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	<title>Arquivos #tanaarea #home #office #pandemia - Tá na Área</title>
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	<description>Mais que notícia, informação!</description>
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		<title>Home office foi adotado por metade das classes A e B durante a pandemia, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2020 22:29:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As classes A e B foram os segmentos sociais que mais conseguiram aderir ao home office durante a pandemia do novo coronavírus. Segundo pesquisa Datafolha, encomendada pelo C6 Bank, 52% dos trabalhadores desse grupo adotou o trabalho em casa. Na classe C, o índice cai bastante. Apenas 29% dos profissionais puderam passar suas funções para o teletrabalho. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As classes A e B foram os segmentos sociais que mais conseguiram aderir ao home office durante a pandemia do <a href="https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/">novo coronavírus</a>. Segundo pesquisa <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/datafolha/">Datafolha</a>, encomendada pelo C6 Bank, 52% dos trabalhadores desse grupo adotou o trabalho em casa.</p>
</div>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na classe C, o índice cai bastante. Apenas 29% dos profissionais puderam passar suas funções para o teletrabalho. Nas classes D e E, a parcela é ainda menor, com 26%.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A pesquisa extrapola os percentuais em relação à População Economicamente Ativa (PEA) brasileira. Foram ouvidos 1.503 pessoas, por telefone, em todas as regiões do Brasil. A sondagem aconteceu entre 6 e 10 de julho, com margem de erro de 3 pontos percentuais.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O trabalho de casa foi uma das principais medidas para aumentar os índices de isolamento social durante a pandemia. A economia brasileira, contudo, tem o setor de serviços bastante representativo na geração de empregos, o que limita a possibilidade de trabalhar à distância.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Por esse motivo, mais de dois terços dos trabalhadores assalariados diz não ter migrado para o home office (68%). A quantia cai para autônomos, empresários e liberais, mas ainda é maioria, com 53% que continuaram a trabalhar presencialmente.</p>
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<div class="content-intertitle">
<h2>Trabalho qualificado</h2>
</div>
</div>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O levantamento dá conta que pessoas com ensino superior foram as que mais aderiram ao home office, com 57% dizendo que se afastaram do escritório. Conforme cai a escolaridade, o índice também é menor.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Dos trabalhadores com ensino médio completo, 31% partiu para o teletrabalho. Dentre os que têm ensino fundamental, 22% puderam se afastar.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Como as funções de trabalhadores mais qualificados, em geral, podem ser realizadas à distância, essa fatia teve os contratos de trabalho suspensos em menor proporção. Nas classes A e B, 14% tiveram interrupção do contrato contra 23% na classe C e 21% na D e E.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os estratos com maior escolaridade, de trabalho mais complexo, não só puderam se isolar como foram menos prejudicados no trabalho. Perguntados se a carreira sentiu efeitos da pandemia, a proporção é maior nas classes mais baixas. Profissionais das classes D e E se dizem prejudicados em 58% dos casos. Nas classes A e B, 37%.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">
</div>
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</div>
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