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	<title>Arquivos #tanaarea #25anos #tragedia #mamonas #assassinas - Tá na Área</title>
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	<description>Mais que notícia, informação!</description>
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		<title>Brasil registrou 145 assassinatos de pessoas trans no ano passado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Cosme]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2024 12:49:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea #25anos #tragedia #mamonas #assassinas]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas trans]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2023, houve 155 mortes de pessoas trans no Brasil, sendo 145 casos de assassinatos e dez que cometeram suicídio após sofrer violências ou devido à invisibilidade trans. O número de assassinatos aumentou 10,7%, em relação a 2022, quando houve 131 casos. Os dados são na 7ª edição do Dossiê: Assassinatos e violências contra travestis e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/brasil/brasil-registrou-145-assassinatos-de-pessoas-trans-no-ano-passado/">Brasil registrou 145 assassinatos de pessoas trans no ano passado</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2023, houve 155 mortes de pessoas trans no Brasil, sendo 145 casos de assassinatos e dez que cometeram suicídio após sofrer violências ou devido à invisibilidade trans. O número de assassinatos aumentou 10,7%, em relação a 2022, quando houve 131 casos.</p>
<p>Os dados são na 7ª edição do<a href="https://antrabrasil.files.wordpress.com/2024/01/dossieantra2024-web.pdf" target="_blank" rel="noopener"> Dossiê: Assassinatos e violências contra travestis e transexuais brasileiras em 2023</a>  da Associação Nacional de Travestis e Transexuais do Brasil (Antra), divulgado nesta segunda-feira (29) no Ministério dos Direitos Humanos, como parte da programação dos 20 anos do Dia da Visibilidade Trans, celebrado anualmente em 29 de janeiro..<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1578398&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1578398&amp;o=node" /></p>
<p>Em 2023, a média foi de 12 assassinatos de trans por mês, com aumento de um caso por mês, em relação ao ano anterior. De acordo com o levantamento, dos 145 homicídios ocorridos no ano passado, cinco foram cometidos contra pessoas trans defensoras de direitos humanos.</p>
<p>No ano passado, também foram registradas pelo menos 69 tentativas de homicídio – 66 contra travestis e mulheres trans, além de três homens trans/pessoas transmasculinas (aqueles que, ao nascer, foram designadas como sendo do sexo feminino, mas se identificam com o gênero masculino).</p>
<p>Segundo a Antra, a publicação do dossiê tem o objetivo de contribuir para a erradicação da transfobia, da travestifobia, do transfeminicídio e de outras violências diretas e indiretas contra a população trans no país. A secretária de Articulação Política da Antra, Bruna Benevides, afirma que as trocas de informações pretendem assegurar o direito à vida de pessoas trans. “O dossiê lança luz sobre o problema sistemático que acontece no Brasil, e a gente precisa assumir o compromisso para garantir que a população trans pare de ser assassinada, temos esse desafio”, diz Bruna, que é responsável pela coordenação e análise de dados para produção do dossiê.</p>
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<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="José Cruz/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/oeSP0Cg2PugG8hbtRO-aD-2kRao=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/124a5564.jpg?itok=_8uV6KTj" alt="Brasília (DF), 28.01.2024 - Bruna Benevides, ecretária de Articulação Política, participa da 1ª Marsha Nacional pela Visibilidade Trans, em Brasília, pela garantia dos direitos e sobrevivência das pessoas trans, não binárias e travestis. Foto: José Cruz/Agência Brasil" /></div>
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<h6 class="meta">A secretária de Articulação Política da Antra, Bruna Benevides, destaca aumento de crimes contra pessoas trans em 2023 &#8211; <strong>José Cruz/Arquivo/Agência Brasil</strong></h6>
</div>
</div>
<p>Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong> e à <strong>Rádio Nacional</strong>, Bruna Benevides questionou o por quê de, mesmo com a redução de 4,09% de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) (40.464 casos, em 2023, no Brasil), os atos violentos contra pessoas trans estarem na contramão e crescerem no último ano. “Chama muito a nossa atenção pelo fato de que os homicídios diminuíram no contexto geral na sociedade brasileira, em 2023. Então, isso acende um alerta de que a comunidade trans continua sendo assassinada.”</p>
<p>O dossiê da Antra menciona também o monitoramento internacional feito pelo <a href="https://transrespect.org/en/map/trans-murder-monitoring/#" target="_blank" rel="noopener">Trans Murder Monitoring (TMM)</a>, que analisa relatórios de homicídios de pessoas trans e com diversidade de gênero, em todo o planeta, desde 2008. O documento assinala o Brasil como o país que mais mata pessoas trans no mundo, pelo 15º ano consecutivo.</p>
<p>Na divulgação mais recente do TMM, em novembro de 2023, pelo Dia Internacional da Memória Transgênero, foram contabilizados mundialmente <a href="https://transrespect.org/en/trans-murder-monitoring-2023/" target="_blank" rel="noopener">321 assassinatos</a>, registrados entre outubro de 2022 e setembro de 2023. Pelo menos 100 deles foram no Brasil (31% do total).</p>
<h2>Localidade dos assassinatos</h2>
<p>O dossiê informa que, no ano passado, São Paulo foi o estado em que mais ocorreram assassinatos de pessoas trans, com 19 casos, o que representa aumento de 73%, em relação a 2022. No Rio de Janeiro, o número de assassinatos dobrou de 8, em 2022, para 16, em 2023 e saiu da quinta posição para a segunda no <em>ranking</em> de homicídios contra este grupo.</p>
<p>Os estados do Ceará, com 12 casos, do Paraná, com 12, e Minas Gerais, com 11, ocupam, respectivamente, a terceira, quarta e quinta posições. A Antra não encontrou casos de assassinatos, em 2023, nos estados do Acre, de Roraima, Santa Catarina, Sergipe e do Tocantins, mas pode haver subnotificação.</p>
<p>A maior concentração de assassinatos foi observada na Região Sudeste (37% dos casos); seguida pelo Nordeste (36%); Sul (10% dos assassinatos); Norte (9%); e a região Centro-Oeste (7%).</p>
<p>Os crimes ocorrem majoritariamente em locais públicos (60%), principalmente, em via pública, em ruas desertas. Dos 40% restantes, em locais privados, a residência da vítima aparece com o local onde mais houve casos, além de motéis, unidades de saúde e ainda residências de terceiros.</p>
<p>A maior parte dos assassinatos ocorreu no período noturno, com 62% dos casos brasileiros.</p>
<p>Em 2023, a Associação Nacional de Travestis e Transexuais do Brasil também identificou 5 assassinatos de travestis/mulheres transexuais brasileiras no exterior, sendo 2, na Itália; 2, na Espanha; e 1, no Paraguai.</p>
<h2>Perfil</h2>
<p>Dentre as 145 pessoas trans assassinadas no ano passado, 34 casos não tinham informações sobre a idade das vítimas. Se considerados apenas os 111 casos com identificação da idade, 90 das vítimas tinham entre 13 e 39 anos, o que representa 81% do total. A idade média das vítimas foi de 30,4 anos. A mais jovem trans assassinada no ano passado foi uma adolescente de 13 anos. “Quando vemos determinadas bandeiras falando de proteção das infâncias, sempre questionamos quais são as infâncias que estão sendo protegidas no país?”, reflete Bruna.</p>
<p>Sobre o contexto social em que viviam as vítimas, a prostituição é a fonte de renda mais frequente. O estudo chama a atenção para o fato de 57% dos assassinados serem de travestis e mulheres trans que atuam como profissionais do sexo, consideradas mais expostas à violência direta, mais estigmatizadas e marginalizadas. “Buscamos, não apenas proporcionar condições seguras para o exercício dessa atividade, mas também criar oportunidades para aquelas que desejam buscar outras formas de emprego ou geração de renda”, propõe o dossiê.</p>
<p>No último ano, dentre os casos de homicídios em que foi possível identificar a raça da vítima, a Antra observou que, pelo menos, 72% das vítimas eram pessoas trans negras (pretas e pardas).</p>
<p>O estudo indica também que uma pessoa trans, que não fez modificações corporais e não expressa sua inconformidade de gênero claramente, não está exposta às mesmas violências que as demais,&#8221;porque não confronta a sociedade cisgênero&#8221; (quando a identidade de gênero corresponde ao gênero que lhe foi atribuído no nascimento).</p>
<p>“É possível afirmar que tanto a raça quanto a identidade de gênero são fatores de risco de morte para a população trans negra. Sobretudo considerando que são as pessoas trans negras as que menos acessam as tecnologias de gênero, seja por meio da transição social, física, hormonal ou cirúrgica e, por consequência, acabam sendo muito mais facilmente sendo lidas a partir do olhar da cisgeneridade e da patrulha de gênero, como alguém que não pertenceria ao gênero que expressa”, diz o estudo.</p>
<p>Quanto à identidade de gênero, aumentou 4,6% o número de travestis e mulheres trans assassinadas em 2023, na comparação com 2022. Das 145 vítimas de assassinatos localizadas e consideradas na pesquisa, 136 eram travestis/mulheres trans. Já homens trans e pessoas transmasculinas são minoria em crimes de assassinatos: 9 casos.</p>
<h2>Perfil dos suspeitos</h2>
<p>A maior parte dos suspeitos, em geral, não costumam ter relação direta, social ou afetiva com a vítima, aponta o Dossiê de 2023.</p>
<p>Entre os casos em que os suspeitos foram efetivamente reconhecidos, 11 tinham algum vínculo afetivo com a vítima, como namorado, ex ou marido. Outros 12 casos ocorreram em contextos de programas sexuais contratados pelos suspeitos. Em diversos casos, a pesquisa identificou a narrativa em que os suspeitos tentaram transferir a responsabilidade ou justificar o assassinato, sob alegação de legítima defesa.</p>
<h2>Violência e crueldades</h2>
<p>O dossiê divulga também dados sobre os meios usados para cometer o assassinato, como tiro, facada, espancamento, estrangulamento, apedrejamento e outros.</p>
<p>Os casos ocorrem em sua maioria (54%) com uso excessivo de violência e requintes de crueldade.</p>
<p>Dos 122 casos com informações, 56 (46%) foram cometidos por armas de fogo; 29 (24%) por arma branca; 12 (10%) por espancamento, apedrejamento, asfixia e/ou estrangulamento e 25 (20%) de outros meios, como pauladas, degolamento e corpos carbonizados. Houve, ainda, 24 casos de clara execução, com número elevado de tiros ou a queima-roupa ou de alto número de perfurações por objeto cortante.</p>
<h2>Antigênero</h2>
<p>O dossiê conclui que a permanência das violências contra a comunidade trans faz parte de um projeto político conservador, que, de acordo com a Antra, tornou-se preocupante para as pautas de interesse desse grupo no Congresso Nacional.</p>
<p>Bruna Benevides rebate o que considera ser um ambiente social e político hostil que tem como alvo as pessoas trans, devido à existência de uma pauta antigênero. “Em 2023, foram mais de 300 projetos de lei que pretendiam institucionalizar a transfobia, no âmbito da Câmara Legislativa Federal. Temos preocupação porque os acenos que esses representantes, que esses políticos e figuras públicas fazem, é que as nossas vidas não importam, o aceno que fala para a juventude é que não há um futuro para elas existirem”, lamenta Bruna.</p>
<h2>Subnotificação e impunidade</h2>
<p>A Antra aponta ainda a ausência de dados e a dificuldade de acesso a registros de violência LGBTfóbica, somada à subnotificação de casos deste tipo, que prejudica a realização de pesquisas.</p>
<p>Segundo a associação, não existem referências demográficas sobre a população trans brasileira que possibilitem o cálculo da proporção por habitantes, dos casos de violência contra esse público no Brasil. O que se torna um grande desafio na produção de estatísticas, ressalta Bruna.  “O aumento [do número de assassinatos] simboliza também um chamado urgente para que os órgãos de segurança pública em todos os âmbitos: federal, municipal e estadual, se comprometam a ter dados, porque este é o primeiro ponto. O Estado brasileiro não produz dados sobre violência, sobretudo, o assassinato contra a comunidade trans. E a sociedade civil tem que produzi-los”, acrescenta.</p>
<p>A associação destaca ainda a ausência de ações de enfrentamento da violência contra pessoas LGBTQIA+ por parte do Estado brasileiro; a falta de rigor nas investigações policiais de casos de transfobia; a constante ausência, precariedade e fragilidade de dados usada para ocultar ou simular uma diminuição dos casos, na realidade, contribuem para impunidade, que favorece novos assassinatos e gera insegurança na população trans.</p>
<p>“Ficou como um resquício da ditadura [militar] em relação à comunidade trans. Algumas narrativas nos colocam como inimigas. Então, as pessoas trans não vão confiar na segurança pública, que é uma potencial violadora de seus direitos, de sua própria segurança. Então, além de sofrer toda essa violência, as pessoas não se sentem seguras”, constata Bruna Benevides.</p>
<h2>Evento</h2>
<p>O dossiê foi apresentado nesta segunda-feira (29) em cerimônia em homenagem aos 20 anos da Visibilidade Trans, promovida pelo  Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC).  A atividade aconteceu no âmbito da campanha do MDHC alusiva aos 20 anos da visibilidade trans.</p>
<p>“Esse dossiê é um pedido de socorro para que nós possamos definitivamente enfrentar e erradicar a transfobia e os assassinatos contra a nossa comunidade”, disse a secretária de articulação política da Antra, Bruna Benevides.</p>
<p>Durante o evento, a secretária nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat, disse que a meta do governo é entregar uma política nacional dos direitos das pessoas LGBTQIA+. &#8220;Ainda é a semente do que a gente quer, que essa política continue promovendo acesso, dignidade, respeito e autonomia para a nossa população que é tão vulnerabilizada e tão atacada&#8221;.</p>
<p>Para o ministro Silvio Almeida, as questões relacionadas aos direitos das pessoas LGBTQIA+ se desdobram em questões de interesse nacional. “Se falarmos em políticas de saúde, educação, trabalho, emprego e renda e segurança pública sem falar das pessoas trans, não estamos falando de nenhuma dessas políticas da maneira que elas devem ser faladas. Não existirá cidadania, democracia e desenvolvimento econômico no Brasil se as pessoas LGBTQIA+ não poderem exercer seus direitos&#8221;, disse.</p>
<p>O MDHC também entregou o Troféu Fernanda Benvenutty para iniciativas de promoção da conquista de direitos e à formulação de políticas voltadas à cidadania e à dignidade das pessoas trans ao longo dos últimos 20 anos.</p>
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<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Wilson Dias/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/lpSi4KM9kotadMBEFgvyzh5KAKY=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/124a6744.jpg?itok=96kkEUP8" alt="Brasília(DF), 29/01/2024 - O ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida participa da comemoração dos 20 anos do Dia Nacional da Visibilidade Trans. Foto:Wilson Dias/Agência Brasil" /></div>
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<h6 class="meta">Brasília(DF), 29/01/2024 &#8211; O ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida participa da comemoração dos 20 anos do Dia Nacional da Visibilidade Trans. <strong>Foto:Wilson Dias/Agência Brasil</strong></h6>
<p>Agência Brasil</p>
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		<title>Mamonas Assassinas: 25 anos após tragédia, os 7 hits que seguem como hinos dos anos 90</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 18:05:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea #25anos #tragedia #mamonas #assassinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O início de um dos mais lembrados períodos de luto da história recente brasileira completa 25 anos nesta terça-feira (2). Nessa mesma data, em 1996, o avião onde estavam os Mamonas Assassinas chocou-se contra a Serra da Cantareira, em São Paulo, matando os cinco integrantes do grupo, além de um ajudante de palco, um segurança, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="2">
<p><iframe title="Ultimo Show dos Mamonas Assassinas em (Brasilia) - 02/03/1996 (VIDEO COMPLETO)" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/LXZdTJuqGCI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O início de um dos mais lembrados períodos de luto da história recente brasileira completa 25 anos nesta terça-feira (2).</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nessa mesma data, em 1996, o avião onde estavam os Mamonas Assassinas chocou-se contra a Serra da Cantareira, em São Paulo, matando os cinco integrantes do grupo, além de um ajudante de palco, um segurança, o piloto e o copiloto da aeronave.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na época, a banda vivia o auge, com o sucesso meteórico de seu único disco gravado em estúdio, lançado menos de um ano antes do acidente.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="31">
<div class="content-intertitle">
<h2>&#8216;Vira-vira&#8217;</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="32">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Um clássico dos Mamonas. Sátira do cantor português Roberto Leal (1951-2019) e de sua canção &#8220;Arrebita&#8221;, lançada no início dos anos 1970.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A música deu vida nova à popularidade do artista português no Brasil nos anos 90. Em entrevistas, Leal costumava dizer que se sentia homenageado e se tornou amigo dos integrantes grupo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="34">
<div class="content-intertitle">
<h2>&#8216;Pelados em Santos&#8217;</h2>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="35">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O convite para um programa amoroso na cidade de Santos, em São Paulo, a bordo de uma Brasília amarela se tornou o maior hino do grupo. Ao longo dos anos, ganhou uma série de regravações &#8211; a mais famosa delas, lançada pelos Titãs em seu álbum de covers de 1999.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O rock cômico com um emaranhado de influências, que iam de forró a música portuguesa, se tornou um fenômeno democrático, que agradava todas as faixas etárias.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O tempo passou, algumas desses canções perderam força entre as novas gerações, muitas vezes mais interessadas em buscar informações sobre a tragédia e as teorias que rondam a morte do grupo. Mas outras permanecem como hinos dos anos 1990.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Abaixo, saiba mais sobre os 7 hits dos Mamonas mais ouvidos hoje no Brasil, com base em dados do Spotify.</p>
</div>
<div class="block-podcast">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="12">
<div class="content-intertitle">
<h2>&#8216;Jumento clandestino&#8221;</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="26" data-block-id="13">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;Tava ruim lá na Bahia, profissão de bóia-fria / Trabalhando noite e dia, num era isso que eu queria / Eu vim-me embora pra &#8220;Sum Paulo'&#8221;.</p></blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Rock com referência forte de baião, a música faz graça com o movimento de migração do Nordeste para o Sudeste do Brasil, sem deixar de lado o tom crítico.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A letra tem referências a episódios de preconceito no tratamento recebido por esses migrantes: &#8220;E hoje eu tô arrependido de ter feito imigração / Volto pra casa f***, com um monte de apelido / O mais bonito é cabeção.&#8221;</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="16">
<div class="content-intertitle">
<h2>&#8216;Uma arlinda mulher&#8217;</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Uma das discussões que cercam o legado dos Mamonas é o impacto que parte de seu repertório teria, se fosse lançada na era do cancelamento. &#8220;Uma arlinda mulher&#8221; é um exemplo de música que sobrevive como uma das mais ouvidas do grupo, apesar do teor problemático.</p>
</div>
<div class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="18">A letra faz referência a termos racistas, como &#8220;cabelo pixaim&#8221;. Também tem versos com uma ameaça de agressão a uma mulher: &#8220;Te falei que era importante competir / Mas te mato de pancada se você não ganhar.&#8221;</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="20">
<div class="content-intertitle">
<h2>&#8216;1406&#8217;</h2>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mais uma dos Mamonas com crítica social forte, eternizada pelo refrão:</p>
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<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;Money que é good nóis num have / Se nóis hevasse nóis num tava aqui playando / Mas nóis precisa de worká.&#8221;</p></blockquote>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A letra brinca com o consumismo desenfreado, estimulado pela publicidade. O título faz referência a um número de telefone famoso, citado em comerciais de TV na época.</p>
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<h2>&#8216;Chopis centis&#8217;</h2>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O passeio no shopping mais famoso da música brasileira. A parte instrumental faz referência a &#8220;Should I stay or should I go&#8221;, da banda punk inglesa The Clash, embora a sequência de acordes não seja exatamente a mesma.</p>
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<div class="content-intertitle">
<h2>&#8216;Robocop gay&#8217;</h2>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mais uma considerada problemática nos dias de hoje, já que pode ter interpretação homofóbica. A letra compara uma travesti alterada por cirurgias plásticas a um ciborgue.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Juntamente com &#8220;Pelados em Santos&#8221;, &#8220;Robocob gay&#8221; foi gravada pelo grupo na fita demo que os Mamonas enviaram para gravadoras, antes de assinarem com a EMI. Além de estourar no Brasil, fez muito sucesso na Argentina.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">
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<div class="content-intertitle">
<h2>&#8216;Vira-vira&#8217;</h2>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Um clássico dos Mamonas. Sátira do cantor português Roberto Leal (1951-2019) e de sua canção &#8220;Arrebita&#8221;, lançada no início dos anos 1970.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A música deu vida nova à popularidade do artista português no Brasil nos anos 90. Em entrevistas, Leal costumava dizer que se sentia homenageado e se tornou amigo dos integrantes grupo.</p>
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<div class="content-intertitle">
<h2>&#8216;Pelados em Santos&#8217;</h2>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O convite para um programa amoroso na cidade de Santos, em São Paulo, a bordo de uma Brasília amarela se tornou o maior hino do grupo. Ao longo dos anos, ganhou uma série de regravações &#8211; a mais famosa delas, lançada pelos Titãs em seu álbum de covers de 1999.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Pop &amp; Arte</p>
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