O padre Egídio, figura central no escândalo envolvendo o Hospital Padre Zé, deverá formalizar nos próximos dias um acordo de delação premiada junto ao Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco). A expectativa é de que o conteúdo da colaboração traga novos desdobramentos sobre o caso, que investiga supostas irregularidades na gestão da unidade hospitalar.
Paralelamente, o desembargador Márcio Murilo pode solicitar, em breve, o julgamento para apreciação da denúncia apresentada contra 16 integrantes da cúpula investigada no esquema. O avanço processual ocorre em um momento estratégico, já que Murilo pretende deixar o gabinete sem pendências antes de assumir dedicação exclusiva à Justiça Eleitoral, na condição de presidente do TRE da Paraíba.
Reconhecido nos bastidores jurídicos pela postura firme, determinação e competência, o desembargador tem conduzido o processo com rigor, o que eleva a expectativa em torno dos próximos capítulos de um dos casos mais emblemáticos recentes no estado.




