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	<title>Arquivos Pandemia; Transporte - Tá na Área</title>
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	<description>Mais que notícia, informação!</description>
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		<title>“Pandemia tornou transporte público inviável”, diz presidente da ANTP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Cosme]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2020 13:36:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia; Transporte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em manifesto contra a inércia do poder público diante do estado crítico do sistema de transporte coletivo urbano em todo país, a Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) alerta para as graves consequências sociais e econômicas do colapso desses serviços, que deve ocorrer no pós-pandemia, pela necessidade de mudanças drásticas na forma de transportar as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-108851 alignleft" src="https://www.tanaarea.com.br/site/wp-content/uploads/2020/06/Ailton-Brasiliense.jpg" alt="" width="270" height="203" />Em manifesto contra a inércia do poder público diante do estado crítico do sistema de transporte coletivo urbano em todo país, a Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) alerta para as graves consequências sociais e econômicas do colapso desses serviços, que deve ocorrer no pós-pandemia, pela necessidade de mudanças drásticas na forma de transportar as pessoas, com maior oferta do serviço e menos passageiros por veículo.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Para evitar isso a entidade pede, entre outras medidas, a destinação imediata de recursos extratarifários, provenientes de orçamentos públicos &#8211; em especial do Governo Federal -, para equilibrar o custo adicional da oferta de serviços em níveis adequados aos protocolos da Saúde que deverão ser seguidos daqui para a frente.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">&#8220;Se nada for feito, a quebra dos sistemas organizados de transporte público vai gerar perdas para a sociedade da ordem de R$ 320 bilhões por ano&#8221;, afirma Ailton Brasiliense, presidente da ANTP, entidade que assina o &#8220;Manifesto por um Transporte Público Digno, Econômico e Ambientalmente Sustentável&#8221;. Segundo ele, esse seria o custo da substituição do sistema público coletivo por opções individuais de transporte. Para se ter uma ideia do que isso significa, apenas 10% deste valor já permitiria reduzir a tarifa do transporte em 50% para todos os brasileiros. &#8220;É inevitável e urgente rever toda a prestação de serviço de transporte público coletivo no Brasil&#8221;, reforça.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">De acordo com o manifesto, uma eventual ausência de transporte público trará graves problemas econômicos ao desarticular a estrutura de produção local, distanciando a oferta de mão de obra dos locais de trabalho. &#8220;A dinâmica econômica das cidades, seu papel como ambiente de desenvolvimento, a sustentabilidade ambiental e a qualidade de vida urbana dependem fundamentalmente de um transporte público universal e de qualidade&#8221;, alerta Brasiliense.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Nesse sentido, o presidente da ANTP afirma que, ao contrário do que muitos imaginam, a população não poderá contar com o transporte individual motorizado como solução para realizar seus deslocamentos. &#8220;Uma parcela razoável das pessoas que usam o transporte público não tem qualquer condição de pagar por um veículo individual&#8221;, esclarece e antecipa que haverá exclusão social e econômica de uma parcela significativa da sociedade, que deixará de ter acesso às oportunidades oferecidas pelas cidades, como emprego, estudo, saúde e lazer.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">A ANTP reforça a urgência de ações organizadas e articuladas com participação de entes públicos das esferas federal, estadual e municipal, e também da sociedade civil, para se evitar a extinção desse serviço no novo formato imposto pela pandemia.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">O manifesto destaca ainda que a prestação dos serviços por ônibus é realizada por empresas privadas, estruturadas e com experiência reconhecida na área. No Brasil, segundo a ANTP, cerca de 1.800 empresas operam diariamente 107 mil ônibus, percorrendo 191,4 milhões de quilômetros por mês. O setor gera mais de 400 mil empregos diretos, entre motoristas, cobradores, pessoal de manutenção e demais profissionais. Já o transporte sobre trilhos &#8211; metrôs e ferrovias metropolitanas &#8211; administrado por estados, pelo Governo Federal e também pela iniciativa privada, congrega atualmente 15 operadoras com um total de 1.105 km de linhas, transportando diariamente 10,9 milhões de passageiros.</p>
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		<title>Com pandemia, transporte aéreo de cargas cai mais que a metade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Cosme]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2020 17:26:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia; Transporte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A crise gerada pela pandemia do novo coronavírus atingiu também o mercado do transporte de cargas. Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostrou que o transporte de carga nos aeroportos brasileiros, em abril, caiu mais que a metade em relação ao mesmo mês do ano passado. Foram 57 mil toneladas em abril último, 48% [&#8230;]</p>
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<figure id="attachment_106223" aria-describedby="caption-attachment-106223" style="width: 434px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class=" wp-image-106223" src="https://www.tanaarea.com.br/site/wp-content/uploads/2020/05/tranporte.jpg" alt="" width="434" height="259" /><figcaption id="caption-attachment-106223" class="wp-caption-text">primeiro voo a chegar da China com equipamenteos que ajudarão a combater o novo coronavírus. Créditos: Edvaldo Reis/Prefeitura do Rio</figcaption></figure>
<p>A crise gerada pela pandemia do novo coronavírus atingiu também o mercado do transporte de cargas. Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostrou que o transporte de carga nos aeroportos brasileiros, em abril, caiu mais que a metade em relação ao mesmo mês do ano passado. Foram 57 mil toneladas em abril último, 48% a menos que em abril de 2019, quando 109 mil toneladas foram transportadas.</p>
<p>Os números, considerados preocupantes, foram verificados a partir de abril, quando as medidas de distanciamento, como recurso de prevenção da doença, começaram a ser aplicadas no Brasil. “As medidas de distanciamento social resultaram em uma drástica redução no número de voos comerciais, o que acarretou quebra na oferta de transporte e aumento no valor de frete”, diz a CNI, em nota. O transporte aéreo concentra, em sua maioria, máquinas, aparelhos elétricos, aparelhos de imagem e som, bem como suas peças e acessórios. Esse tipo de carga correspondeu a 26% dos transportes em 2019.</p>
<p>Outros produtos muito transportados por aviões são reatores nucleares, máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos, representando 15% da carga transportada no ano passado. Produtos farmacêuticos, particularmente importantes nos dias de hoje, foram responsáveis por 14% do movimento em 2019. “São produtos essenciais para a indústria, seja para a venda de bens finais, seja para a entrega de insumos vinculados às cadeias globais de produção”, disse o gerente-executivo da CNI, Wagner Cardoso</p>
<p>A <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-03/aereas-registram-queda-de-85-em-viagens-internacionais-diz-abear" target="_blank" rel="noreferrer noopener">redução drástica no número de voos comerciais</a> que transportam passageiros interna e externamente também influenciou o resultado negativo. Isso porque dados dos últimos 12 meses mostram que as empresas aéreas de passageiros respondem por 64% do total de cargas transportadas no mercado internacional brasileiro e por 79% no mercado doméstico.</p>
</div>
<p class="noticia_fonte">
<strong>Agência Brasil</strong></p>
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