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	<title>Arquivos #tanaarea #covid #mata #idoso #69anos #se #nega #tomar #vacina #mg - Tá na Área</title>
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		<title>Diretora brasileira da OMS diz que mundo está vivendo quarta onda da Covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Cosme]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Nov 2021 12:26:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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<p>O mundo está entrando em uma quarta onda da pandemia da Covid-19. A avaliação é da diretora-geral adjunta de acesso a medicamentos e produtos farmacêuticos da Organização Mundial da Saúde (OMS), a brasileira Mariângela Simão. Ela abordou a situação da pandemia em conferência na abertura no Congresso Brasileiro de Epidemiologia nessa terça-feira (24).</p>
<p>“Estamos vendo a ressurgência de casos da covid-19 na Europa. Tivemos nas últimas 24 horas mais de 440 mil novos casos confirmados. E isso que há subnotificação em vários continentes. O mundo está entrando em uma quarta onda, mas as regiões têm tido um comportamento diferente em relação à pandemia”, declarou Mariângela Simão.</p>
<p>Segundo ela, o vírus continua evoluindo com variantes mais transmissíveis. Mas em razão da vacinação houve uma dissociação entre casos e mortes, pelo fato da vacinação ter reduzido os óbitos decorrentes da covid-19. Ela lembrou que a imunização reduz as hospitalizações mas não interrompe a transmissão.</p>
<p>A diretora avaliou que os novos picos na Europa se devem à abertura e flexibilização das medidas de distanciamento no verão, além do uso inconsistente de medidas de prevenção em países e regiões.</p>
<p>“O aumento da cobertura vacinal não influencia na higiene pessoal, mas tem associação com diminuição do uso de máscaras e distanciamento social. Além disso, há desinformação, mensagens contraditórias que são responsáveis por matar pessoas”, pontuou a diretora-geral adjunta da OMS.</p>
<p>Um problema grave, acrescentou, é a desigualdade no acesso às vacinas no mundo. “Foram aplicadas mais de 7,5 bilhões de doses. Em países de baixa renda, há menos de 5% das pessoas com pelo menos uma dose. Um dos fatores foi o fato de os produtores terem feito acordos bilaterais com países de alta renda e não estarem privilegiando vacinas para países de baixa renda”, analisou.</p>
<p>Outro obstáculo é a concentração em poucos países que dominam tecnologias utilizadas para a produção de vacinas, como o emprego do RNA mensageiro, como no caso do imunizante da Pfizer-BioNTech.</p>
<p>Mariângela Simão considera que o futuro da pandemia depende de uma série de fatores. O primeiro é a imunidade populacional, resultante da vacinação e da imunização natural. O segundo é o acesso a medicamentos. O terceiro é como irão se comportar as variantes de preocupação e do quão transmissíveis elas serão.</p>
<p>O quarto é a adoção de medidas sociais de saúde pública e a aderência da população a essas políticas. “Onde medidas de saúde pública são usadas de forma inconsistente os surtos continuarão a ocorrer em populações suscetíveis”, projetou.</p>
<p>A diretora da OMS defendeu que além das medidas de prevenção é preciso assegurar a equidade no acesso a vacinas, terapias e testagens. “É vacinas, mas não somente vacinas”, resumiu.</p>
<p><strong>Américas e Brasil<br />
</strong>Ao avaliar a situação das Américas e do Brasil, Mariângela Simão afirmou que as Américas vêm tendo um comportamento de transmissão comunitária continuada, com ondas repetidas.</p>
<p>Quanto ao Brasil, ela avaliou que o programa de vacinação está andando bem. Mas, a partir da situação na Europa, se mostrou receosa com o futuro da pandemia no Brasil pelas discussões em curso sobre o carnaval.</p>
<p>“Me preocupa quando vejo no Brasil a discussão sobre o Carnaval. É uma condição extremamente propícia para aumento da transmissão comunitária. Precisamos planejar as ações para 2022”, alertou.</p>
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		<title>Covid mata idoso de 69 anos que recusou vacina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Nov 2021 22:45:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O município de São Sebastião do Paraíso registrou na quinta-feira (11/11) o primeiro caso de morte por complicações da covid-19 após um intervalo de 44 dias sem óbito. A vítima é um homem de 69 anos que não apresentava comorbidades, mas que se recusou a tomar a vacina contra o coronavírus. Apesar de todo o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O município de São Sebastião do Paraíso registrou na quinta-feira (11/11) o primeiro caso de morte por complicações da covid-19 após um intervalo de 44 dias sem óbito. A vítima é um homem de 69 anos que não apresentava comorbidades, mas que se recusou a tomar a vacina contra o coronavírus.</p>
<p class="texto">Apesar de todo o chamamento e trabalho de conscientização, pessoas ainda ignoram que a vacinação é a forma mais eficaz de frear a contaminação e o surgimento de novas variantes da doença.</p>
<p class="texto">Segundo os especialistas, apenas a imunização em massa protege todas as pessoas da comunidade e diminui o risco de contágio.</p>
<p>De 27 de setembro até 10 de novembro, foram 44 dias sem registros de falecimento provocado pela COVID-19.</p>
<p class="texto">No período, não houve registro de mortes em decorrência da doença em outubro. Antes, São Sebastião do Paraíso estava com 277 casos.</p>
<p class="texto">Em 30 de setembro, foram totalizadas três ocorrências de paraisenses que faleceram em Ribeirão Preto (SP), vítimas da doença. As mortes estavam sob investigação e ocorreram nos dias 14 de julho e 2 e 3 de agosto.</p>
<p class="texto">Com a ocorrência de ontem, conforme Boletim Epidemiológico divulgado pela prefeitura, São Sebastião do Paraíso agora tem 281 casos de óbitos por COVID-19, desde o início da pandemia.</p>
<p>O município registrou a primeira morte ocasionada por complicações do coronavírus confirmada por exame laboratorial em 16 de abril de 2020. A vítima era uma mulher de 72 anos, que apresentava comorbidades.</p>
<p class="texto">Conforme o Vacinômetro da Secretaria Estadual da Saúde de Minas Gerais, hoje, às 16h, São Sebastião do Paraíso tinha 53.638 pessoas vacinadas com primeira dose.</p>
<p class="texto">Outras 42.227 receberam a segunda dose e 1.396 foram imunizadas com dose única, além de 3.739 que tomaram a dose de reforço.</p>
<p>Números da pandemia em São Sebastião do Paraíso</p>
<p class="texto">De acordo com boletim epidemiológico divulgado no fim da tarde de ontem, São Sebastião do Paraíso contava com 21.125 notificações, 7.261 casos confirmados e 281 óbitos.</p>
<p>Na Santa Casa de Misericórdia de São Sebastião do Paraíso a taxa de ocupação na enfermaria COVID era de 2,12% e na UTI, 10%.</p>
<p>Correio Braziliense</p>
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