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	<title>Arquivos iniciativa - Tá na Área</title>
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		<title>Sindalcool participa de iniciativa que premia empresas do agronegócio por adoção de ações para mitigar à corrupção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Cosme]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2021 11:27:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[iniciativa]]></category>
		<category><![CDATA[premia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dezenove empresas e cooperativas do agronegócio que apostaram em ações e iniciativas de sustentabilidade, mitigação à corrupção e fraude, entre outras, serão reconhecidas nesta sexta-feira (5), pelo Ministério da Agricultura e Abastecimento (MAPA), por meio do Selo Mais Integridade, em cerimônia no auditório da APEX-BRASIL, em Brasília-DF, e que será transmitida ao vivo através dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dezenove empresas e cooperativas do agronegócio que apostaram em ações e iniciativas de sustentabilidade, mitigação à corrupção e fraude, entre outras, serão reconhecidas nesta sexta-feira (5), pelo Ministério da Agricultura e Abastecimento (MAPA), por meio do Selo Mais Integridade, em cerimônia no auditório da APEX-BRASIL, em Brasília-DF, e que será transmitida ao vivo através dos links <a href="https://lnkd.in/d6yxbGb" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://lnkd.in/d6yxbGb&amp;source=gmail&amp;ust=1612610610947000&amp;usg=AFQjCNGNmL6TUbNPdaVM4qH096hoddLNhQ">https://lnkd.in/d6yxbGb</a> e <a href="https://lnkd.in/dArX" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://lnkd.in/dArX&amp;source=gmail&amp;ust=1612610610947000&amp;usg=AFQjCNGwYBRzyBlfveuT33OfxWW67tN11Q">https://lnkd.in/dArX</a> M4a</p>
<p>A Paraíba teve participação na iniciativa, 3ª edição do selo, por meio do presidente da associação que reúne as empresas produtoras de etanol, açúcar e bioeletricidade (Sindalcool), Edmundo Barbosa, representando o Conselho Nacional da Indústria (CNI) e o Conselho Coagro.</p>
<p>De acordo com o MAPA, o próprio ministério foi piloto da Controladoria-Geral da União (CGU) na pauta de fomento setorial dentro do Governo Federal, tornando o Selo Mais Integridade, integrante do Programa MAPA Íntegro, uma referência.</p>
<p>Todos os setores da economia reconhecem hoje a relevância da pauta de integridade, especialmente quando o país busca expandir novos espaços para os produtos agropecuários brasileiros no mercado internacional, sendo fundamental, a demonstração do tratamento relevante que as empresas e cooperativas agropecuárias dão ao tema, de modo a implementar iniciativas de mitigação ao risco da ocorrência de atos de corrupção, que num passado, não muito distante, tanto sensibilizou com nosso mercado.</p>
<p>Com atuação fundamental do Comitê Gestor do selo, composto por representantes de instituições públicas e privadas, cuja independência de atuação e parceria, chancela e homologa o resultado da premiação, reveste a iniciativa do reconhecimento técnico e imparcialidade necessários que o mercado exige.</p>
<p>Em artigo publicado na Revista Consultor Jurídico, as advogadas da BMA Advogados, Anna Carolina Malta e Camila Cuschnir revelaram que nos últimos anos, diversas empresas do agronegócio se deram conta da necessidade de estabelecer práticas que não violem a legislação em vigor, pois perceberam que quanto mais íntegra e transparente for sua postura, mais sólidos e duradouros serão os relacionamentos com todos os seus <em>stakeholders</em>, isto é, seus produtores rurais, cooperados, clientes, investidores e colaboradores.</p>
<p>Segundo ainda afirmaram, por conta disso, a implementação de programas de <em>compliance</em> tem se multiplicado e as próprias áreas de <em>compliance</em> têm conquistado espaço cada vez mais estratégicos dentro das corporações, participando ativamente da tomada de decisões.</p>
<p>“Os programas de <em>compliance</em> auxiliam na detecção e prevenção de fraudes, melhoram os controles internos e conferem uma cultura de integridade ao ambiente corporativo. Portanto, atuar sem um programa de <em>compliance </em>deixa expostos os ativos e a reputação da companhia”, atestaram as advogadas.</p>
<p>Conforme opinião das advogadas, o Selo Mais Integridade faz parte de iniciativas criadas para incentivar empresas de qualquer setor a desenvolver a cultura de <em>compliance</em>.</p>
<p>Ainda durante a cerimônia, serão assinados dois atos normativos, entre eles, uma portaria entre o MAPA e a CGU, que aprova a implementação da nova marca digital Selo Mais Integridade – versão especial, para empresas e cooperativas agropecuárias premiadas, de forma cumulativa, nas iniciativas de promoção à integridade do selo e Empresa Pró-ética.</p>
<p>A outra Portaria do MAPA, aprova o regulamento da premiação do Selo Mais Integridade, relativa ao exercício 2021/2022.</p>
<p>Para o presidente do Sindalcool, Edmundo Barbosa, a sigla ASG está no centro das discussões entre empresas e investidores: “A” de questões ambientais, “S” de Social e “G” de governança. “As boas práticas precisam ser conhecidas e o Selo Mais Integridade vem há três anos estabelecendo oportunidade das agroindústrias se situarem melhor e se auto avaliarem. Para usinas, consumidores e investidores no etanol, essas práticas legais são honradas e vão além do mero cumprimento da lei”, destacou.</p>
<p>Sindalcool com assessoria do MAPA</p>
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		<title>Iniciativa privada demite 2,9 milhões de pessoas de maio a julho, atesta IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivandro Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2020 13:53:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[iniciativa]]></category>
		<category><![CDATA[privada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com os efeitos da pandemia pelo novo coronavírus, o Brasil encerra o segundo trimestre de 2020 com taxa de desemprego de 13,3%, maior do que o trimestre anterior, quando era de 12,2%, quantidade recorde de desalentados e o menor número de pessoas com carteira assinada da série histórica, iniciada em 2012, de acordo com os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com os efeitos da pandemia pelo novo coronavírus, o Brasil encerra o segundo trimestre de 2020 com taxa de desemprego de 13,3%, maior do que o trimestre anterior, quando era de 12,2%, quantidade recorde de desalentados e o menor número de pessoas com carteira assinada da série histórica, iniciada em 2012, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE. Apenas entre março e julho, o setor privado demitiu 2,9 milhões de trabalhadores com carteira assinada.</p>
<p class="texto">O número de desocupados (12,8 milhões), no entanto, ficou estável em relação ao trimestre anterior (12,9 milhões). Isso ocorreu, porém, devido ao crescimento da quantidade de trabalhadores que desistiram de procurar emprego durante a pandemia, o chamado desalento. De acordo com o levantamento, o número de pessoas ocupadas caiu 9,6% no período, ou seja, uma redução de 8,9 milhões. Como isso, a população total ocupada no Brasil recuou para 83,3 milhões de trabalhadores. Comparado a 2019, esse total aponta 10,5 milhões a menos.</p>
<p class="texto">Segundo o IBGE, a população fora da força de trabalho (77,8 milhões de pessoas) também é a maior da série, iniciada em 2012: subiu 15,6% (mais 10,5 milhões de pessoas) em relação a março e aumentou 20,1% (mais 13 milhões) frente a igual trimestre de 2019.</p>
<h3>Sem surpresa</h3>
<p class="texto">Para o economista Raul Velloso, especialista em contas públicas e ex-secretário de Assuntos Econômicos do Ministério do Planejamento, o futuro do país será sombrio, se governo e iniciativa privada não investirem em setores intensivos em mão de obra. “O que vai fazer a economia andar não é o gasto corrente com auxílio emergencial, nesse momento de carência extrema. A economia tem que ser reativada de maneira sistêmica”, afirma. O primeiro ponto, para o governo, é resolver o rombo na Previdência (no total de R$ 318,4 bilhões, sendo R$ 213,3 bilhões do setor privado e R$ 53,3 bilhões, dos servidores públicos), diz.</p>
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<p class="texto">“É hora de todos investirem, por exemplo, no setor de infraestrutura. Pesquisei 70 projetos de concessão e constatei R$ 44 bilhões de oportunidades. Seria uma saída para estancar o aumento do desemprego”, afirma Velloso. Ele fez um cálculo, com base em dados do Banco Central, simulando as perspectivas de comportamento do Produto Interno Bruto (PIB), quando foi divulgado o possível fraco desempenho dos Estados Unidos — resultado negativo de 32,9%, em termos anualizados, no primeiro trimestre.</p>
<p class="texto">Essa comparação é importante, segundo Raul Velloso. Ele explicou que, nos EUA, o cálculo é anualizado (projeção para 12 meses). Mas quando se compra o primeiro com o segundo trimestre, a queda do PIB americano melhora, para 9,5%. “No Brasil, no entanto, embora ainda não tenhamos o PIB do segundo trimestre, fazendo várias simulações e as mesmas comparações, se chega a um tombo projetado de 39,3% em um período de um ano. Estamos no fundo do poço. E é por isso que, se não houver economia nos cofres públicos e incentivo à criação de vagas no setor privado, o desemprego poderá explodir”, reforçou Velloso.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Da Redação com Correio Braziliense</em></p>
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