O cheiro de sangue tomou conta do oceano político por onde partidos de direita, do Centrão e até do que se convencionou chamar de direita democrática navegam.
Rapidamente antigos aliados do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) trataram de se distanciar do, até o momento, principal herdeiro do bolsonarismo.
O ex-governador de Goiás e pré-candidato pelo PSD, Ronaldo Caiado afirmou que uma pessoa “contaminada” por Daniel Vorcaro não teria condições de ocupar a Presidência da República. Já o ex-governador mineiro e pré-candidato pelo Novo, Romeu Zema, inovou. Vazou para a imprensa que dará uma coletiva para criticar Flávio Bolsonaro por suas relações com Vorcaro.
A madrasta e potencial rival Michelle Bolsonaro não quis comentar a crise que envolve o enteado, e, com um sorriso nos lábios, recomendou que os repórteres perguntassem a Flávio sobre suas relações com Vorcaro.
E até Aécio Neves reapareceu. Segundo seus interlocutores, o PSDB já avalia apresentar seu nome como candidato à Presidência.




