Pouco mais de seis meses depois de o presidente Donald Trump suspender o tarifaço de 40% sobre os produtos brasileiros, o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR na sigla em inglês) propôs nesta segunda-feira que o Brasil seja alvo de uma taxação de 25% por conta de “práticas irrazoáveis” que onerariam o comércio exterior dos EUA.
A recomendação entra agora em consulta pública e tem até 25 de julho para entrar em vigor. Um dos pontos destacados pelo relatório do USTR é o “favorecimento” a serviços locais de pagamento eletrônico, o Pix.
O documento também cita “ordens secretas” de tribunais para remoção de conteúdo por plataformas digitais americanas, demora na análise de patentes, taxação de etanol dos EUA, acordos comerciais mais favoráveis com países como México e Índia e até a anulação das sentenças da Lava Jato.
Por outro lado, produtos como aeronaves e peças, terras raras e alguns itens agropecuários ficariam de fora da eventual nova taxação.




