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	<title>Arquivos #tanaarea #economia - Tá na Área</title>
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	<description>Mais que notícia, informação!</description>
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		<title>Faturamento de lojas on-line cresce 41% em 2020, maior alta em 13 anos</title>
		<link>https://www.tanaarea.com.br/economia/faturamento-de-lojas-on-line-cresce-41-em-2020-maior-alta-em-13-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2021 19:24:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea #economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O faturamento de lojas on-line cresceu 41% no em 2020, em comparação com o mesmo período de 2019. É a maior alta do setor em 13 anos, conforme um levantamento da Ebit/Nielsen. As vendas no e-commerce chegaram a R$ 87,4 bilhões entre janeiro e dezembro do ano passado em meio à pandemia de coronavírus. O número foi impulsionado pelo crescimento [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/economia/faturamento-de-lojas-on-line-cresce-41-em-2020-maior-alta-em-13-anos/">Faturamento de lojas on-line cresce 41% em 2020, maior alta em 13 anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O faturamento de lojas on-line <span class="highlight highlighted">cresceu 41% no em 2020</span>, em comparação com o mesmo período de 2019. É a <span class="highlight highlighted">maior alta do setor em 13 anos</span>, conforme um levantamento da Ebit/Nielsen.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As<span class="highlight highlighted"> vendas no e-commerce chegaram a R$ 87,4 bilhões</span> entre janeiro e dezembro do ano passado em meio à <a href="https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/">pandemia de coronavírus</a>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O número foi impulsionado pelo crescimento dos pedidos, que subiram 30%, em sua maior alta desde 2013. Foram <span class="highlight highlighted">194 milhões de compras nos 12 meses de 2020.</span></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="9" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>Veja pontos que ajudaram o desempenho, segundo a Ebit/Nielsen:</strong></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="18" data-block-id="6">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>Frete grátis: </strong>representou 43% de todas as compras em 2020.</li>
<li><strong>Compras pelo celular:</strong> 55,1% foram por esses dispositivos.</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“O brasileiro ficou muito conectado durante a pandemia, com o celular ao alcance da mão. E isso facilitou muito para fazer suas compras de supermercado, roupas, artigos de casa e decoração, por exemplo”, afirmou o chefe de e-commerce de Ebit/Nielsen, Marcelo Osanai.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="8">
<div class="content-intertitle">
<h2>Divisão de faturamento por segmentos:</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="17" data-block-id="9">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Lojas de departamento: 84,3%</li>
<li>Artigos esportivos: 2,8%</li>
<li>Informática: 2,4%</li>
<li>Roupas: 2,2%</li>
<li>Autosserviço (supermercados, atacarejos e farmácias): 1,8%.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>IPCA-15: prévia da inflação oficial sobe a 0,45% e tem maior taxa para setembro desde 2012</title>
		<link>https://www.tanaarea.com.br/economia/ipca-15-previa-da-inflacao-oficial-sobe-a-045-e-tem-maior-taxa-para-setembro-desde-2012/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2020 19:40:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea #economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tanaarea.com.br/?p=117491</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Índice de Preços ao Consumidor Amplo &#8211; 15 (IPCA-15), ficou em 0,45% em setembro, segundo divulgou nesta quarta-feira (23) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – a maior para o mês desde 2012, quando ficou em 0,48%. A alta foi pressionada pelos preços dos alimentos e bebidas, que subiram 1,48% no período, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/economia/ipca-15-previa-da-inflacao-oficial-sobe-a-045-e-tem-maior-taxa-para-setembro-desde-2012/">IPCA-15: prévia da inflação oficial sobe a 0,45% e tem maior taxa para setembro desde 2012</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Índice de Preços ao Consumidor Amplo &#8211; 15 (IPCA-15), ficou em 0,45% em setembro, segundo divulgou nesta quarta-feira (23) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – a maior para o mês desde 2012, quando ficou em 0,48%.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>A alta foi pressionada pelos preços dos alimentos e bebidas, que subiram 1,48% no período</strong>, impactados pelas altas das carnes, tomate, óleo de soja e arroz. <span class="highlight highlighted">Os transportes, com alta de 3,19%, também pesaram, puxados pela gasolina, que ficou 3,19% mais cara</span>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O indicador – que é considerado uma prévia da inflação oficial do país – mostrou aceleração em relação ao índice de agosto, quando <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/08/25/ipca-15-previa-da-inflacao-oficial-fica-em-023percent-em-agosto.ghtml">ficou em 0,23%</a>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><span class="highlight highlighted">No ano, a prévia da inflação acumulou alta de 1,35% e, em 12 meses, atingiu 2,65%.</span> O IPCA-E, que é o IPCA-15 acumulado no trimestre, foi para 0,98%, acima da taxa de 0,26% registrada em igual período de 2019.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><img decoding="async" src="https://s2.glbimg.com/4Sn2pwdkXTTCf2IsL6W1gOPyDGg=/0x0:1340x956/1008x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/J/E/OMN8nARuSwGPNGdHTOhQ/yj6vf-ipca-15-pr-via-da-infla-o-oficial-varia-o-mensal-.png" alt="IPCA-15, setembro/2020 — Foto: Economia G1" /></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="7">
<div class="content-intertitle">
<h2>Alimentos pesam no bolso</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A pesquisa aponta que os alimentos e bebidas foram o grupo que mais contribuiu para a aceleração do IPCA-15 em setembro. No período, as carnes ficaram 3,42% mais caras, e tiveram o maior impacto dentro do grupo.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Também ficaram mais caros o tomate (22,53%), o óleo de soja (20,33%), o arroz (9,96%) e o leite longa vida (5,59%). <strong>Os três últimos itens acumularam altas de 34,94%, 28,05% e 27,33% no ano, respectivamente.</strong></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="12" data-block-id="11">
<div class="content-intertitle">
<h2>Veja o resultado para cada um dos 9 grupos pesquisados pelo IBGE</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="26" data-block-id="12">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Alimentação e bebidas: 1,48%</li>
<li>Habitação: 0,34%</li>
<li>Artigos de residência: 0,79%</li>
<li>Vestuário: -0,27%</li>
<li>Transportes: 0,83%</li>
<li>Saúde e cuidados pessoais: -0,69%</li>
<li>Despesas pessoais: 0,09%</li>
<li>Educação: -0,11%</li>
<li>Comunicação: 0,15%</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="10" data-block-id="13">
<div class="content-intertitle">
<h2>Nos transportes, gasolina é a &#8216;vilã&#8217;, e passagens aéreas sobem</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os transportes tiveram a segunda maior variação em setembro, de 0,83%. A &#8220;vilã&#8221; mais uma vez foi a gasolina, que subiu 3,19%, na terceira alta consecutiva.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O óleo diesel (2,93%) e o etanol (1,98%) também apresentaram alta. Apenas o gás veicular registrou queda de 2,58%.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ainda em transportes, as passagens aéreas apresentaram alta de 6,11%, após quatro meses consecutivos de quedas. Apesar da alta no mês, a queda acumulada no ano é de 55,18%.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="9" data-block-id="17">
<div class="content-intertitle">
<h2>Plano de saúde puxa recuo nos gastos com saúde</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os gastos com saúde e cuidados pessoais foram destaque de queda no mês, segundo o IBGE, recuando 0,69%.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="60" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>O movimento foi puxado pelos planos de saúde, que ficaram em média 2,31% mais baratos</strong>, em função da decisão da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) de suspender reajuste dos contratos de planos de saúde até o fim de 2020. Como o reajuste normalmente é retroativo a maio, os valores antecipados naquele mês foram descontados no IPCA-15 de setembro.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="11" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Houve recuo também em produtos farmacêuticos (-0,07%) e higiene pessoal (-0,02%).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="8" data-block-id="21">
<div class="content-intertitle">
<h2>Itens de vestuário e educação têm nova queda</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O IBGE apontou que os grupos itens de vestuário e educação registraram nova queda em setembro. No primeiro, o recuo de 0,27% foi resultado de quedas de 0,31% em roupas masculinas; 0,52% em roupas femininas, e 0,59% em roupas infantis.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Já em educação, o recuo foi de 0,11%. Tiveram queda apenas os itens de papelaria (-0,35%) e cursos diversos (-0,81%).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="25">
<div class="content-intertitle">
<h2>Alta em todas as regiões</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Todas as regiões pesquisadas tiveram alta de preços em setembro. O maior resultado foi registrado em Goiânia (1,10%), devido às altas nos preços da gasolina (8,19%) e do arroz (32,75%).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Já a menor variação foi registrada na região metropolitana de Salvador (0,18%), onde a queda nos preços da gasolina (-2,66%) contribuiu com -0,12 p.p. no resultado do mês.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="27" data-block-id="28">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Goiânia: 1,10%</li>
<li>Brasília: 0,08%</li>
<li>Fortaleza: 0,57%</li>
<li>Curitiba: 0,17%</li>
<li>Recife: 0,28%</li>
<li>São Paulo: 0,25%</li>
<li>Belo Horizonte: 0,37%</li>
<li>Porto Alegre: 0,30%</li>
<li>Belém: 0,15%</li>
<li>Rio de Janeiro: 0,20%</li>
<li>Salvador: 0,18%</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="29">
<div class="content-intertitle">
<h2>Perspectivas e meta de inflação</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A expectativa de inflação do mercado para este ano segue abaixo da meta central do governo para o IPCA, de 4%, e também do piso do sistema de metas, que é de 2,5% neste ano.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="31">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o relatório Focus, divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central, os <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/09/21/analistas-do-mercado-melhoram-previsao-e-passam-a-ver-tombo-de-505percent-no-pib-em-2020.ghtml">analistas do mercado financeiro estimam uma inflação de 1,99% em 2020</a>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="32">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O menor menor patamar da inflação desde o início da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) já registrado foi em 1998 (1,65%).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Pela regra vigente, o IPCA pode oscilar de 2,5% a 5,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Quando a meta não é cumprida, o BC tem de escrever uma carta pública explicando as razões.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><img decoding="async" src="https://s2.glbimg.com/cCO1iXyv9yCKA3uyGLHUMcpMEyM=/0x0:650x663/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/u/E/pKRTgdQnu4hpiwdYF3Dw/limites-da-inflacao-v2-01.jpg" alt="Metas para a inflação estabelecidas pelo Banco Central — Foto: Aparecido Gonçalves/Arte G1" /></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="36">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic), <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/09/16/copom-decide-manter-juros-em-2percent-ao-ano.ghtml">atualmente em 2% – mínima histórica</a>. O mercado segue prevendo manutenção da taxa básica de juros neste patamar até o fim deste ano.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="37">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para o fim de 2021, a expectativa do mercado é que a Selic vá a 2,5% ao ano. Isso quer dizer que os analistas seguem estimando alguma alta dos juros no ano que vem. No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="38">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Já para o Produto Interno Bruto (PIB), a projeção dos analistas é de um tombo de 5,05% em 2020.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">G1 Economia</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/economia/ipca-15-previa-da-inflacao-oficial-sobe-a-045-e-tem-maior-taxa-para-setembro-desde-2012/">IPCA-15: prévia da inflação oficial sobe a 0,45% e tem maior taxa para setembro desde 2012</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
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