A luta das forças de segurança, por meio de suas entidades representativas, de fazer com que a Paraíba deixe de pagar o pior salário do país a um policial deve perdurar mais alguns dias, após mais uma rodada de negociações com o Governo do Estado. O desembargador Leandro dos Santos, que conduziu a audiência acreditando em pacificação, não conseguiu que as partes chegassem a um acordo e um novo encontro ocorrerá na segunda-feira, dia 09.
Mais uma vez, além dos representantes do Governo do Estado, participaram da audiência os diretores adjuntos do Nupemec, juízes Antônio Carneiro, Bruno Azevedo e Fábio Leandro, e os representantes do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado da Paraíba (SINDSPOL), Associação dos Papiloscopistas Policiais Civis do Estado da Paraíba (ASPPEPP), Associação dos Técnicos em Perícia e Necrotomistas da Polícia Civil Da Paraíba (Atenepol-Pb), Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar Da Paraíba (ASBMPM), Clube dos Oficiais da Polícia Militar, Sindicato dos Peritos Oficiais do Estado da Paraíba (Sindperitos-Pb), Associação dos Servidores da Polícia Científica do Estado da Paraíba (ASPOCED), Associação dos Oficiais da Polícia e Bombeiro Militar do Estado da Paraiba (ASSOF/PB), Associação de defesa das Prerrogativas dos delegados de Polícia da Paraíba (ADEPDEL) e Associação dos Subtenentes e Sargentos da Polícia Militar da Paraíba (ASSPOM).
Nos autos da Ação Declaratória de Ilegalidade de Greve, o Estado alegou a existência de um movimento paredista, deflagrado pelo Fórum das Entidades das Polícias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros. No dia 19, o desembargador Leandro deferiu medida liminar para declarar ilegal qualquer movimento de caráter paredista que envolva as forças policiais, sejam paralisações ou deflagrações de greve.




