Nos bastidores de Brasília, a derrota de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) e a revisão das penas dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro indicam um rearranjo de forças. No centro desse movimento está o ministro Alexandre de Moraes, que amplia sua influência ao conduzir temas sensíveis e estratégicos.
A chamada “dosimetria” das penas deixa de ser apenas técnica e passa a ter peso político, enquanto o governo enfrenta dificuldades de articulação. O cenário aponta para um Judiciário mais protagonista, com Moraes como peça-chave nas decisões e nos rumos institucionais.




