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	<title>Arquivos #tanaarea #economia #baguncou #pandemia #brasil - Tá na Área</title>
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	<description>Mais que notícia, informação!</description>
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		<title>Como a pandemia &#8216;bagunçou&#8217; a economia brasileira em 2020</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Dec 2020 23:01:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea #economia #baguncou #pandemia #brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pandemia de coronavírus derrubou a economia global em 2020 – e o Brasil não ficou imune ao abalo provocado pelas restrições impostas à atividade econômica, pela queda na renda das famílias e pelos adiamentos de investimentos e projetos empresariais e pessoais. Veja abaixo as principais consequências da crise no Produto Interno Bruto (PIB), no mercado de trabalho, nas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/economia/como-a-pandemia-baguncou-a-economia-brasileira-em-2020/">Como a pandemia &#8216;bagunçou&#8217; a economia brasileira em 2020</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A pandemia de <a href="https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/">coronavírus</a> derrubou a economia global em 2020 – e o Brasil não ficou imune ao abalo provocado pelas restrições impostas à atividade econômica, pela queda na renda das famílias e pelos adiamentos de investimentos e projetos empresariais e pessoais.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>Veja abaixo as principais consequências da crise no </strong><a href="http://g1.globo.com/economia/pib-o-que-e/"><strong>Produto Interno Bruto</strong></a><strong> (PIB), no mercado de trabalho, nas contas públicas e em outros indicadores da economia brasileira:</strong></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="4">
<div class="content-intertitle">
<h2>Impactos na indústria, comércio e serviços</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A necessidade de isolamento social para conter o avanço da Covid-19 fez os principais setores da economia entrarem em queda livre. A princípio, a indústria foi mais prejudicada, pois somou uma redução brusca de demanda com a paralisação da produção.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="68" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mas, a partir do ponto mais crítico da crise, entre abril e maio, cada setor teve uma retomada em dinâmicas diferentes. Com as políticas de incentivo fiscal e preservação do emprego criadas pelo governo federal, beneficiaram-se a indústria e o comércio de bens. <span class="highlight highlighted">O grande vencedor foi o comércio eletrônico, que registrou altas recordes de faturamento mês a mês e a adesão de novos clientes em ambiente digital.</span></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><img decoding="async" src="https://s2.glbimg.com/NgzKlZNoS19KYPI-qkLGf1YLFYY=/0x0:1340x1040/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/A/a/N1vnmqR8KbbxZdtvFXbg/9g1on-evolu-o-da-ind-stria-com-rcio-e-servi-os-em-2020.png" alt="Evolução da indústria, comércio e serviços em 2020 — Foto: G1 Economia" /></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Já o setor de serviços ficou para trás — caso de bares, restaurantes, turismo e tantas outras atividades que demandam a presença do consumidor.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="40" data-block-id="10">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;A mudança de padrão de consumo das famílias fez da recuperação muito desigual. O varejo atingiu níveis muito maiores que o pré-pandemia e deve cair quando houver segurança para consumir serviços&#8221;, afirma Juan Jensen, economista e sócio da 4E Consultoria.</p></blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para Jensen, a chegada da vacina deve reposicionar as curvas de cada setor mais ao centro, já que não haverá uma ampliação da massa salarial em 2021. Conforme a economia se normaliza,<strong> haverá uma queda inicial do comércio e alta mais vigorosa dos serviços.</strong></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="12">
<div class="content-intertitle">
<h2>Consumo</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As principais medidas de resgate tomadas pelo governo durante a crise focaram no incentivo ao consumo. Além do <a href="https://g1.globo.com/economia/auxilio-emergencial/">Auxílio Emergencial</a>, que despejou sozinho mais de R$ 300 bilhões na economia, houve a permissão de <a href="https://g1.globo.com/economia/saque-fgts/">saque do FGTS emergencial</a>, que tentou recompor as perdas de renda da população com a pandemia.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Pelos cálculos da 4E Consultoria, ainda haverá queda da massa efetiva de renda da ordem de 4,9% em relação ao ano passado. <span class="highlight highlighted">Mas, não fossem as medidas de incentivo, a redução seria de 12,6%.</span></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As medidas foram fundamentais para resultados tão positivos como os do comércio. Como houve restrição mais severa do consumo de serviços, surgiram dois efeitos: maior concentração de gastos em itens básicos e <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/12/04/depositos-na-poupanca-superam-saques-em-r-147-bilhao-em-novembro.ghtml">crescimento da taxa de poupança</a>.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="45" data-block-id="18">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;Para famílias mais pobres, o Auxílio Emergencial triplica a renda e valeu para intensificar compras no mercado, por exemplo. Para quem ganha um pouco mais, a flexibilização da circulação ajudou a aumentar a renda&#8221;, afirma André Braz, economista do Instituto Brasileiro de Economia da FGV.</p></blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Pelos cálculos do Ibre/FGV, a procura por alimentos e a desvalorização cambial fez subir, em média, 67% dos custos de produtividade industrial, trazendo de volta as preocupações com a inflação. <em>(leia mais abaixo)</em></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Não há estrutura produtiva que aguente. Temos visto um espalhamento maior do aumento de preço em bens duráveis, vestuário, eletrodomésticos etc.&#8221;, afirma.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="21">
<div class="content-intertitle">
<h2>Inflação</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="70" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O descompasso entre oferta e demanda, a desvalorização do real e a retomada econômica da China resultaram em uma combinação perversa para a inflação em 2020. Os analistas consultados pelo relatório Focus, do Banco Central, estimam que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) vai <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/12/07/mercado-financeiro-eleva-estimativa-de-inflacao-para-421percent-em-2020-acima-da-meta-central.ghtml">encerrar 2020 acima do centro da meta do governo, de 4%</a>. No auge da crise, em junho, a projeção era pouco superior a 1,5%.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com as medidas de distanciamento social, o Brasil enfrentou inicialmente uma crise de oferta, seguida por uma de demanda. As empresas tiveram de paralisar parte ou toda a produção, e a renda de boa parte da população foi interrompida.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com o <a href="https://g1.globo.com/economia/auxilio-emergencial/">Auxílio Emergencial</a>, o país conseguiu retomar a demanda, mas sem que a produção das empresas acompanhasse o mesmo ritmo — resultando em alta dos preços em vários grupos da economia, sobretudo em alimentos e bens industriais.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="31" data-block-id="27">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;Vários setores ficaram com uma oferta desbalanceada e com pouca capacidade de responder de forma rápida a uma volta da demanda”, afirma o sócio e economista da Kairós Capital, André Loes.</p></blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="64" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nesse cenário de descompasso, somaram-se ainda a desvalorização do real e a pressão de custo das matérias-primas, influenciadas pelo mercado doméstico e também por uma demanda crescente da China. O gigante asiático é um grande importador de commodities do Brasil — minério de ferro e soja, por exemplo —, e qualquer aumento de compra externa tem potencial para provocar uma alta de preços internamente.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="24" data-block-id="29">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;A retomada da China foi robusta e provocou uma &#8216;minibolha&#8217; nos preços de commodities&#8221;, afirma o CEO da Fator Administração de Recursos, Paulo Gala.</p></blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="65" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além da crise sanitária, a perda de valor da moeda brasileira tem como pano de fundo as incertezas dos investidores com o rumo das contas públicas. O impacto dessa desvalorização <a href="https://g1.globo.com/podcast/educacao-financeira/noticia/2020/09/14/educacao-financeira-106-entenda-a-alta-do-igp-m-e-o-impacto-na-sua-vida.ghtml">fica evidente no IGP-M (Índice Geral de Preços &#8211; Mercado)</a>. Conhecido como a inflação do aluguel e muito sensível ao comportamento do dólar, <strong>o IGP-M deve terminar este ano com uma alta superior a 20%</strong>.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="33">
<div class="content-intertitle">
<h2>Mercado de trabalho</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="34">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mesmo com as medidas de auxílio lançadas pelo governo, a taxa de desemprego veio renovando recordes desde julho no país, à medida que os trabalhadores que perderam sua ocupação na pandemia passaram a buscar um emprego após o relaxamento das medidas de restrição e redução do valor do Auxílio Emergencial.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="35">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com o último dado oficial, o <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/10/30/desemprego-no-brasil-sobe-para-144percent-em-agosto-diz-ibge.ghtml">desemprego saltou para 14,6% no 3º trimestre encerrado em setembro, afetando 14,1 milhões de brasileiros</a>, com uma perda de 11,3 milhões de postos de trabalho em 12 meses e com mais da metade da população em idade para trabalhar sem ocupação.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><img decoding="async" src="https://s2.glbimg.com/tiNH9o4WO2xp4GGan-OhDREdqjw=/0x0:1340x880/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/u/E/P7nXMzRPOcBu02ALqadw/tslpf-evolu-o-da-taxa-de-desemprego.png" alt="Evolução da taxa de desemprego — Foto: Economia G1" /></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="37">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Entre os trabalhadores com carteira assinada que conseguiram manter os empregos, quase 10 milhões (cerca de um terço do total) tiveram <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/10/14/mais-de-97-milhoes-de-trabalhadores-ja-tiveram-jornada-reduzida-ou-contrato-suspenso.ghtml">redução de jornada e salário ou suspensão do contrato de trabalho</a>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="38">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os<a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/11/27/desemprego-no-brasil-atinge-146percent-no-trimestre-encerrado-em-setembro.ghtml"> mais afetados pela pandemia foram os informais</a>. Em outubro, o<a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/11/26/brasil-abre-394-mil-empregos-formais-em-outubro-melhor-saldo-para-o-mes-em-29-anos.ghtml"> país registrou o 4º mês seguido em que as contratações com carteira assinada superaram as demissões</a>. No acumulado dos 10 primeiros meses deste ano, porém, houve a perda de 171.139 empregos formais.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="39">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com a recuperação ainda tímida do mercado de trabalho, o <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/12/04/cerca-de-32-milhoes-de-domicilios-tiveram-apenas-renda-do-auxilio-emergencial-em-outubro-aponta-ipea.ghtml">rendimento médio do brasileiro correspondeu em outubro a 92,8% da renda média habitual</a>, com os trabalhadores por conta própria sendo os mais atingidos pela queda de renda em razão da natureza da atividade, mais dependente de contato presencial e da retomada de uma rotina sem restrições.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="41">
<div class="content-intertitle">
<h2>Explosão da dívida pública</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="66" data-block-id="42">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/10/30/com-pandemia-governo-preve-rombo-acima-de-r-900-bilhoes-nas-contas-publicas-em-2020.ghtml">gastos federais anunciados para combater os efeitos da pandemia já somam R$ 615 bilhões</a>, segundo o Tesouro Nacional. A resposta do governo para a crise garantiu algum alívio para empresas e trabalhadores que se viram, de uma hora para a outra, sem renda. Mas também <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/11/17/risco-fiscal-entenda-o-que-e-e-saiba-por-que-a-piora-das-contas-publicas-preocupa-e-pode-atrapalhar-a-retomada-da-economia.ghtml">provocou uma explosão da dívida pública, elevando as preocupações sobre a saúde das contas públicas</a> e sustentabilidade fiscal do Brasil.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="43">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A dívida bruta do setor público, que no final do ano passado estava em 75,8% do PIB (Produto Interno Bruto), <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/11/30/apos-8-meses-de-rombo-contas-publicas-tem-superavit-de-r-295-bilhoes-em-outubro.ghtml">superou em 2020 a marca inédita 90% do PIB</a>. E tende a continuar em trajetória de alta diante da perspectiva de recuperação lenta da economia e incertezas sobre a aprovação de reformas estruturais.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="56" data-block-id="44">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>“A pandemia foi um choque fiscal de tal magnitude que exigiria um choque de credibilidade e de atuação por parte do governo, que não foi visto e acho difícil de ver acontecer pela frente”, diz Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados, criticando a falta de um plano crível e executável de estabilização da trajetória da dívida.</p></blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="45">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em relatório sobre o Brasil divulgado no começo de dezembro, o FMI (Fundo Monetário Internacional), projeta que a<a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/12/02/recuperacao-robusta-depende-de-reformas-alerta-fmi-em-relatorio-anual-sobre-o-brasil.ghtml"> dívida pública bruta irá saltar para 100% do PIB</a> e que continuará elevada no médio prazo.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><img decoding="async" src="https://s2.glbimg.com/GUJWNeSJ2MnzjbVi-zFrjr3laDU=/0x0:1340x880/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/u/C/YBAeobTrur5NmLJ8djqQ/hr6rx-piora-nas-contas-p-blicas.png" alt="Piora nas contas públicas — Foto: Economia G1" /></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="66" data-block-id="48">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No acumulado no ano até outubro, as contas do setor público consolidado apresentaram <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/11/30/apos-8-meses-de-rombo-contas-publicas-tem-superavit-de-r-295-bilhoes-em-outubro.ghtml">déficit primário de R$ 632,9 bilhões</a>, caminhando para o pior ano já registrado na série histórica do Banco Central e o 7º ano seguido com as despesas do governo superando as receitas de impostos e contribuições. Pelas projeções atuais do mercado, o Brasil só deverá voltar a registrar superávits a partir de 2026.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="49">
<div class="content-intertitle">
<h2>Investimentos</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="50">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A pandemia afetou o rumo dos investimentos no Brasil. Sem uma clareza de quando a crise sanitária vai ser plenamente superada e a economia vai poder retomar a sua plena capacidade, os empresários postergaram qualquer tipo de plano de expansão neste ano.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="51">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No terceiro trimestre, os investimentos até cresceram 11%, mas não conseguiram superar a queda de 16,5% no trimestre anterior. <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/12/03/apos-tombo-pib-do-brasil-cresce-77percent-no-3o-trimestre.ghtml">No acumulado do ano, a queda é de 5,5%</a>.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="54">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Há ainda a incerteza fiscal. Com a pandemia, o endividamento do governo deve se aproximar de 100% do PIB neste ano, um patamar considerado alto para uma economia emergente como a brasileira.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="68" data-block-id="55">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A principal dúvida na área fiscal é se o governo vai manter o teto de gastos, que limita o crescimento das despesas à inflação do ano anterior. Na leitura do mercado, uma eventual deterioração das contas públicas pode levar a uma fuga de investidores do país, o que provocaria uma depreciação do câmbio e um consequente aumento da taxa básica de juros – hoje em 2% ao ano.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Juros mais altos encarecem a tomada de crédito pelas empresas para realizar novos investimentos.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="60">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O baixo volume de investimentos no país em 2020 refletiu também a maior dificuldade do governo em avançar na sua agenda de privatizações e concessões, com muitos leilões sendo adiados e <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/12/02/governo-preve-9-privatizacoes-em-2021-entre-elas-correios-e-eletrobras.ghtml">virando agora promessa para 2021 e 2022</a>.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A<a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/09/27/com-pandemia-e-plano-de-privatizacoes-empacado-leiloes-do-governo-agora-sao-promessa-para-2021-e-2022.ghtml"> lista de promessas frustradas</a> no ano inclui, entre outros, o leilão do 5G, 22 aeroportos, 6 rodovias, 2 ferrovias e a venda de ao menos 6 estatais, incluindo a privatização da Eletrobras.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em novembro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/11/10/guedes-se-diz-bastante-frustrado-por-nao-ter-conseguido-vender-uma-estatal-em-2-anos-de-governo.ghtml">admitiu estar &#8220;bastante frustrado&#8221;</a> por não ter conseguido concluir a venda de nenhuma estatal em 2 anos de governo.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A privatização mais aguardada continua sendo a da Eletrobras, que é avaliada em cerca de R$ 60 bilhões e depende de aval do Congresso para ter seu controle transferido para o setor privado.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">G1Economia</p>
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<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/economia/como-a-pandemia-baguncou-a-economia-brasileira-em-2020/">Como a pandemia &#8216;bagunçou&#8217; a economia brasileira em 2020</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
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