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	<title>Arquivos #filha #pezao #mma - Tá na Área</title>
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	<description>Mais que notícia, informação!</description>
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		<title>Filha de Antônio Pezão, Anne Ribeiro segue passos do pai e estreia no MMA amador em março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2019 18:18:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[#filha #pezao #mma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ditado diz que &#8220;filho de peixe, peixinho é&#8221;. Mas ele se aplica ao MMA também? No caso da família de Antônio &#8220;Pezão&#8221; Silva, sim. A filha mais velha do peso-pesado brasileiro, Anne Ribeiro, está seguindo os passos do pai. Aos 19 anos de idade, ela tem estreia marcada no MMA amador para o dia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="mc-column mc-side-item__container" data-block-type="ads" data-block-id="1">
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<div id="google_ads_iframe_/175759447/globosat.sportv/combate_1__container__">O ditado diz que &#8220;filho de peixe, peixinho é&#8221;. Mas ele se aplica ao MMA também? No caso da família de Antônio &#8220;Pezão&#8221; Silva, sim. A filha mais velha do peso-pesado brasileiro, Anne Ribeiro, está seguindo os passos do pai. Aos 19 anos de idade, ela tem estreia marcada no MMA amador para o dia 16 de março, em Fort Lauderdale, no evento XFN 23.</div>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Pezão jura que não tentou influenciar a primogênita a lutar, e a própria Anne afirma que a paixão pelo MMA veio naturalmente. Ela praticou jiu-jítsu na infância, mas transitou por outros esportes como vôlei e ginástica olímpica antes de retornar ao tatame e decidir que queria ir além da luta agarrada.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="103" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8211; Ela praticou vários esportes, resolveu retornar ao jiu-jítsu, até o ponto que ela chegou para mim e disse: &#8220;Paizinho, eu quero lutar!&#8221; Ela tinha 17 anos. Para mim, aquilo foi uma surpresa. Eu disse, &#8220;Filha, tem certeza?&#8221; Ela disse, &#8220;Tenho, paizinho, eu quero lutar.&#8221; Ela já estava treinando jiu-jítsu há muito tempo. Um dos treinadores dela me chamou e disse, &#8220;Olha, ela tem muito talento. Tem uma menina aí que já tem duas lutas de MMA, a gente bota ela para treinar com a menina&#8221; &#8211; lógico, sem valer soco &#8211; &#8220;e ela passa o carro nela, é impressionante&#8221; &#8211; conta Pezão.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8211; Desde muito pequena eu sempre convivi com este esporte, então para mim foi bem natural. Eu não tive ninguém me forçando, ninguém plantou essa ideia na minha cabeça. É um esporte que eu sempre amei, então foi uma escolha bem fácil &#8211; complementa Anne.</p>
<p>https://www.instagram.com/p/Bo2q9WEns1N/?utm_source=ig_embed&#038;utm_campaign=embed_video_watch_again</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Se não foi o incentivador inicial do sonho &#8211; Anne diz inclusive que os pais tinham &#8220;um pé atrás&#8221; quando souberam de suas intenções &#8211; Pezão virou &#8220;paitrocinador&#8221; depois de falar com os treinadores da filha e ter certeza que ela falava sério. Comprou caneleiras, luvas e ataduras para a jovem, a advertiu que MMA não era jiu-jítsu e que ela teria de se acostumar a levar &#8220;porrada no rosto, chute nas pernas, na cabeça, então vamos treinar.&#8221;</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8211; Lógico, o coração fica a mil, está chegando próximo. Eu prefiro sair na mão do que ver um filho (fazer isso), mas eu também não posso proibir, né? Porque é um esporte saudável, um esporte que não é violento. É um esporte que tem regras, não é um esporte perigoso. Eu vivi dentro deste esporte minha vida toda, mudei a minha vida e a vida dela através do MMA, então agora é minha hora de dar todo apoio &#8211; garante Pezão, que já pode mudar o apelido para &#8220;Babão&#8221; ou &#8220;Coruja&#8221; com a forma como fala das qualidades de Anne.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8211; Coloquei ela para treinar com o Steve Bruno, professor de muay thai da equipe amadora da American Top Team, e ela começou a treinar e treinar&#8230; Não faltava um dia! A menina era de segunda a sábado na academia, fiquei impressionado. No primeiro treino dela, eu tenho até imagens, pensei, &#8220;Nossa, essa menina parece até que já treinou!&#8221; Chutando, jogando o quadril certinho, quando dava o jab e direto, o quadril movimentando, tudo perfeitinho. Impressionante, mas acho que é de tanto ela acompanhar.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Anne também não esconde a admiração pelo pai. A jovem lutadora quer mostrar o mesmo coração exibido por Pezão em sua carreira, que incluiu uma disputa de cinturão no UFC e vitórias sobre nomes como Fedor Emelianenko e Alistair Overeem.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8211; A maior coisa que eu aprendi com meu pai, assistindo às lutas dele e a carreira dele, foi nunca desistir. Eu vi ele passar por altos e baixos e nada fez ele desistir do sonho, nada fez ele desistir da carreira. Para mim, essa mensagem é muito importante, é uma coisa que eu vou levar para a vida toda, graças a ele.</p>
<p>https://www.instagram.com/p/BtljJ8ph3lh/?utm_source=ig_embed</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A estreia amadora de Anne Ribeiro será contra a americana Hannah &#8220;Hannibal&#8221; Jackson, que tem uma vitória e duas derrotas no cartel amador. O confronto será realizado num peso-casado de 130 libras (58,9kg), e a brasileira radicada nos EUA pretende seguir carreira no peso-mosca (até 56,7kg) posteriormente. Por ora, Anne não tem apelido de luta; alguns podem chamá-la de &#8220;Pézinho&#8221; por causa do pai, mas ela pretende marcar seu nome na história do esporte.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8211; Meu sonho no MMA, é claro, é chegar no UFC e ganhar o título. Ser reconhecida como uma das melhores. Quero deixar um legado bem legal para meus filhos, netos, bisnetos. Eu quero o reconhecimento mesmo de ser uma das melhores lutadoras de todos os tempos. Esse é o maior sonho que eu tenho &#8211; declarou Anne Ribeiro.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: G1</p>
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