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	<title>Arquivos #tanaarea #guedes #economia #volta #em #v #espera #avanco #pib #sem #auxilio #emergencial #2021 - Tá na Área</title>
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	<description>Mais que notícia, informação!</description>
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		<title>Nova onda da pandemia gera maior incerteza sobre Brasil, diz Guedes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Cosme]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2021 18:40:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agravamento da pandemia da covid-19 gerou maior incerteza e aumentou as pressões sobre a economia brasileira, disse hoje (6) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Em discurso enviado ao Fundo Monetário Internacional (FMI), ele disse que a nova onda da doença submeteu o país a um “estresse acima do normal para o cenário atual”. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="noticiacorpo">
<p>O agravamento da pandemia da covid-19 gerou maior incerteza e aumentou as pressões sobre a economia brasileira, disse hoje (6) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Em discurso enviado ao Fundo Monetário Internacional (FMI), ele disse que a nova onda da doença submeteu o país a um “estresse acima do normal para o cenário atual”.</p>
<p>Nesta semana, o FMI promove a Reunião de Primavera, que ocorre no início de abril de cada ano. Por causa da pandemia da covid-19, o ministro brasileiro não comparecerá ao encontro, mas enviou um discurso ao Comitê Monetário e Financeiro Internacional, em que expressa visões da equipe econômica sobre diversos temas.</p>
<p>Na avaliação de Guedes, o governo brasileiro forneceu uma resposta adequada e coordenada no enfrentamento à crise econômica gerada pela pandemia, no ano passado. Agora, ressaltou o ministro, o desafio está em prosseguir com as reformas estruturais para sustentar um período de “forte recuperação”.</p>
<p>Segundo o ministro, a liberação de uma nova rodada do auxílio emergencial por meio de uma emenda à Constituição que exigiu contrapartidas fiscais permite garantir a contenção da dívida pública no médio prazo. Ele ressaltou que as novas medidas de proteção social estão atreladas à preocupação com a sustentabilidade das contas públicas, com medidas como o congelamento temporário de salários no serviço público e de contratações nos níveis federal, estadual e municipal.</p>
<p>“Amplo apoio parlamentar foi obtido para esta abordagem em que o auxílio emergencial foi acionado junto com regras mais fortes para controlar as despesas públicas. Portanto, o suporte fiscal e a proteção da população vulnerável vieram ao lado de medidas para preservar a sustentabilidade das contas públicas”, destacou Guedes no discurso.</p>
<h2>Desafios</h2>
<p>Apesar da nova onda da covid-19, o ministro disse estar confiante de uma retomada rápida na atividade econômica assim que as restrições impostas pela pandemia acabarem. Segundo ele, isso será possível porque a pandemia teve impacto maior sobre o setor informal, que, nas palavras do ministro, teria “maior flexibilidade para se recuperar”.</p>
<p>No discurso, Guedes mencionou a necessidade de promover uma vacinação em massa e de continuar com a agenda de reformas estruturais e microeconômicas para que o Brasil possa crescer de maneira sustentável. “Em suma, a abordagem para impulsionar o crescimento sustentável e inclusivo no Brasil é tripla: intensificar a vacinação em massa, fornecer apoio fiscal de curto prazo juntamente com consolidação [reequilíbrio das contas públicas] a médio prazo e prossecução das reformas pró-mercado”, disse.</p>
<p>Em relação ao <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2021-03/copom-eleva-juros-basicos-da-economia-pela-primeira-vez-em-seis-anos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">recente aumento de juros pelo Comitê de Política Monetária</a> (Copom) do Banco Central, Guedes disse que a medida indica a “normalização” da política monetária, depois que a taxa Selic (juros básicos da economia) teve de ser reduzida para níveis abaixo da inflação. Para ele, a elevação da Selic mostra que a autoridade monetária está comprometida com o retorno da inflação ao intervalo de metas “no horizonte relevante” e a alta da inflação representa um fenômeno temporário, decorrente da alta do dólar e do preço das <em>commodities </em>(bens primários com cotação internacional).</p>
<p>“O Banco Central elevou a taxa básica de juros para garantir que a inflação e as expectativas sigam dentro da meta para o horizonte relevante para a política monetária. Mesmo com o recente aumento da taxa de juros, a política monetária permanece muito acomodatícia. Além disso, o setor financeiro, que estava muito bem posicionado quando a crise estourou, tem mostrado notável resiliência”, explicou o ministro, comentando que a inflação recente subiu por conta da alta de commodities e do câmbio.</p>
<h2>Previsões</h2>
<p>Nesta terça-feira, o FMI elevou a previsão de crescimento da economia brasileira de 3,6% para 3,7% em 2021. O aumento na projeção para o Brasil foi inferior à expansão da economia global, que passou de 5,5% para 6% neste ano.</p>
<p>Em seu discurso, Guedes citou as projeções do ano passado, quando o FMI e diversos órgãos internacionais estimaram queda de 8% a 9% do PIB brasileiro em 2020. Na avaliação do ministro, o desempenho da economia brasileira no ano passado, que encolheu 4,8%, mostrou que as previsões nem sempre estão certas.</p>
<p>“A ação decisiva [com o auxílio emergencial e outras medidas] mitigou o impacto da pandemia e levou a revisões generalizadas de previsão de crescimento. O crescimento em 2020 surpreendeu positivamente algumas organizações internacionais, no entanto, não deveria ser totalmente inesperado”, disse Guedes.</p>
</div>
<p class="noticia_fonte">
<strong>Agência Brasil</strong></p>
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		<title>Guedes diz que economia volta em V e equipe espera avanço do PIB sem auxílio emergencial em 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2020 16:43:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira (3) que a atividade brasileira está se recuperando e voltando em V. Para ele, o avanço abaixo do esperado do PIB (Produto Interno Bruto) no terceiro trimestre foi influenciado por revisões que puxaram resultados anteriores para cima. &#8220;É a economia voltando, voltando em V como dissemos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira (3) que a atividade brasileira está se recuperando e voltando em V. Para ele, o avanço abaixo do esperado do PIB (Produto Interno Bruto) no terceiro trimestre foi influenciado por revisões que puxaram resultados anteriores para cima. &#8220;É a economia voltando, voltando em V como dissemos antes. Houve revisões em trimestres anteriores, com crescimento um pouco para cima, então veio um pouquinho abaixo do esperado. Mas o fato é que a economia está voltando em V, realmente está voltando&#8221;, disse em frente ao Ministério da Economia. Ele comentou ainda o relatório publicado pelo FMI (Fundo Monetário Internacional) nesta semana, que afirma que as autoridades devem estar preparadas para fornecer apoio adicional na área fiscal. Na visão de Guedes, o FMI está defendendo a retirada gradual dos programas. &#8220;O FMI está sugerindo o que estamos fazendo, que a retirada dos estímulos seja gradual&#8221;, afirmou, citando em seguida o auxílio emergencial de R$ 600, que passou para R$ 300 e está marcado para acabar no fim do ano. &#8220;Então a retirada está sendo gradual, exatamente como eles estão recomendando. Tanto que saiu uma apreciação deles elogiando o programa brasileiro&#8221;, afirmou. &#8220;O Brasil foi uma das economias que voltaram com mais velocidade&#8221;, afirmou. A economia brasileira registrou crescimento recorde de 7,7% no terceiro trimestre de 2020 na comparação com os três meses anteriores, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (3) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O número veio abaixo das projeções do governo e do mercado. Apesar do crescimento recorde do PIB, a economia brasileira ainda não voltou ao nível pré-crise. Ainda está 4,1% abaixo do último trimestre de 2019. O resultado também se encontra 7,3% abaixo do pico registrado no início de 2014. Em relação ao mesmo período de 2019, houve queda de 3,9%. O PIB recuou 5% no acumulado do ano e 3,4% em 12 meses. A SPE (Secretaria de Política Econômica), do Ministério da Economia, publicou nota técnica nesta quinta sobre o PIB do trimestre. O texto afirma que houve forte recuperação da atividade, do emprego formal e do crédito, aliadas ao aumento da taxa de poupança. Segundo a pasta, esses fatores &#8220;pavimentam o caminho para que a economia brasileira continue avançando no primeiro semestre de 2021 sem a necessidade de auxílios governamentais&#8221;. &#8220;É importante frisar que a retomada da atividade e do emprego, que ocorreu nos últimos meses, compensará a redução dos auxílios&#8221;, diz a SPE. Outro fator positivo na visão da pasta será a melhora das condições financeiras, que devem continuar impulsionando a atividade, principalmente com a retomada da agenda de reformas, e o aumento da poupança. &#8220;O escudo de políticas sociais criado para amenizar o sofrimento econômico e social causados pela pandemia deve ser desarmado, dando espaço para a agenda de reforma estruturais e consolidação fiscal &#8211; único meio para que a recuperação se mantenha pujante&#8221;, afirma a SPE.</p>
<p>FolhaPress</p>
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