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	<title>Arquivos #tanaarea #inflacao #maior #taxa - Tá na Área</title>
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	<description>Mais que notícia, informação!</description>
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		<title>Em abril, inflação fica em 0,57% maior taxa para o mês desde 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2019 13:45:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea #inflacao #maior #taxa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, ficou em 0,57% em abril, abaixo da taxa de 0,75% de março, segundo divulgou nesta sexta-feira (10) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar da desaceleração, trata-se da maior taxa para um mês de abril desde 2016, quando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="1">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, ficou em 0,57% em abril, abaixo da taxa de 0,75% de março, segundo divulgou nesta sexta-feira (10) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Apesar da desaceleração, trata-se da maior taxa para um mês de abril desde 2016, quando o índice foi de 0,61%. A inflação de abril foi pressionada principalmente pela alta dos preços de alimentos, combustíveis e remédios.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="12" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nos 4 primeiros meses de 2019, a inflação se situou em 2,09%.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="5">
<div class="content-intertitle">
<h2>Alta de 4,94% em 12 meses</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com o resultado de abril, o índice acumulado em 12 meses avançou para 4,94%, contra os 4,58% nos 12 meses imediatamente anteriores, ficando um pouco mais distante da meta central de inflação do governo para 2019, que é de 4,25%. Segundo o IBGE, trata-se do maior índice para o período de 12 meses desde janeiro de 2017 (5,35%).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os números do IBGE ficaram abaixo das expectativas do mercado. Pesquisa da Reuters projetava altas de 0,63% na base mensal e de 5% em 12 meses.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;A desaceleração do IPCA na verdade é uma devolução, um retorno de altas que aconteceram em março especialmente nos alimentos e nos combustíveis&#8221;, explicou o economista do IBGE Fernando Gonçalves, destacando que o índice acumulado em 12 meses “ainda tem a influência da alta de 1,26% de junho do ano passado, por causa da greve dos caminhoneiros”.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><img decoding="async" src="https://s2.glbimg.com/muek5YQL6XpX3JthqOeIdGANX0g=/0x0:1440x810/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/d/Z/jMcAx6Tmup1CB5NXCjhA/tomate-ag-diario.jpg" alt="PreÃ§o mÃ©dio do tomate subiu 28,64% em abril, segundo o IBGE â Foto: AgÃªncia DiÃ¡rio" /></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="9" data-block-id="11">
<div class="content-intertitle">
<h2>Gasolina, tomate e remédios foram os vilões do mês</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A inflação de abril foi pressionada principalmente pela alta dos preços dos grupos alimentação e bebidas (0,63%), transportes (0,94%) e saúde e cuidados pessoais (1,51%).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Juntos, estes três grupos responderam por 89,5% do índice do mês, com impactos de 0,16 ponto percentual (p.p.), 0,17 p.p. e 0,18 p.p., respectivamente&#8221;, destacou o IBGE.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Já os principais impactos individuais no mês, segundo o IBGE, vieram das altas da <strong>gasolina (2,66%), tomate (28,64%) e dos remédios (2,25%)</strong>, refletindo este último o reajuste anual, em vigor desde 31 de março, com teto de 4,33%. No acumulado em 12 meses, os 3 itens têm alta, respectivamente, de 5,60%, 68,22% e 1,94%.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Outros destaques de alta no mês foram <strong>passagem aérea (5,32%), ônibus urbano (0,74%) e plano de saúde (0,80%), diesel (1,31%).</strong></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No grupo alimentação, os preços que mais pesaram no IPCA, depois do tomate, foram os do <strong>frango inteiro (3,32%), cebola (8,62%) e carnes (0,46%)</strong>. Por outro lado, ficaram mais baratos o feijão-carioca (-9,09%) e as frutas (-0,71%).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>Veja a inflação de abril por grupos pesquisados e o impacto de cada um no índice geral:</strong></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="44" data-block-id="18">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Alimentação e Bebidas: 0,63% (0,16 ponto percentual)</li>
<li>Habitação: 0,24% (0,04 p.p.)</li>
<li>Artigos de Residência: -0,24% (-0,01 p.p.)</li>
<li>Vestuário: 0,18% (0,01)</li>
<li>Transportes: 0,94% (0,17 p.p.)</li>
<li>Saúde e Cuidados Pessoais: 1,51% (0,18 p.p.)</li>
<li>Despesas Pessoais: 0,17% (0,02 p.p.)</li>
<li>Educação: 0,09% (0 p.p.)</li>
<li>Comunicação: 0,03% (0 p.p.)</li>
</ul>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="21">
<div class="content-intertitle">
<h2>Perspectivas e meta de inflação</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A meta central de inflação deste ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerância varia de 2,75% a 5,75%. A meta é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic), que está <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/05/08/copom-mantem-taxa-de-juros-em-65percent.ghtml">estacionada há um ano na mínima histórica de 6,5%</a>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os analistas das instituições financeiras continuam projetando uma inflação abaixo do centro da meta do governo, com uma taxa de 4,04% em 2019, indo a 4% em 2020, segundo a última <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/05/06/mercado-reduz-estimativa-e-passa-a-prever-pela-1a-vez-alta-do-pib-abaixo-de-15percent-em-2019.ghtml">pesquisa &#8220;Focus&#8221; do Banco Central</a>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em março, o BC avaliou que a inflação deveria <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/03/26/bc-vai-observar-comportamento-da-economia-e-indica-juro-estavel-nos-proximos-meses.ghtml">atingir seu &#8220;pico&#8221;, em 12 meses, em abril e maio</a>, para depois recuar para patamar abaixo do centro da meta.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em seu comunicado sobre a decisão de manter a taxa de juros inalterada, o BC disse na quarta-feira (8) que o <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/05/08/copom-mantem-taxa-de-juros-em-65percent.ghtml">processo de reformas e ajustes na economia brasileira é &#8220;essencial&#8221; </a>para a manutenção da inflação baixa no médio e no longo prazos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o Copom, &#8220;o nível de ociosidade elevado pode produzir trajetória prospectiva abaixo do esperado&#8221;, e citou ainda uma &#8220;frustração das expectativas sobre a continuidade das reformas e ajustes necessários na economia brasileira&#8221; &#8211; o que poderia, segundo o comitê, &#8220;afetar prêmios de risco e elevar a trajetória da inflação no horizonte relevante para a política monetária&#8221;.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="29">
<div class="content-intertitle">
<h2>Inflação por capitais</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na análise por capitais, Rio Branco (0,05%) apresentou a menor inflação em março. O maior índice ficou com a região metropolitana de Fortaleza (0,91%). No acumulado em 12 meses, metade das áreas pesquisadas estão com inflação acima de 5%. Em São Paulo, o índice ficou em 4,99%.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="31">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Todas essas áreas têm um influência forte de energia elétrica, planos de saúde e ônibus urbanos&#8221;</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="7" data-block-id="32">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Veja a inflação de abril por região:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="40" data-block-id="33">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Fortaleza: 0,91%</li>
<li>São Luís: 0,87%</li>
<li>Porto Alegre: 0,83%</li>
<li>Salvador: 0,83%</li>
<li>Aracaju: 0,80%</li>
<li>Brasília: 0,77%</li>
<li>Belém: 0,62%</li>
<li>Goiânia: 0,62%</li>
<li>Recife: 0,59%</li>
<li>Curitiba: 0,57%</li>
<li>Campo Grande: 0,52%</li>
<li>São Paulo: 0,49%</li>
<li>Rio de Janeiro: 0,46%</li>
<li>Belo Horizonte: 0,42%</li>
<li>Vitória: 0,32%</li>
<li>Rio Branco: 0,05%</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="34">
<div class="content-intertitle">
<h2>INPC em abril foi de 0,60%</h2>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="35">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), usado como referência para os reajustes salariais, ficou em 0,60% em abril, abaixo dos 0,77% de março. O acumulado do ano está em 2,29% e o dos últimos doze meses foi para 5,07%, contra 4,67% nos 12 meses imediatamente anteriores.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">G1</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/economia/em-abril-inflacao-fica-em-057-maior-taxa-para-o-mes-desde-2016/">Em abril, inflação fica em 0,57% maior taxa para o mês desde 2016</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
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