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	<title>Arquivos Indenização; chapecoense - Tá na Área</title>
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		<title>Ministério Público pede US$ 300 milhões de indenização em acidente da Chapecoense</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Cosme]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2020 11:31:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Indenização; chapecoense]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal ajuizou uma ação com pedido de indenização para os familiares das vítimas do acidente aéreo da Chapecoense, ocorrido em novembro de 2016, e que deixou 71 vítimas fatais, além de seis sobreviventes. O valor pedido pelo órgão é de US$ 300 milhões, conforme revelou o Procurador Geral, Carlos Prola Júnior, em audiência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="60" data-block-id="2">
<figure id="attachment_95319" aria-describedby="caption-attachment-95319" style="width: 314px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-95319" src="https://www.tanaarea.com.br/site/wp-content/uploads/2020/02/CHAPE.jpg" alt="" width="314" height="209" /><figcaption id="caption-attachment-95319" class="wp-caption-text">Acidente ocorreu em novembro de 2016, mas familiares ainda não receberam indenizações referentes ao seguro — Foto: ADRIANO VIZONE/FOLHAPRESS</figcaption></figure>
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O <a href="https://globoesporte.globo.com/sc/futebol/times/chapecoense/noticia/juiz-acata-acao-do-mpf-e-seguradoras-e-corretora-do-voo-da-chapecoense-viram-res-na-justica.ghtml">Ministério Público Federal ajuizou uma ação com pedido de indenização para os familiares das vítimas do acidente aéreo da Chapecoense</a>, ocorrido em novembro de 2016, e que deixou 71 vítimas fatais, além de seis sobreviventes. O valor pedido pelo órgão é de US$ 300 milhões, conforme revelou o Procurador Geral, Carlos Prola Júnior, em audiência da CPIChape, no Senado.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="64" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o procurador, as<a href="https://globoesporte.globo.com/programas/esporte-espetacular/noticia/vitimas-do-voo-da-chapecoense-ainda-buscam-indenizacoes-nos-eua-tres-anos-depois-da-tragedia.ghtml"> informações colhidas pelos familiares das vítimas</a> ajudou dar entrada na ação, já que as vítimas são protegidas pelo Código de Defesa do Consumidor. De acordo com os documentos obtidos e apresentados em audiências do Senado, o seguro da aeronave da LaMia, empresa que realizou o voo, caiu de US$ 300 milhões para US$ 25 milhões no ano do acidente.</p>
</div>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além disso, Prola Júnior demonstrou indignação com o acordo oferecido aos familiares das vítimas a título de ajuda humanitária no valor de US$ 225 mil por família. Segundo ele, o termo contém clausulas abusivas que obrigam abrir mão de direitos indenizatórios.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Eles foram reduzindo a cobertura, reduzindo o limite da apólice, que era de 300 milhões de dólares, e chegaram a US$ 25 milhões, menos de dez vezes o valor inicial que havia segurado aquela aeronave. Agindo dessa forma, permitiram a retomada da atividade de uma companhia que não tinha a mínima condição de operar — disse o procurador.</p>
</div>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— O MPF pede nessa ação que sejam condenados todos os envolvidos, inclusive a corretora e a resseguradora envolvida, e as empresas subsidiarias no Brasil desses grupos econômicos, tanto pela responsabilidade contratual, pelos seguros que foram firmados, tanto pela responsabilidade extracontratual, por derem causa a esse evento. A atuação dessas empresas não foi exatamente regular e eles deram causa a esse acidente no momento em que permitiram, firmando uma apólice muito abaixo do mínimo necessário para cobrir os riscos — concluiu.</p>
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<h2>Entenda o caso</h2>
</div>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O seguro da aeronave era de US$ 25 milhões (cerca de R$ 104 milhões), na época do acidente, mas os advogados das famílias contestam. Eles dizem que, até 2015, a apólice era de US$ 300 milhões (R$ 1,24 bilhão) e, a partir de 2016, mesmo com o risco ampliado por passar a transportar atletas de clubes de futebol, a apólice caiu de valor.</p>
</div>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os advogados das famílias dizem que a Aon é responsável pela avaliação de risco de seguros e que tinha conhecimento que a aeronave sobrevoaria áreas de risco, como a Colômbia. Para não fazer o pagamento da indenização, a empresa de seguro alega que a apólice não estava paga, porém, segundo os advogados das famílias, não houve uma comunicação sobre o não pagamento da apólice às autoridades locais, o que impediria o voo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="69" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Embora se recusem a pagar o seguro, duas empresas &#8211; Tokio Marine Kiln, seguradora nascida no Japão, e a boliviana Bisa &#8211; fazem parte de um fundo humanitário que ofereceu um repasse de dinheiro às famílias das vítimas. Elas ofereceram cerca de R$ 935 mil para cada uma. Em troca, os beneficiários teriam de desistir das ações na Justiça. Ao todo, 23 famílias toparam o acordo. E 48, não.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As pessoas que organizam o protesto em Londres calculam que o valor devido pela Aon, Tokio Marine Kiln e Bisa varia entre US$ 4 milhões e US$ 5 milhões (de R$ 16 milhões a R$ 20,8 milhões) para cada família.</p>
</div>
</div>
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