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	<title>Arquivos #tanaarea #ibge #desemprego #pandemia #atinge #maior #patamar #agosto - Tá na Área</title>
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		<title>Mais de 350 vagas de emprego são oferecidas em sete cidades paraibanas; confira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Cosme]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Mar 2023 12:45:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Sistema Nacional de Emprego (Sine-PB) disponibiliza 356 vagas de emprego em sete cidades, a partir da próxima segunda-feira (6). As vagas são para João Pessoa, Campina Grande, Bayeux, Santa Rita, Pombal, Guarabira e São Bento. O posto da cidade de João Pessoa, com sede na Rua Duque de Caxias, oferece o maior número de [&#8230;]</p>
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<p>O Sistema Nacional de Emprego (Sine-PB) disponibiliza 356 vagas de emprego em sete cidades, a partir da próxima segunda-feira (6). As vagas são para João Pessoa, Campina Grande, Bayeux, Santa Rita, Pombal, Guarabira e São Bento.</p>
<p>O posto da cidade de João Pessoa, com sede na Rua Duque de Caxias, oferece o maior número de oportunidades. Das 162 vagas de emprego disponíveis, 25 são para balconista de açougue, 22 para atendente do setor de frios e laticínios, 20 para fiscal de prevenção e perdas e 18 para atendente do setor de hortifrutigranjeiros.</p>
<p>Já na cidade de Campina Grande, o Sine-PB disponibiliza 93 vagas, sendo nove para o cargo de cozinheiro de restaurante, sete para auxiliar de cozinha, cinco para operador de máquina de fabricação de produtos de higiene e limpeza e quatro para técnico em manutenção de computador.</p>
<p>Em Santa Rita, são 37 vagas disponíveis, das quais 10 são para trabalhador volante da agricultura e cinco para auxiliar de produção (exclusivo para pessoa com deficiência). Já São Bento possui 26 vagas, das quais seis são para atendente de farmácia-balconista, cinco para operador de caixa e quatro para farmacêutico. Guarabira também possui 26 vagas, sendo 20 para ajudante de obras.</p>
<p>Em Pombal, das 11 vagas de trabalho, 10 são para consultor de vendas e uma para mecânico de automóvel. No município de Bayeux a vaga disponível é para oficial de serviços gerais na manutenção de edificações.</p>
<p>O Sine-PB possui atualmente 19 postos em funcionamento, distribuídos em 15 municípios: João Pessoa, Campina Grande, Cajazeiras, Mamanguape, Monteiro, Pombal, Sapé, Bayeux, Conde, Guarabira, Itaporanga, São Bento, Santa Rita, Cabedelo e Patos.</p>
<p>O Sine-PB realiza o trabalho de recrutamento de pessoal para empresas instaladas ou que irão se instalar no estado. Esses serviços podem ser solicitados pelo e-mail: <a href="mailto:estadual@hotmail.com">estadual@hotmail.com</a>.</p>
<p><a href="https://paraiba.pb.gov.br/noticias/sine-pb-disponibiliza-mais-de-350-vagas-de-empregos-em-sete-municipios/03-03-2023-pdf.pdf">Confira aqui as vagas de emprego.</a></p>
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		<title>Taxa de desemprego na Paraíba cai no 2º trimestre, revela IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Cosme]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Aug 2022 12:05:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A taxa de desemprego na Paraíba caiu 2,1 pontos percentuais no 2º trimestre deste ano, segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) Trimestral, divulgada nesta sexta-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A pesquisa comparou o 1º trimestre (jan/fev/mar), quando a taxa era de 14,3%, com o 2º trimestre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desemprego na Paraíba caiu 2,1 pontos percentuais no 2º trimestre deste ano, segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) Trimestral, divulgada nesta sexta-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A pesquisa comparou o 1º trimestre (jan/fev/mar), quando a taxa era de 14,3%, com o 2º trimestre (abr/mai/jun), quando caiu para 12,2% da população ativa do Estado.</p>
<p>A taxa da Paraíba (12,2%) de pessoas desocupadas ficou menor que a taxa média da região Nordeste (12,7%), no segundo trimestre deste ano. Segundo a pesquisa, o Nordeste abriga os três estados com maior índice de desemprego: Bahia (15,5%) Pernambuco (13,6%) e Sergipe (12,7%).</p>
<p>Contudo, no segundo trimestre, houve redução da taxa de desocupados nas cinco regiões do País, mas o Nordeste registra o maior índice de desocupados (12,7%).  Na comparação com o 2º trimestre de 2021 com a mesma deste ano, a taxa de desocupação na Paraíba caiu mais ainda (3,1 pontos percentuais), saindo de 15,3% para 12,2%.</p>
<p>Dados da Pnad Contínua Trimestral revelam ainda que a taxa de ocupação dos trabalhadores por conta própria na Paraíba ficou em 29,1% da população no segundo trimestre, enquanto o percentual de pessoas com carteira assinada é de 54,6% do total, com taxa de informalidade da população ocupada em 52,2%.</p>
<p><strong>Metodologia da pesquisa – </strong>A Pnad Contínua é o principal instrumento para monitoramento da força de trabalho no país. A amostra da pesquisa por trimestre no Brasil corresponde a 211 mil domicílios pesquisados. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na pesquisa, em 26 estados e no Distrito Federal.</p>
<p>No monitoramento de como está o mercado de trabalho, o Ministério do Trabalho também divulga mensalmente os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Essa pesquisa, porém, abrange apenas contratos regidos pela CLT. São as próprias empresas que preenchem as informações em um sistema próprio. A Pnad do IBGE é mais ampla, e compreende inclusive o mercado de trabalho informal. O levantamento é feito com entrevistadores, que perguntam a uma amostra da população sobre sua situação de trabalho.</p>
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		<title>Sete em cada dez empreendedores fizeram vendas online na pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Cosme]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 May 2021 18:07:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sete em cada dez micro, pequenas ou médias empresas (73,4%) do país estão fazendo vendas online durante a pandemia do novo coronavírus. Isso é o que revelou uma pesquisa feita pela Serasa Experian com 508 empreendedores, realizada no mês de fevereiro. Desse total, 83,1% pretendem manter a realização dos negócios pela internet mesmo quando a pandemia acabar. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="noticiacorpo">
<p>Sete em cada dez micro, pequenas ou médias empresas (73,4%) do país estão fazendo vendas <em>online</em> durante a pandemia do novo coronavírus. Isso é o que revelou uma pesquisa feita pela Serasa Experian com 508 empreendedores, realizada no mês de fevereiro.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1409444&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1409444&amp;o=node" /></p>
<p>Desse total, 83,1% pretendem manter a realização dos negócios pela internet mesmo quando a pandemia acabar.</p>
<p>Dentre os canais mais utilizados para as vendas estão as redes sociais, principalmente o WhatsApp (72%).</p>
<p>Na pesquisa, os entrevistados revelaram ainda que a venda <em>online</em> ajudou a atingir públicos diferentes (51% das respostas mencionaram isso), criou mais exposição para o seu negócio (44,8%) e permitiu atingir novas regiões (34,5%).</p>
<p>A pesquisa também mostrou que 24,8% dos empreendedores têm buscado empréstimos e financiamentos para manter seus negócios. Dentre as empresas que mais requisitaram empréstimos ou financiamentos estão as do setor de comércio (38,1%).</p>
</div>
<p class="noticia_fonte">
<strong>Agência Brasil</strong></p>
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		<title>IBGE: desemprego na pandemia atinge maior patamar em agosto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2020 13:39:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A taxa de desocupação atingiu 14,3%, na quarta semana de agosto, um aumento de 1,1 ponto percentual frente à semana anterior (13,2%), alcançando o maior patamar da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) covid-19, iniciada em maio. Essa alta acompanha o aumento na população desocupada na semana, representando cerca de 1,1 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desocupação atingiu 14,3%, na quarta semana de agosto, um aumento de 1,1 ponto percentual frente à semana anterior (13,2%), alcançando o maior patamar da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) covid-19, iniciada em maio.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1388315&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1388315&amp;o=node" /></p>
<p>Essa alta acompanha o aumento na população desocupada na semana, representando cerca de 1,1 milhão a mais de pessoas à procura de trabalho no país, totalizando 13,7 milhões de desempregados. Os dados foram divulgada hoje (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>A população fora da força de trabalho (que não estava trabalhando nem procurava por trabalho) era de 74,4 milhões de pessoas, mantendo-se estável em relação à semana anterior (75 milhões) e, também, frente à semana de 3 a 9 de maio (76,2 milhões). Nessa população, disseram que gostariam de trabalhar cerca de 26,7 milhões de pessoas (ou 35,8% da população fora da força de trabalho). Esse contingente ficou estável frente à semana anterior (26,9 milhões ou 35,9%) e à semana de 3 a 9 de maio (27,1 milhões ou 35,5%).</p>
<p>Cerca de 16,8 milhões de pessoas fora da força que gostariam de trabalhar e não procuraram trabalho não o fizeram por causa da pandemia ou por não encontrarem uma ocupação na localidade em que moravam. Elas correspondiam a 22,6% das pessoas fora da força. Esse contingente permaneceu estável em relação à semana anterior (17,1 milhões ou 22,9%), mas diminuiu frente à semana de 3 a 9 de maio (19,1 milhões ou 25,1%).</p>
<p>A coordenadora da pesquisa, Maria Lucia Vieira, destaca o crescimento da taxa de desocupação, que era de 10,5% no início de maio, e explica que a alta se deve tanto às variações negativas da população ocupada quanto ao aumento de pessoas que passaram a buscar trabalho.</p>
<p>“No início de maio, todo mundo estava afastado, em distanciamento social, e não tinha uma forte procura [por emprego]. O mercado de trabalho estava em ritmo de espera para ver como as coisas iam se desenrolar. As empresas estavam fechadas e não tinha local onde essas pessoas pudessem trabalhar. Então, à medida que o distanciamento social vai sendo afrouxado, elas vão retornando ao mercado de trabalho em busca de atividades”, disse, em nota, a pesquisadora.</p>
<h2>Isolamento social</h2>
<p>A pesquisa também indica mudança no comportamento da população em relação às medidas de isolamento social. Segundo o IBGE, o número de pessoas que ficaram rigorosamente isoladas diminuiu pela segunda semana seguida. Entre 23 e 29 de agosto, 38,9 milhões de pessoas seguiram essa medida de isolamento, uma queda de 6,5% em relação aos 41,6 milhões que estavam nessa situação na semana anterior.</p>
<p>Segundo Maria Lucia Vieira, há relação entre o aumento das pessoas em busca de trabalho e a flexibilização do isolamento. “A gente está vendo uma maior flexibilidade das pessoas, uma maior locomoção em relação ao mercado de trabalho, pressionando o mercado de trabalho, buscando emprego. E esses indicadores ficam refletidos no modo como eles estão se comportando em relação ao distanciamento social”.</p>
<p>A parcela da população que ficou em casa e só saiu por necessidade permaneceu estável. São 88,6 milhões de pessoas nessa situação, representando 41,9% da população do país. Houve estabilidade também no contingente dos que não fizeram restrição, chegando a 5 milhões de pessoas, e dos que reduziram o contato, mas que continuaram saindo de casa ou recebendo visitas, situação de 77 milhões de pessoas.</p>
<p>O número de pessoas ocupadas que estavam afastadas do trabalho por causa das medidas de isolamento social foi reduzido em 363 mil e esse contingente passou a 3,6 milhões. As pessoas que estão nessa situação agora representam 4,4% de toda a população ocupada, estimada em 82,2 milhões. Dos 76,1 milhões de pessoas que estavam ocupadas e não foram afastadas do trabalho, 8,3 milhões trabalhavam remotamente.</p>
<h2>Estudantes sem atividades escolares</h2>
<p>A pesquisa estima em 45,6 milhões o número de estudantes matriculados em escolas ou universidades na quarta semana de agosto. Desse total, 7,2 milhões (15,8%) não realizaram atividades escolares em casa no período. O número permaneceu estável em relação à semana anterior. As férias foram apontadas como motivo para 970 mil alunos não realizarem atividades escolares.</p>
<p>Segundo o IBGE, o contingente de estudantes que tiveram atividades ficou em 37,4 milhões. “Ainda estamos no patamar de 82% de pessoas que referiram ter atividades escolares”, afirmou Maria Lucia.</p>
<h2>Síndrome gripal</h2>
<p>Na quarta semana de agosto, 11,3 milhões de pessoas apresentaram pelo menos um dos sintomas investigados pela pesquisa, como febre, tosse e dor de garganta. O número é inferior ao estimado na semana anterior, quando 12,4 milhões de pessoas relata ter algum dos sintomas. “Isso representa 5,3% da população. Em maio esse percentual chegou a 12,7%”, disse a pesquisadora.</p>
<p>Das pessoas que apresentaram algum sintoma, 2,6 milhões buscaram atendimento em estabelecimento de saúde como postos de saúde, pronto socorro, hospital do Sistema Único de Saúde ou privado. O número de pessoas que procurou atendimento em hospital público, particular ou ligado às forças armadas foi estimado em 799 mil. Desses, 15,2%, ou 121 mil, foram internados.</p>
<p>Agência Brasil</p>
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