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	<title>Arquivos #show #bardocuscuz #campinagrande #paraiba #tanaarea - Tá na Área</title>
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		<title>Médica do HU de Campina Grande esclarece dúvidas sobre vacinas contra a covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Cosme]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2021 16:52:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 18 de janeiro deste ano, o Ministério da Saúde iniciou a Campanha Nacional de Vacinação contra a covid-19, seguindo as diretrizes do Plano Nacional de Operacionalização e dos Informes Técnicos baseado no Programa Nacional de Imunizações (PNI). Como no primeiro momento a disponibilidade de doses foi limitada, houve a necessidade de se definir grupos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Em 18 de janeiro deste ano, o Ministério da Saúde iniciou a Campanha Nacional de Vacinação contra a covid-19, seguindo as diretrizes do Plano Nacional de Operacionalização e dos Informes Técnicos baseado no Programa Nacional de Imunizações (PNI). Como no primeiro momento a disponibilidade de doses foi limitada, houve a necessidade de se definir grupos prioritários para a vacinação, a partir de critérios como maior vulnerabilidade e de alta exposição ao vírus.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Muitos questionamentos vieram à tona com o início da vacinação contra a covid-19 no Brasil. Para explicar sobre como funciona a imunização, a pediatra do Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC-UFCG/Ebserh), vacinóloga e presidente do Comitê de Imunizações da Sociedade Paraibana de Pediatria falou sobre o assunto.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Socorro Martins explicou que o objetivo da campanha de imunização é a redução da mortalidade bem como a manutenção do funcionamento da força de trabalho dos serviços de saúde e dos serviços essenciais.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Atualmente, há duas vacinas licenciadas com registro emergencial: a Coronavac e a vacina de Oxford.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong>&#8211; CORONAVAC </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A vacina Coronavac, do laboratório chinês Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan, utiliza uma tecnologia muito antiga e conhecida, a de vírus inteiro inativado, isto é, utiliza-se o vírus “morto”, que não é capaz de causar a doença, mas que garante uma resposta imunológica do organismo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Segundo a pediatra Socorro Martins, a Coronavac se mostrou bem tolerada, com poucos eventos adverso leves, dor no local da aplicação (19%) e cefaleia (15%). É utilizada em duas doses, com intervalo de 2 a 4 semanas.</p>
<p style="font-weight: 400;">Ela apresentou uma eficácia total de 50,39%. Para as formas leves, com necessidade de algum tipo de assistência, a eficácia foi de 77,9% e para as formas moderadas ou graves não foi constatado nenhum caso nos vacinados, porém ainda sem significância estatística.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong>&#8211; VACINA DE OXFORD </strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Já a vacina de Oxford/Astra Zeneca, em parceria com a Fiocruz, utiliza uma nova tecnologia denominada de vetor viral não-replicante, isto é, insere-se em outro vírus alterado em laboratório a proteína do novo coronavírus, de maneira que ela seja transportada para o organismo e assim haja uma resposta do sistema imunológico.</p>
<p style="font-weight: 400;">Está sendo utilizada em duas doses, com intervalo de 90 dias entre elas. Apresenta bom perfil de segurança, além de eficácia global de 70% na primeira dose e 90% na segunda dose.</p>
<p style="font-weight: 400;">Segundo a pediatra, estudos preliminares apontam que ela também atua na transmissão do novo coronavírus, o que contribui para diminuição da sua circulação.</p>
<p style="font-weight: 400;">A pediatra Socorro Martins finaliza fazendo um alerta sobre a disseminação de informações incorretas sobre o assunto.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Precisamos lutar pela garantia de acesso universal aos imunizantes para toda população, além de combater a desinformação e as fake news que deixam as pessoas inseguras, descrentes das vacinas e muitas vezes hesitantes em se vacinar”, disse;</p>
<p style="font-weight: 400;">Ela complementa afirmando que o que caracteriza a qualidade, segurança e eficácia de uma vacina não é sua nacionalidade, e sim, o cumprimento de todo rigor científico no seu processo de desenvolvimento e se ela consegue atender todas as especificações técnicas exigidas pelos órgãos sanitários regulatórios no momento do seu licenciamento.</p>
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