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	<title>Arquivos #tanaarea #coronavirus #brasil - Tá na Área</title>
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	<description>Mais que notícia, informação!</description>
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		<title>Modelo matemático aponta colapso do sistema de saúde a partir de 21 de abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2020 11:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea #coronavirus #brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Essa é a projeção de um modelo matemático criado por um grupo de seis pesquisadores das áreas de Física e Medicina ligados às universidades federais de Alagoas e do Rio Grande do Norte, à Santa Casa de Maceió, ao Centro de Testagem e Acolhimento de HIV/AIDS de Itaberaba (BA) e à Escola Superior de Ciências [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é a projeção de um modelo matemático criado por um grupo de seis pesquisadores das áreas de Física e Medicina ligados às universidades federais de Alagoas e do Rio Grande do Norte, à Santa Casa de Maceió, ao Centro de Testagem e Acolhimento de HIV/AIDS de Itaberaba (BA) e à Escola Superior de Ciências da Saúde, em Brasília.</p>
<p>O <a href="https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2020.04.03.20052498v2" target="_top">estudo</a>, publicado no dia 3 de abril, foi submetido a publicação internacional e é preliminar, ou seja, ainda não foi avaliado por pares &#8211; mas mostrou aderência aos dados reais pelo menos até o último dia 15 de abril: a evolução do número de mortos divulgados pelo Ministério da Saúde (um indicador com menor subnotificação do que o volume total de casos e, por isso, mais confiável) tem sido consistente com as previsões apontadas pela equipe e usadas como base para o cálculo da utilização dos leitos de UTI nos hospitais.</p>
<p>O trabalho leva em consideração ainda as medidas de distanciamento social atualmente vigentes &#8211; a chamada &#8220;quarentena voluntária&#8221; -, seu impacto na redução da transmissão da doença e o percentual médio de infectados que precisam ser internados nas unidades de terapia intensiva por apresentarem quadros mais graves de infecção nos pulmões.</p>
<h3>País ainda não tem dados nacionais sobre ocupação de UTIs</h3>
<p>Na última terça-feira (14/04), o Ministério da Saúde informou que estabelecimentos de saúde públicos e privados nos 26 Estados e Distrito Federal passariam a ter de registrar em um sistema unificado as internações hospitalares dos casos suspeitos e confirmados de <a href="https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2020/01/25/tire-suas-principais-duvidas-sobre-o-coronavirus-que-se-espalha-pelo-mundo.htm" target="_top">coronavírus</a>.</p>
<p>O &#8220;censo hospitalar&#8221;, segundo a pasta, servirá para avaliar o consumo dos leitos da rede assistencial e a média de permanência dos usuários. O primeiro balanço deve sair na próxima semana.</p>
<p>Até então, o país não tem um dado nacional consolidado sobre a utilização dos leitos de UTI. Os números têm sido divulgados de forma desordenada pelos Estados &#8211; alguns com atualizações diárias e outros com notificações esporádicas e incompletas sobre as taxas de ocupação.</p>
<p>Em São Paulo, que concentra o maior número de mortos e infectados, o primeiro hospital atingiu nesta quarta (15/04) 100% de ocupação de leitos de UTI, o Instituto de Infectologia Emilio Ribas, como informou o secretário estadual da Saúde, José Henrique Germann, em coletiva de imprensa.</p>
<p>Os dados da plataforma da secretaria abastecidos pelos hospitais no Estado não estão disponíveis para consulta. No último dia 14, contudo, a pasta informou que quatro hospitais tinham mais de 70% da capacidade utilizada: Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (77%), Hospital Municipal do Tatuapé (77%), Conjunto Hospitalar do Mandaqui (76%) e Santa Casa de São Paulo (71%).</p>
<p>Como os dados nacionais sobre o uso de leitos de UTI ainda não estão disponíveis, o grupo de pesquisadores utilizou como parâmetro inicial uma <a href="http://www.ans.gov.br/images/stories/prestadores/E-EFI-03.pdf" target="_blank" rel="noopener">pesquisa</a> da Agência Nacional de Saúde Suplementar de 2013 com o grau de utilização médio desses leitos no país e, em paralelo, os <a href="http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?cnes/cnv/leiutibr.def" target="_blank" rel="noopener">dados disponíveis no Datasus</a> com a capacidade instalada na rede pública e privada no país.</p>
<p>São cerca de 60 mil leitos &#8211; esse total contabiliza, entretanto, unidades que não estão disponíveis para tratamento de covid-19, como UTIs neonatal, o que foi levado em conta pelos pesquisadores.</p>
<p>A partir das premissas, o modelo aponta uma saturação do sistema por volta do dia 21 de abril. O físico Askery Canabarro, um dos autores do estudo, ressalta que o resultado reflete um dado consolidado para o país e não quer dizer, por isso, que todas as UTIs estarão ocupadas necessariamente nesta data.</p>
<p>De um lado, a distribuição dos leitos pelo território nacional é desigual &#8211; 26% do total, ou 15,7 mil, estão em São Paulo. De outro, a evolução da doença tem afetado algumas áreas mais do que outras.</p>
<p>&#8220;Há Estados mais ou menos vulneráveis&#8221;, ele destaca.</p>
<p>A intenção dos pesquisadores era avaliar se as medidas tomadas até o momento para tentar evitar o colapso do sistema de saúde eram suficientes, à semelhança do que fizeram pesquisadores do Imperial College London, que apresentaram em meados de março um modelo matemático que levou o Reino Unido a mudar sua estratégia contra a pandemia.</p>
<p>&#8220;A gente já fez muito, mas infelizmente precisamos fazer mais&#8221;, avalia Canabarro, que acaba de concluir o pós-doutorado em Física.</p>
<p>O Amazonas, que assistiu a um aumento vertiginoso no número de mortes pela doença na última semana, é hoje o ente da federação em que o sistema de saúde está mais próximo da falência. O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto (PSDB), chegou a afirmar na semana passada que a capital não tinha mais como atender a demanda.</p>
<p>O Estado registra o maior coeficiente de incidência de covid-19 por habitante, seguido por Amapá, Distrito Federal, São Paulo, Ceará e Rio de Janeiro. Nos seis, o indicador está pelo menos 50% acima da média nacional &#8211; parâmetro utilizado pelo Ministério da Saúde para classificar a situação como estado de emergência.</p>
<h3>Mais de 3 milhões de infectados</h3>
<p>As projeções do modelo desenvolvido pelo grupo de pesquisadores apontam para um número total de infectados de 3,15 milhões, com 393 mil mortos em um período que não está predeterminado, mas que, segundo o pesquisador, se concentraria em alguns meses.</p>
<p>Ele ressalta, entretanto, que esse é o cenário de &#8220;inércia&#8221;, caso as medidas atuais não sejam endurecidas &#8211; e que leva em conta <a href="https://www.google.com/covid19/mobility/" target="_blank" rel="noopener">dados compilados pelo Google</a> sobre o deslocamento das pessoas em diferentes cidades, apontando uma taxa de isolamento média de 50%.</p>
<p>Canabarro acredita, entretanto, que o Brasil pode repetir a trajetória de outros países: à medida que o volume de mortos crescer, as regiões mais afetadas farão quarentenas mais restritivas, que diminuirão a incidência da doença e, por consequência, o número de mortos.</p>
<p>Os pesquisadores também fizeram projeções para cenários alternativos para avaliar a efetividade das medidas tomadas até agora. Caso não houvesse qualquer tipo de restrição de deslocamento, por exemplo, o número total de infectados seria de 30,47 milhões, com 1,45 milhão de mortos.</p>
<p>Em um cenário de isolamento vertical como aquele defendido pelo presidente <a href="https://noticias.uol.com.br/politica/governo-bolsonaro/" target="_top">Jair Bolsonaro</a>, com distanciamento social apenas daqueles com mais de 60 anos, seriam cerca de 26 milhões de infectados e 723 mil mortos.</p>
<p>Uol</p>
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		<title>Associação Brasileira dos Agentes Digitais realizou um levantamento para medir os impactos da pandemia do COVID-19 no ecossistema de marketing digital brasileiro</title>
		<link>https://www.tanaarea.com.br/brasil/associacao-brasileira-dos-agentes-digitais-realizou-um-levantamento-para-medir-os-impactos-da-pandemia-do-covid-19-no-ecossistema-de-marketing-digital-brasileiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 14:53:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea #coronavirus #brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ABRADi – Associação Brasileira dos Agentes Digitais realizou um levantamento com seus associados para medir os impactos da pandemia do COVID-19 no ecossistema de marketing digital brasileiro. 54 agentes digitais participaram no estudo entre os dias 03 e 08 de abril. A pesquisa apontou que 80% dos agentes já tiveram pelo menos um contrato [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>A ABRADi – Associação Brasileira dos Agentes Digitais realizou um levantamento com seus associados para medir os impactos da pandemia do COVID-19 no ecossistema de marketing digital brasileiro. 54 agentes digitais participaram no estudo entre os dias 03 e 08 de abril.</div>
<div>
<p>A pesquisa apontou que 80% dos agentes já tiveram pelo menos um contrato de prestação de serviços com escopo de trabalho reduzido. 17% das empresas acusaram um golpe ainda mais duro com mais de quatro contratos renegociados desde o início da crise. O número de agentes com contratos cancelados foi significativamente menor, 54%, o que demonstra que os anunciantes e agências estão negociando alternativas para manutenção dos negócios, ainda que isso possa significar uma expressiva redução no volume de serviços oferecidos.</p>
<p>Como consequência 62% das empresas projetam uma redução entre 10% a 30% no faturamento de abril. Os agentes de menor porte por sua vez esperam um cenário mais pessimista, mais de um terço dos associados com menos de 30 funcionários acredita que o impacto neste período será superior a 30%, o que tornaria sua sobrevivência financeira ainda mais crítica.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-101948" src="https://www.tanaarea.com.br/site/wp-content/uploads/2020/04/unnamed-5.jpg" alt="" width="852" height="424" /></p>
<p>Mas nem todos os serviços digitais estão sendo impactados da mesma maneira. Cortes mais significativos foram apontados na produção de vídeos e no agenciamento de mídia digital. Por outro lado, os próprios agentes enxergam oportunidades em serviços de e-commerce e de social media, o que indica que a diversificação do portifólio de serviços pode ser uma alternativa viável para contornar os efeitos da crise. Todas as marcas estão buscando alternativas para aumentar a presença digital e a digitalização dos seus produtos e serviços. A transformação digital que antes era uma estratégia de negócios, agora é uma estratégia de sobrevivência. Os agentes digitais que ajudarem as empresas a cruzarem este caminho, poderão construir novos negócios durante a crise.</p>
<p>Outro dado importante apontado neste levantamento é que os agentes estão resistindo ao corte de funcionários, apesar de já estarem sob os efeitos negativos da crise. 85% dos participantes alegaram que ainda não fizeram demissões e apenas 6% demitiram mais do que quatro colaboradores. Este efeito pode ser avaliado sob dois ângulos distintos. As empresas estão fazendo contas e perceberam que pode custar mais caro demitir seus talentos e posteriormente ter que substituí-los. Além disso os agentes digitais e as empresas dos demais setores produtivos estão conscientes do papel social do empregador na busca pela manutenção do trabalho para enfrentamento da crise.</p>
<p>Este levantamento foi operacionalizado pela ABRADi com o apoio técnico do Daniel Gaz, sócio na DGAZ Marketing e líder do Comitê de SEO da ABRADi e encontra-se disponível em <a href="https://abradi.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Relatorio-levantamento-COVID19.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://abradi.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Relatorio-levantamento-COVID19.pdf&amp;source=gmail&amp;ust=1586974660110000&amp;usg=AFQjCNFPgqGeh8aqgo6FqSCZYHJuQ0RzOA">Impactos da COVI 19 no mercado digital</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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		<title>Manicures tentam manter renda na quarentena, mas procura cai</title>
		<link>https://www.tanaarea.com.br/economia/manicures-tentam-manter-renda-na-quarentena-mas-procura-cai/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2020 19:55:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea #coronavirus #brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manicure há 17 anos, Graziele Rosa Cândida, moradora do Tatuapé, na zona leste de São Paulo, atendia cerca de oito clientes por dia. Desde o início da quarentena no estado de São Paulo, decretada no dia 24 de março, ela tenta manter a renda da família atendendo apenas uma pessoa por dia. “Nessa época de quarentena estou mais em casa mesmo, mas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Manicure há 17 anos, Graziele Rosa Cândida, moradora do Tatuapé, na zona leste de São Paulo, atendia cerca de oito clientes por dia. Desde o início da quarentena no estado de São Paulo, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-03/doria-restringe-comercio-e-decreta-quarentena-em-sp-partir-de-terca" target="_blank" rel="noopener">decretada no dia <span id="OBJ_PREFIX_DWT1899_com_zimbra_date" role="link">24 de mar</span>ço</a>, ela tenta manter a renda da família atendendo apenas uma pessoa por dia.</p>
<p>“Nessa época de quarentena estou mais em casa mesmo, mas pedi uma ajuda para todas as minhas clientes fixas para que mantivessem o pagamento do pacote, pelo menos. Quem quer fazer a unha estou indo atender, mas é esporadicamente, uma cliente por dia, duas no máximo. Estou mantendo a casa dessa forma. Meu marido é músico, também depende de renda, mas a área dele vai ser a última a se restabelecer. Então, no momento, sou eu mesma”, lamenta.</p>
<p>Como ela, a manicure Nubia Andrade, também do Tatuapé, não atende em salão, e trabalha na própria casa fazendo as unhas das clientes. Mas a procura pelos serviços caiu e ela já não tem renda para sustentar sozinha a casa em que mora com o filho de 12 anos.</p>
<p>“Estou há mais de 20 dias sem atender ninguém, a maioria das minhas clientes são senhoras, elas não querem e não podem me receber e assim não estou trabalhando. O pouco do dinheiro que eu tinha já gastei com comida.  A minha irmã me deu uma ajuda financeira, mas também não pode me ajudar muito”.</p>
<p>Nubia está ansiosa pelo fim do período de isolamento social. “Espero que a partir do dia 22 de abril, a gente possa voltar a trabalhar sem medo e todo mundo em paz”. Núbia pediu a renda básica emergencial de R$ 600 oferecida pelo governo. “Mas ainda está em análise, não recebi o valor da ajuda.”</p>
<p>Em situação semelhante está a manicure Claudineia Souza, da Vila Matilde, também na capital paulista. “Atendo em domicílio e na minha casa, a maioria das clientes não está vindo, estou atendendo uns 20% do habitual. Estou vivendo de doação e ajuda de familiares e amigos. Meu aluguel e minhas contas estão atrasados”. Ela também espera pelo rápido fim do período de isolamento. “Espero que melhore logo porque cada vez que passa o tempo a situação vai ficando cada vez mais difícil né?”.</p>
<p>Já a manicure Rosana de Lima Ferreira, de Muriaé, no interior de Minas Gerais, disse que, em 14 anos de profissão, nunca passou por um período semelhante. “Para quem atendia das 7h às 20h, de <span id="OBJ_PREFIX_DWT1901_com_zimbra_date" role="link">segunda</span> a <span id="OBJ_PREFIX_DWT1902_com_zimbra_date" role="link">sábado</span>, mudou muito. Tem dia que eu atendo uma cliente, tem dia que não aparece nenhuma. A minha renda caiu muito. Até agora, tenho me segurado com o que tinha recebido. Agora, para o mês em diante, não sei o que vou fazer se continuar”.</p>
<h2>Mercado crescente</h2>
<p>Impulsionado pelo hábito das brasileiras de frequentar salão de beleza semanalmente, o mercado de estética vinha crescendo a uma média anual de 4,1% nos últimos dez anos, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), Para este ano, a previsão da entidade era de crescimento de 6%, mas a realidade de uma pandemia acompanhada das medidas de isolamento mudaram o cenário.</p>
<p>“Acredito que o futuro vai começar do zero para muitos de nós, autônomos, que trabalham nessa área. Acho que o ano inteiro já quebrou, para muitos”, lamenta a manicure Tatiana Petrovic. “Espero que descubram logo um remédio, porque o vírus não vai evaporar, ele vai existir e para a gente que trabalha com o público em um contato bem físico, nós precisamos <span id="OBJ_PREFIX_DWT1903_com_zimbra_date" role="link">ter</span> cuidado, sempre um ‘pé atrás’ daqui por diante”, destacou Tatiana.</p>
<h2>Campanha</h2>
<p>Para ajudar essas e tantas outras manicures que sentem, no bolso, os efeitos da quarentena no país, grandes marcas de esmaltes se uniram em uma campanha que pretende apoiar com uma renda mínima 2 mil profissionais da beleza em todo o país.</p>
<p>Idealizada pela 3,2,1 Beauty, empresa que fornece serviços de beleza e bem-estar em escritórios corporativos, a campanha Beleza de Mãos Dadas pretende arrecadar fundos por meio de crowdfunding.</p>
<p>“Com a pandemia de covid-19, as profissionais de beleza autônomas são altamente impactadas, vendo suas demandas de trabalho e faturamento zerarem em meio a quarentena decretada. Em sua grande maioria, são mulheres, chefes de família, que não têm uma reserva de caixa e se encontram em uma situação vulnerável. Por isso, idealizamos este movimento e unimos nomes importantes do setor para ajudarmos as profissionais neste período difícil”, conta Cecilia Ribeiro, fundadora da 3,2,1 Beauty.</p>
<p>“Já que não podemos dar as mãos fisicamente, vamos ajudar virtualmente” &#8211; é o convite que o movimento faz ao público, por meio do financiamento coletivo, que já está <a href="https://www.catarse.me/belezademaosdadas" target="_blank" rel="noopener">disponível na plataforma Catarse</a>. A meta é chegar a R$ 1 milhão até o dia <span id="OBJ_PREFIX_DWT1905_com_zimbra_date" role="link">7 de maio</span> de 2020. Qualquer pessoa pode doar.</p>
<p>Além da contribuição do público, a campanha Beleza de Mãos Dadas conta com o apoio das marcas de esmaltes: Risqué (patrocinadora) e O.P.I &#8211; ambas pertencentes ao Grupo Coty; Dailus, Vult, Impala e Colorama; além da marca Beauty Fair.</p>
<p>Para garantir repercussão e mobilização, as marcas apoiarão o movimento por meio da divulgação em suas redes sociais. Os sindicatos ProBeleza e Beleza Patronal também apoiam a iniciativa.</p>
<p>Para ter direito ao benefício, a manicure precisa se <a href="http://www.belezademaosdadas.com.br/" target="_blank" rel="noopener">cadastrar no site da campanha</a> e ser microempreendedora individual (MEI) com atividade de manicure &#8211; criado antes do dia <span id="OBJ_PREFIX_DWT1907_com_zimbra_date" role="link">03/03/2020</span>. A organização da campanha fará uma checagem dos dados e irá confirmar a elegibilidade. Ao final da campanha, o valor arrecadado será distribuído para as manicures cadastradas por meio de uma conta digital. A manicure pode transferir para sua conta bancária ou sacar o valor em qualquer lotérica. Para mais informações, acesse o <a href="http://www.belezademaosdadas.com.br/" target="_blank" rel="noopener">site da campanha Beleza de Mãos Dadas</a>.</p>
<p>Agência Brasil</p>
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		<title>Opas: interromper isolamento pode levar a segunda onda de contaminação</title>
		<link>https://www.tanaarea.com.br/brasil/opas-interromper-isolamento-pode-levar-a-segunda-onda-de-contaminacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2020 19:48:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea #coronavirus #brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), braço da Organização Mundial da Saúde nas américas, alerta para que a flexibilização das medidas de distanciamento social para combater o novo coronavírus seja adotada com muita cautela. A diretora do organismo internacional, Carissa Etienne, afirmou hoje (14) em conferência para a imprensa que interromper o distanciamento social precocemente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), braço da Organização Mundial da Saúde nas américas, alerta para que a flexibilização das medidas de distanciamento social para combater o novo coronavírus seja adotada com muita cautela. A diretora do organismo internacional, Carissa Etienne, afirmou hoje (14) em conferência para a imprensa que interromper o distanciamento social precocemente pode ter efeito oposto, propiciando uma segunda onda de casos de covid-19 e aprofundando ainda mais a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2020-04/covid-19-governo-cria-grupo-para-coordenar-recuperacao-economica" target="_blank" rel="noopener">crise econômica</a> e social nas Américas.</p>
<p>Carissa Etienne enfatizou que o distanciamento social é a melhor opção para reduzir a transmissão e deter a propagação do vírus. &#8220;Impede que os hospitais fiquem sobrecarregados com muitas pessoas internadas ao mesmo tempo e ajuda médicos e enfermeiros a não terem que tomar as terríveis decisões sobre a quais pacientes dar atenção e a quais não&#8221;.</p>
<p>A diretora da Opas reconhece que a situação é difícil para a economia e para o estilo de vida atual, mas ressalta que a pandemia ensinou que essas medidas funcionam. &#8220;O distanciamento deve manter-se por um certo período de tempo para que seja realmente eficaz. Depois de um período de distanciamento social, qualquer tentativa de fazer a transição para medidas mais flexíveis deve ser feita com extrema cautela. Essas decisões sempre devem ser tomadas com base nos padrões de transmissão da doença, na disponibilidade de testes, na capacidade de rastreio dos contatos, na disponibilidade de leitos hospitalares e outros critérios objetivos&#8221;, afirmou Carissa, acrescentando que o distanciamento é uma forma de ganhar tempo para que os tratamentos, remédios e vacinas possam chegar.</p>
<p>Carissa reforçou que o distanciamento social deve ser acompanhado por medidas de apoio social para os mais vulneráveis. &#8220;Isso requer uma capacidade de logística local e nacional adequada para assegurar que se entreguem remédios, testes, alimentos, e outros insumos para as nossas populações. Executar as medidas de combate à covid-19 pode ser perturbador, mas não fazê-lo pode pôr em risco o fim da crise. Interromper o distanciamento social muito cedo pode ter um efeito oposto, levando a uma segunda onda de casos de covid-19, que estenderia o sofrimento e as incertezas socioeconômicas a longo prazo na região das Américas&#8221;.</p>
<p>Em relação aos prejuízos econômicos decorrentes do novo coronavírus, a diretora da OPAS afirma que a atividade econômica voltará somente quando as pessoas se sintam seguras, quando sintam que os seus governos estão fazendo tudo o que podem. &#8220;Rogo aos líderes da nossa região que ganhem a confiança do povo sendo rigorosos, baseados em evidências e com total transparência nessa luta contra a pandemia&#8221;.</p>
<p>Jarbas Barbosa, vice-diretor da OPAS, ressaltou que a pandemia pode ser um desafio até para sistemas de saúde de países desenvolvidos. &#8220;Aprendemos com a Itália, com Nova Iorque, algumas cidades da Espanha e da França, que a transmissão comunitária se dissemina com muita velocidade, por isso é necessário tomar as medidas de distanciamento social e físico de uma maneira adaptada à realidade de cada país, mas de maneira rápida para reduzir a velocidade de transmissão e evitar que os serviços de saúde tenham sua capacidade sobrecarregada&#8221;.</p>
<p>Para o diretor de Emergências em Saúde da Opas, Ciro Ugarte, o controle da pandemia requer, em primeiro lugar, ampla detecção de quem tem covid-19. &#8220;Para poder fazer isso é necessário implementar vigilância epidemiológica, estabelecer uma estratégia de diagnósticos e testes, e também fazer os testes adequadamente. Aqueles pacientes que são detectados têm que estar isolados, um isolamento específico, que significa que ninguém pode entrar e sair dos lugares onde estão as pessoas infectados se não levarem os equipamentos de proteção individual adequados. Se há pessoas que estiveram em contato com os infectados, e que não estiveram protegidas durante o contato, se requer fazer a quarentena de todos os contatos. É extremamente importante entender que se as medidas são feitas adequadamente, o distanciamento é um elemento complementar mas extremamente útil para que os países possam reduzir a curva da pandemia e reduzir a transmissão&#8221;.</p>
<h2>
Setor privado</h2>
<p>Carissa Etienne disse ainda que a pandemia realmente surpreende pela magnitude e pela incapacidade da região em dispor de recursos fundamentais, como os equipamentos de proteção individual e os testes massivos. Ela ressaltou a importância do envolvimento do setor privado neste momento de crise. &#8220;O setor privado tem que ser parte integral da resposta à covid-19. Peço primeiro que ajudem nossos países da América Latina e Caribe a resolver o desafio mais imediato que é o acesso a atenção e a testes de qualidade para a covid-19. Acho, sinceramente, que a cobertura de saúde de uma pessoa não deve depender de se ela tem um emprego ou não, o acesso aos serviços de saúde da família e da comunidade não deve depender da situação econômica da família e da comunidade, Necessitamos a força do setor privado para enfrentar a covid-19&#8221;.</p>
<p>Agência Brasil</p>
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		<title>O Covid-19 e os tempos da Educação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 19:01:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea #coronavirus #brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em que pese as medidas já expressas de forma responsável pelo Ministério da Saúde e a atitude do Ministério da Educação, este a publicar Portaria n. 1.208, de 13 de março de 2020, que cria o Comitê Central de Prevenção e Acompanhamento de Ameaça do Coronavírus (COVID-19), no âmbito das Instituições Federais de Ensino Superior [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<section class="corpo">
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<article class="rippler">
<figure><img decoding="async" title="O Covid-19 e os tempos da Educação" src="https://www.bnews.com.br/fotos/bocao_artigos/1158/IMAGEM_ARTIGO_0.jpg" alt="[O Covid-19 e os tempos da Educação]" /></figure>
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<div class="desc-noticia tbl-forkorts-article">
<p>Em que pese as medidas já expressas de forma responsável pelo Ministério da Saúde e a atitude do Ministério da Educação, este a publicar Portaria n. 1.208, de 13 de março de 2020, que cria o Comitê Central de Prevenção e Acompanhamento de Ameaça do Coronavírus (COVID-19), no âmbito das Instituições Federais de Ensino Superior (IFs), os nossos gestores e suas comunidades, em tempos de proliferação do COVID-19, também precisam ser rápidos e efetivos nas decisões.</p>
<p>Chamam atenção, na conjuntura brasileira atual, os diversos comportamentos adotados pelos governos na gestão dessa crise sem precedentes e que afeta as nossas existências. É noticiado na grande mídia, a partir da experiência dos governos subnacionais como São Paulo e Rio de Janeiro, o retardo na contagem dos casos, o que certamente implica na redução do tempo que teremos para melhor decidirmos quando disparar a quarentena.</p>
<p>Essas omissões, ou para falarmos de “precisões ou imprecisões” das informações e do acesso aos dados epidemiológicos, tornam mais complexas as decisões a serem tomadas pelos gestores públicos de políticas sociais, como a educação.</p>
<p>Em consulta recente pelas entidades privadas ao Conselho Nacional de Educação (CNE), o presidente deste Conselho apresentou uma reposta lacônica aos gestores, reportando-se aos protocolos utilizados em 2009 durante a crise da H1N1. Lamentável! Não podemos parar no tempo e ficarmos inertes às dinâmicas sociais que o COVID -19 e os tempos da educação no Brasil de 2020.</p>
<p>No setor público, a pressão dos sindicatos já se apresenta como elemento impulsionador para as decisões dos gestores dos estados e dos municípios. Na Bahia e na cidade do Salvador, os Decretos publicados, até o momento, apontam para ações de prevenção de natureza paliativa nas repartições públicas e em transportes coletivos. Não se fala, por exemplo, de quarentena.</p>
<p>Como importante agravante dessa situação, para a grande maioria das escolas públicas soteropolitanas e baianas, a gestão da pobreza é um problema real já há muito bem conhecido. Os reiterados e significativos cortes orçamentários que afetam o funcionamento das instituições restrigem e desafiam a atuação de gestores na administração das mais básicas necessidades das nossas escolas. Imagine para o gestor da unidade escolar ter o luxo do “álcool gel”!</p>
<p>Acredito, portanto, que precisamos agir, resguardando as esferas de competência atribuídas a cada ente federal, como está escrito na Constituição Federal de 1988 e na LDB 9394/96, de forma a garantir a heteronomia nas decisões dos gestores da educação.</p>
<p>É bom lembrar que os sistemas de ensino possuem graus de autonomias decisórias, assim como as instituições de ensino. Para tanto, precisamos de ações coordenadas, sejam elas no âmbito administrativo ou pedagógico, e que os governos não sejam omissos e lentos em tais questões.</p>
<p>Como exemplo, a instituição a que pertenço é uma autarquia federal, tem graus de autonomia decisória sobre os processos, tendo como referência a legislação educacional, Diretrizes Curriculares e pareceres no âmbito dos Conselhos Nacional, Estaduais e Municipais de Educação, assim como as Resoluções e Instruções dos Conselhos Superiores. Na esfera de competência dos Campi, sempre em harmonia com as instâncias institucionais, contamos com o compartilhamento e a  consulta sobe as decisões locais tomadas pelos Conselhos de Campi, caso esteja em pleno funcionamento, precisam de celeridade frente à pandemia do COVID-19.</p>
<p>No âmbito dos Estados e Municípios, os Conselhos de Educação, tanto no exercício de suas funções deliberativas quanto consultivas, necessitam provocar as Secretarias Estaduais e Municipais a se preocuparem com o debate da questão durante a vigência de possível futura quarentena.</p>
<p>Não será já na vigência das restrições de mobilidade que as melhores decisões poderão ser tomadas. É preciso agir com antecipação, com ação coordenada e com rapidez na orientação para secretários municipais de educação, gestores escolares, docentes, discentes e toda a comunidade escolar no monitoramento dos tempos da Educação, nesse momento pandêmico do COVID-19, poderá contribuir para que os danos a esses tempos não sejam irreversíveis.</p>
<p>Recomendo aos gestores em exercício das suas funções, no âmbito das redes federais, estaduais e municiais de ensino, a ponderarem os seguintes aspectos que implicam no efetivo exercício dos 200 dias letivos:</p>
<p>1)  Educação Infantil e o Ensino Fundamental – não existe fundamento legal para atividades programadas durante a quarentena e nem no uso da EAD para o cumprimento dos dias letivos. Tendo em vista à excepcionalidade da questão, recomenda-se analisar, à luz das políticas de saúde e dos dados epidemiológicos de cada município e região, as decisões mais apropriadas, embasadas tecnicamente, quanto a possível suspensão das atividades. Vale lembrar que, no âmbito dos municípios, a maioria das escolas são de unidocência. É preciso verificar a implicação da suspensão das atividades levando em conta esse aspecto, assim como o TRANSPORTE ESCOLAR. No caso de suspensão das atividades por tempo indeterminado, a reposição de aula é a saída legal.</p>
<p>2)  Ensino Médio &#8211; a Diretriz Curricular Nacional vigente é a de 2018 e esta aponta a possibilidade de 20% da carga horária serem em EAD para a conclusão dos cursos de Ensino Médio no diurno. No caso de rede que possua estrutura de atividades de intermediações tecnológicas, é preciso verificar a possibilidade de abertura de canais para o Ensino Médio Regular e que instruções normativas possam explicar como se daria o seu funcionamento. Na Educação de Jovens Adultos, esse percentual aumenta significativamente.</p>
<p>3)  Educação Superior &#8211;  nesse contexto, o percentual de atividades a distância pode chegar a 40%, mas precisa ser disciplinado nos Projetos Pedagógicos de cursos – PPCs. Lacuna que pode ser sanada com instruções normativas dos órgãos de gestão nas autarquias, assim como dos órgãos colegiados como Conselhos Superiores.</p>
<p>As análises dos especialistas epidemiológicos apontam que só teremos a nossa vida retornando ao normal, no caso brasileiro, a partir de julho ou agosto. É bom que, junto com as medidas de prevenção, sejamos responsáveis com todas as esferas da vida.</p>
<p>Os educadores e os profissionais de saúde são aqueles que se encontram na linha de frente da gestão das políticas sociais, não podemos nos imiscuir desse sério debate. A prevenção do COVID-19 é questão de responsabilidade civil, disciplinada na Constituição Federal de 1988. Este é o momento da Educação, das Escolas assumirem o protagonismo nessa discussão de forma que possamos pensar juntos, com responsabilidade e embasamento técnico-científico, sobre as decisões corretas a serem tomadas e quais os momentos mais acertados para as suas implementações, levando sempre em conta as realidades locais. A gravidade da atual situação demanda reflexão de todas as relações sociais. Implicam, inclusive, na produção de nossas próprias existências.</p>
<p><em>* Professor do Departamento de Sociologia, Psicologia e Pedagogia do IFBA- Campus Salvador</em></p>
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		<title>Brasil tem 359 mortes e 9.056 casos confirmados de coronavírus, diz ministério</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2020 21:49:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea #coronavirus #brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O balanço dos casos de Covid-19 divulgados pelo Ministério da Saúde nesta sexta-feira (3) aponta: 359 mortes 9.056 casos confirmados 4% é a taxa de letalidade Na quinta-feira (2) havia 7.910 casos confirmados e 299 mortes. G1</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O balanço dos casos de Covid-19 divulgados pelo Ministério da Saúde nesta sexta-feira (3) aponta:</p>
<ul>
<li>359 mortes</li>
<li>9.056 casos confirmados</li>
<li>4% é a taxa de letalidade</li>
</ul>
<p>Na quinta-feira (2) havia 7.910 casos confirmados e 299 mortes.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-100813" src="https://www.tanaarea.com.br/site/wp-content/uploads/2020/04/eutqy_lxyaabiee.jpg" alt="" width="1132" height="654" /></p>
<p>G1</p>
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		<title>Coronavírus: Brasil tem 299 mortes e 7.910 casos confirmados da doença; acompanhe ao vivo entrevista com Ministro da Saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2020 19:31:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea #coronavirus #brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil tem 7.910 casos confirmados de coronavírus. Os números foram divulgados nesta quinta-feira (02) pelo Ministério da Saúde. Ao todo, 299 pessoas no país já perderam a vida em decorrência da doença. A taxa de letalidade do novo vírus é de 3,8% no território nacional. A região Sudeste é a mais afetada pela doença [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil tem 7.910 casos confirmados de coronavírus. Os números foram divulgados nesta quinta-feira (02) pelo Ministério da Saúde. Ao todo, 299 pessoas no país já perderam a vida em decorrência da doença. A taxa de letalidade do novo vírus é de 3,8% no território nacional.</p>
<p>A região Sudeste é a mais afetada pela doença e concentra 63% dos casos (4.988). Na sequência vem o Nordeste, com 15% (1.180); o Sul, com 10% (833); o Centro-Oeste, com 7% (532), e o Norte, com 5% (377).</p>
<p>Acompanhe a entrevista:</p>
<p><iframe title="Coletiva de Imprensa no Palácio do Planalto sobre Covid-19" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/wVdy63JrE_k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Brasil tem 136 mortes e 4.256 casos confirmados de coronavírus, diz relatório do ministério da Saúde</title>
		<link>https://www.tanaarea.com.br/paraiba/brasil-tem-136-mortes-e-4-256-casos-confirmados-de-coronavirus-diz-relatorio-do-ministerio-da-saude/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Mar 2020 22:59:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea #coronavirus #brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil já registra 136 mortes e 4.256 casos confirmados de Covid-19. Os dados foram divulgados na tarde deste domingo (29) pelo Ministério da Saúde. O mais recente balanço dos casos da Covid-19, doença causada pelo coronavírus Sars-Cov-2 ainda revela que a 3,2% é a taxa de letalidade. (Confira o relatório aqui) No balanço do dia anterior, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil já registra 136 mortes e 4.256 casos confirmados de Covid-19. Os dados foram divulgados na tarde deste domingo (29) pelo Ministério da Saúde. O mais recente balanço dos casos da Covid-19, doença causada pelo coronavírus Sars-Cov-2 ainda revela que a 3,2% é a taxa de letalidade.<a href="https://www.clickpb.com.br/media/filer_public/4f/9a/4f9a91e9-8cfd-4d43-99ee-fb9814c703aa/2020_03_29_-_covid_-_atualizacao_de_vigilancia_epidemiologica__-_domingo.pdf" data-file=""> (Confira o relatório aqui)</a></p>
<p>No balanço do dia anterior, o Brasil tinha 114 mortes. Isso representa um aumento de 19% no número de mortes.</p>
<p>O estado de SP concentra 1.451 casos e o RJ, 600. O balanço acrescentou 22 mortes ao total.</p>
<p>O domingo teve o mesmo acréscimo em número de mortes do sábado, em que também houve registro de 22 vítimas a mais em relação à sexta-feira.</p>
<p>Este domingo e o sábado são os dois dias com mais registros de mortes no Brasil pelo novo coronavírus até agora.</p>
<p>O número de casos confirmados aumentou em 352 no balanço deste domingo. Até o dia anterior, eram 3.094 confirmados. O aumento do número de casos foi de 9%.</p>
<p>O aumento de casos foi menor do que o de sábado, quando foram 487 novas confirmações.</p>
<p>A taxa de letalidade subiu de 2,8% até o sábado para 3,2% neste domingo.</p>
<p>O números consideram as pessoas cujos resultados dos testes já foram apresentaram e testaram positivo. O número não considera casos suspeitos.</p>
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