licitatória (art. 90 da Lei 8.666/93) e formação de organização criminosa (art. 2º da Lei 12.850/2013).</em></p>
<p><em>NOME DA OPERAÇÃO<br />
O nome da operação é uma alusão a um termo bíblico que serve para identificar, na vida pública, os falsos valores políticos, ou seja, os líderes carentes de méritos intrínsecos.<br />
Nabucodonosor, antigo rei da Babilônia, teve um sonho interpretado pelo profeta Daniel no qual uma grande estátua de ouro, cobre e prata desmoronara por ter os pés de barro.<br />
O termo “pés de barro”, então, passou a designar as riquezas cuja base não se sustenta do ponto de vista moral. </em></p>
<p>ClickPb</p>
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