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	<title>Arquivos #tanaarea #inflacao #pib #desemprego #brasil - Tá na Área</title>
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	<description>Mais que notícia, informação!</description>
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		<title>Inflação, quase 0%; PIB, 0%; e desemprego, 12,5%</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jun 2019 17:37:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os dados divulgados nesta terça-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrando IPCA-15 de apenas 0,06% em junho, e a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) publicada pelo Banco Central, reconhecendo que o PIB do segundo trimestre deve ficar em torno de zero por cento, compõem o quadro dramático de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/economia/inflacao-quase-0-pib-0-e-desemprego-125/">Inflação, quase 0%; PIB, 0%; e desemprego, 12,5%</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="66" data-block-id="1">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/06/25/previa-da-inflacao-fica-em-006percent-em-junho-menor-taxa-para-o-mes-em-3-anos-aponta-ibge.ghtml">Os dados divulgados nesta terça-feira (25)</a> pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrando IPCA-15 de apenas 0,06% em junho, e a <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/06/25/bc-ve-pib-proximo-da-estabilidade-no-2o-trimestre-e-deixa-porta-aberta-para-cortar-juros.ghtml">ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) publicada pelo Banco Central</a>, reconhecendo que o PIB do segundo trimestre deve ficar em torno de zero por cento, compõem o quadro dramático de estagnação da economia brasileira neste primeiro semestre de 2019.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O problema vem de longe: desde 2014 a economia não cresce. O que explica a terceira face dessa prolongada crise: a taxa de desemprego está em 12,5% no trimestre encerrado em abril, atingindo 13,2 milhões de pessoas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="66" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nesse cenário de economia estagnada, inflação rodando abaixo da meta e desemprego muito acima do aceitável, o que fazer? O Banco Central poderia reduzir a taxa de juros. Mas a ata do Copom, mesmo apontando melhora no comportamento dos preços, afirma no parágrafo 11 do documento que &#8220;o balanço de riscos para inflação evoluiu de maneira favorável, mas entende que, neste momento, o risco é preponderante&#8221;.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Qual seria esse &#8220;risco preponderante&#8221;? O de que a <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/02/20/reforma-da-previdencia-entenda-a-proposta-ponto-a-ponto.ghtml">reforma da Previdência</a> não seja aprovada pelo Congresso. Reforma cujo parecer do relator Samuel Moreira (PSDB-SP) deve ser votado ainda esta semana na comissão especial da Câmara.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="61" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A cautela do Banco Central diante de uma economia frágil e uma situação social aflitiva se deve ao fato de que, na hipótese de não aprovação da reforma, as incertezas sobre a capacidade futura do Brasil honrar suas dívidas produzirão impactos imediatos no presente: o dólar sobe e as pressões inflacionárias, mesmo na ausência de demanda por conta do desemprego, voltariam.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Essa postura do Banco Central, no entanto, já não encontra respaldo unânime entre economistas. Muitos acham que diante da estagnação seria recomendável reduzir a taxa básica de juros, a Selic, mesmo reconhecendo que essa redução por si só não produzirá o milagre da recuperação econômica.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De qualquer forma, o Banco Central deixa em aberto no texto da ata a possibilidade de reduzir a taxa de juros a partir do momento em que o Congresso, ou pelo menos a Câmara, aprovar a reforma da Previdência.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A recuperação, reconhece o Banco Central, será gradual, quando vier. A chave do processo é o resgate da confiança para que os empresários se encorajem a investir e consumidores se animem a comprar. Nesse caso, a reforma da Previdência é o primeiro passo, mas não o suficiente. A agenda de reformas terá de ser muito mais ampla.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="61" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Isso porque outros instrumentos clássicos para retirar uma economia da estagnação, como o aumento do gasto público para ativar a demanda, o Estado brasileiro já não tem. Toda munição foi gasta entre o segundo mandato do presidente Lula e o primeiro de Dilma. Sob esse aspecto, o governo do ex-presidente Michel Temer estancou a piora. Mas não promoveu a melhora.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Por João Borges</p>
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