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	<title>Arquivos Opinião - Tá na Área</title>
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		<title>Um Papa que chora e confronta o dogma de infalibilidade papal; por Ivandro Oliveira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivandro Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2025 20:44:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A eleição do cardeal Robert Prevost, que escolheu o nome de Leão XIV, como novo Papa, trouxe uma série de emoções e expectativas para a Igreja Católica e seus fiéis ao redor do mundo. Uma das cenas mais marcantes de sua chegada foi sua emoção ao chorar na sacada da Basílica de São Pedro, uma [&#8230;]</p>
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<p>A eleição do cardeal Robert Prevost, que escolheu o nome de Leão XIV, como novo Papa, trouxe uma série de emoções e expectativas para a Igreja Católica e seus fiéis ao redor do mundo. Uma das cenas mais marcantes de sua chegada foi sua emoção ao chorar na sacada da Basílica de São Pedro, uma demonstração de humanidade que contrasta com o dogma da infalibilidade papal. </p>



<p>Esse momento tocou profundamente aqueles que assistiram, pois revelou que, por trás da figura de liderança espiritual, existe um ser humano com emoções, dúvidas e esperança. Em uma época em que a instituição muitas vezes é vista como distante ou rígida, a vulnerabilidade de Leão XIV reforça a ideia de que a fé também é uma jornada de emoções e conexão genuína.&nbsp;</p>



<p>Apesar de ser um nome relativamente desconhecido no cenário global, sua trajetória — marcada por sua atuação como missionário no Peru, seu compromisso com justiça social e seu apoio ao papado de Francisco — sugere uma liderança que valoriza a empatia, a simplicidade e o diálogo. Sua escolha, vindo de um cardeal que raramente fala em público, indica uma preferência por uma postura mais tranquila e reflexiva, que pode renovar a esperança de uma Igreja mais próxima das pessoas.&nbsp;</p>



<p>A cena de sua lágrima na sacada não foi apenas um momento de emoção, mas um símbolo de que, mesmo na mais alta autoridade da Igreja, a humanidade prevalece. E talvez seja essa a mensagem mais poderosa que o novo Papa nos traz: que a fé também é feita de emoções, de dúvidas e de esperança, e que a verdadeira liderança está em reconhecer essa vulnerabilidade com coragem e compaixão.</p>



<p></p>



<p>Ivandro Oliveira é jornalista. </p>
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		<title>Quem Deve Pagar a Conta do Escândalo no INSS? Por Ivandro Oliveira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivandro Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 19:04:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil está novamente diante de um escândalo de proporções bilionárias envolvendo a máquina pública. Desta vez, as fraudes descobertas no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), sob o governo Lula, colocam em xeque não apenas a eficiência do sistema previdenciário, mas a própria integridade da gestão pública. Os desvios, segundo estimativas, podem superar a [&#8230;]</p>
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<p>O Brasil está novamente diante de um escândalo de proporções bilionárias envolvendo a máquina pública. Desta vez, as fraudes descobertas no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), sob o governo Lula, colocam em xeque não apenas a eficiência do sistema previdenciário, mas a própria integridade da gestão pública. Os desvios, segundo estimativas, podem superar a espantosa marca de <strong>R$ 600 bilhões</strong> — grande parte relacionada ao sistema de <strong>empréstimos consignados</strong> que foi transformado em uma máquina de endividamento cruel e oportunista, às custas de aposentados e pensionistas. </p>



<p>Esses números, se confirmados, colocam este escândalo como um dos maiores da história da República. O rombo não é apenas fiscal: é moral. A confiança da população, sobretudo da mais vulnerável — idosos, viúvos, trabalhadores que dedicaram a vida ao país — foi traída de maneira sistemática. Aliás, em Brasília, o que se fala é que os descontos ilegais para beneficiar entidades ligadas ao PDT, de Carlos Luppi, que deixou o governo em meio as denúncias de corrupção, e PT, sigla que tem ligação umbilical com essas associações e seus dirigenetes.   </p>



<p>Mas o que mais revolta não é só a dimensão do desvio, e sim <strong>quem paga por ele</strong>: o cidadão comum. Enquanto aposentados enfrentam filas, lutas inglórias para terem seus benefícios reconhecidos e recebem benefícios corroídos pela inflação, sem esquecer do assédio constante de instituições financeiras para novos empréstimos, os verdadeiros responsáveis seguem blindados pelo manto da impunidade e do conchavo político.</p>



<p>É inaceitável que os <strong>partidos políticos</strong> que <strong>indicaram os gestores corruptos para cargos estratégicos no INSS</strong> não sejam responsabilizados diretamente por essa tragédia. É sabido que muitas dessas nomeações não se deram por critérios técnicos, mas por acordos de bastidores, trocas de favores e loteamento da máquina pública. A prática clientelista de transformar órgãos públicos em feudos partidários tem um preço — e esse preço, hoje, ultrapassa os R$ 600 bilhões.</p>



<p>Portanto, é legítimo e urgente que a sociedade brasileira exija <strong>responsabilização financeira dos partidos</strong> envolvidos. Se foram seus quadros e suas decisões políticas que permitiram a entrada de agentes corruptos no coração do INSS, então que <strong>arquem com a restituição aos cofres públicos</strong>. Que seus fundos partidários e eleitorais sejam bloqueados até que os valores desviados sejam devolvidos. Que dirigentes partidários respondam judicialmente, e que não reste mais espaço para a velha desculpa da “desconexão entre partido e indicado”.</p>



<p>Afinal, não se trata apenas de um roubo. Trata-se de um <strong>atentado à boa-fé de milhões de brasileiros</strong>, à dignidade dos que mais precisam, e à sustentabilidade de um dos pilares do Estado: a Previdência Social.</p>



<p>Chega de empurrar a conta para o povo. É hora de inverter o jogo. Que paguem os responsáveis — e não as vítimas.</p>



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		<title>2026 já começou — e João Azevêdo larga na frente; por Ivandro Oliveira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivandro Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 11:37:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As imagens falam. E, neste início de corrida eleitoral para 2026, duas fotografias ganham protagonismo e antecipam o clima que vem por aí. De um lado, o governador João Azevêdo, ao centro da cena, de mãos dadas com lideranças da base governista. O gesto de levantar os braços não é apenas simbólico: é político, é [&#8230;]</p>
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<p>As imagens falam. E, neste início de corrida eleitoral para 2026, duas fotografias ganham protagonismo e antecipam o clima que vem por aí. De um lado, o governador João Azevêdo, ao centro da cena, de mãos dadas com lideranças da base governista. O gesto de levantar os braços não é apenas simbólico: é político, é estratégico e carrega uma mensagem clara de unidade, continuidade e força. A foto traduz o que as palavras tentam alcançar — um governo com musculatura e articulação, que sabe jogar o jogo da sucessão. </p>



<p>Mas, claro, para estratégia vingar, tudo depende da tão sonhada unidade, que não será fácil mantê-la até o final, sobretudo diante de tantos personagens e interesses envolvidos. Fazer um omelete sem quebrar os ovos é impossível, e, na política, unir anseios particulares em torno de uma causa maior é missão muitas vezes inglória, afeita aos grandes líderes, papel que João aceitou assumir de agora em diante. </p>



<p>Do outro lado, a oposição, onde bolsonaristas e lulistas aparecem lado a lado. Inusitado? No mínimo. A mistura improvável tem nome e sobrenome: Veneziano Vital do Rêgo. O senador emedebista, lulista de carteirinha, hoje se vê obrigado a buscar apoio entre os aliados de Bolsonaro para manter-se politicamente relevante. Uma manobra de sobrevivência, é verdade, mas que expõe o quão desarticulado está o campo oposicionista no momento.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="533" src="https://www.tanaarea.com.br/site/wp-content/uploads/2025/04/image-1.png" alt="" class="wp-image-232552" srcset="https://www.tanaarea.com.br/site/wp-content/uploads/2025/04/image-1.png 800w, https://www.tanaarea.com.br/site/wp-content/uploads/2025/04/image-1-300x200.png 300w, https://www.tanaarea.com.br/site/wp-content/uploads/2025/04/image-1-768x512.png 768w, https://www.tanaarea.com.br/site/wp-content/uploads/2025/04/image-1-750x500.png 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p>É cedo para cravar qualquer resultado, especialmente quando vários nomes começam a gravitar no tabuleiro político de 2026, mas as imagens são um termômetro. De um lado, coesão e projeto. Do outro, improviso e interesses conflitantes. A disputa será longa, dura, imprevisível — como toda eleição. Mas, por ora, o grupo liderado por João Azevêdo já colocou o pé na estrada com vantagem.</p>
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		<title>Francisco: um Papa simples e reformador; por Ivandro Oliveira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivandro Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2025 14:16:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A morte do Papa Francisco marca o fim de uma era única na história da Igreja Católica. Como o primeiro papa latino-americano e também o primeiro jesuíta a ocupar o pontificado, Francisco trouxe uma perspectiva renovada e uma abordagem de liderança que conquistou corações ao redor do mundo. Sua trajetória, embora não tivesse o perfil [&#8230;]</p>
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<p>A morte do Papa Francisco marca o fim de uma era única na história da Igreja Católica. Como o primeiro papa latino-americano e também o primeiro jesuíta a ocupar o pontificado, Francisco trouxe uma perspectiva renovada e uma abordagem de liderança que conquistou corações ao redor do mundo. Sua trajetória, embora não tivesse o perfil intelectual como de seu antecessor, Bento XVI, foi marcada por um carisma invejável, algo parecido que João XXIII e João Paulo II ostentaram em seus papados, líderes que também souberam unir a Igreja e o mundo em momentos de transformação.</p>



<p>Francisco não veio para reforçar o conservadorismo ou manter o status quo. Pelo contrário, ele tentou romper com alguns tabus e avançar em temas delicados, promovendo uma Igreja mais próxima, humilde e acolhedora. Sua ênfase na simplicidade, na misericórdia e na atenção aos mais vulneráveis deixou um legado que reforça a importância de valores humanos e espirituais em tempos de mudanças rápidas e desafios globais.</p>



<p>Apesar de sua popularidade e do impacto positivo de suas ações, é importante reconhecer que seu estilo de liderança foi, muitas vezes, uma tentativa de abrir espaço para uma Igreja mais inclusiva e menos rígida. Sua postura de humildade e diálogo foi uma resposta às complexidades do mundo contemporâneo, onde questões sociais, ambientais e culturais exigem uma abordagem mais sensível e aberta.</p>



<p>Com a sua partida, o cenário para o futuro da Igreja se apresenta com incertezas. O próximo papa, segundo alguns analistas, pode ter um perfil mais conservador, voltado para dentro da comunidade e com uma postura mais firme diante de temas como o enfrentamento ao islamismo na Europa e outras questões sociais. Essa mudança de perfil pode representar um retorno a posições mais tradicionais, o que certamente influenciará o rumo da Igreja nos próximos anos.</p>



<p>No entanto, o legado de Francisco permanece vivo. Sua mensagem de humildade, esperança e amor ao próximo continuará a inspirar fiéis e não fiéis, lembrando-nos de que a verdadeira força da fé está na capacidade de acolher, dialogar e transformar o mundo com compaixão.</p>



<p>Que a memória do Papa Francisco nos incentive a refletir sobre o papel da Igreja na sociedade e a buscar sempre um caminho de paz, entendimento e solidariedade.</p>
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		<title>O que tem de ser tem muita força; por Ivandro Oliveira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivandro Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 13:56:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cenário político para as eleições estaduais de 2026 começa a ganhar contornos mais definidos na Paraíba, e, ao que tudo indica, o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (Progressistas), surge como protagonista incontestável. Pelo menos é isso que sinalizam as mais recentes pesquisas, que funcionam, nesse momento, como termômetro do humor do eleitorado e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/politica/o-que-tem-de-ser-tem-muita-forca-por-ivandro-oliveira/">O que tem de ser tem muita força; por Ivandro Oliveira</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
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<p>O cenário político para as eleições estaduais de 2026 começa a ganhar contornos mais definidos na Paraíba, e, ao que tudo indica, o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (Progressistas), surge como protagonista incontestável. Pelo menos é isso que sinalizam as mais recentes pesquisas, que funcionam, nesse momento, como termômetro do humor do eleitorado e indicativo de tendências para o futuro próximo.</p>



<p>Na mais recente sondagem do Instituto Anova, Cícero aparece liderando a corrida pelo Governo do Estado com folga. Em segundo lugar, e a uma distância considerável, figura o ex-deputado Pedro Cunha Lima (PSD), nome forte da oposição que chegou ao segundo turno em 2022, enfrentando o governador João Azevedo (PSB). A pesquisa não apenas mostra Cícero na dianteira, mas aponta uma consolidação de sua imagem como opção viável e competitiva no tabuleiro estadual.</p>



<p>E os bons ventos não param por aí. Outra pesquisa, desta vez do instituto DataRanking, aferiu a aprovação da atual gestão de Cícero à frente da Prefeitura da capital e o resultado impressiona: 69,6% de aprovação. Um índice que não apenas credencia sua administração, mas também funciona como trampolim para uma possível candidatura ao Palácio da Redenção. Afinal, João Pessoa é o maior colégio eleitoral do estado — e ter ampla aprovação ali é meio caminho andado em qualquer disputa majoritária.</p>



<p>Esse detalhe é ainda mais relevante quando lembramos que, em 2022, Pedro Cunha Lima conseguiu vencer justamente nos principais colégios eleitorais, incluindo João Pessoa. A leitura que se impõe é: com a força atual de Cícero no eleitorado pessoense, repetir o feito de 2022 pode ser um desafio bem mais complicado para Pedro — caso, claro, ambos venham mesmo a se enfrentar nas urnas.</p>



<p>A eventual candidatura de Cícero ao Governo do Estado parece, cada vez mais, não ser uma questão de &#8220;se&#8221;, mas de &#8220;quando&#8221; será oficializada. Ainda que ele evite assumir publicamente o projeto, os números falam alto — e mostram um caminho que, se não é inevitável, ao menos parece muito bem pavimentado.</p>



<p>Se política é feita de momento, Cícero vive um dos mais promissores desde que retornou a arena política, em 2020. E, até aqui, está nadando de braçada no mar ainda morno da sucessão estadual, testificando a velha máxima de que o o que tem de ser tem muita força. </p>



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		<title>Cícero encontra território fértil e livre para 2026 em Campina Grande; por Ivandro Oliveira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivandro Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Apr 2025 12:53:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O médico Jhony Bezerra (PSB), segundo colocado na disputa pela Prefeitura de Campina Grande, recepcionou o prefeito Cícero Lucena (PP) em um encontro que, além de amistoso, teve um forte simbolismo político. O cenário escolhido foi a feira central da cidade, local de confluência de consumidores camponeses e onde as iguarias serviram de pano de [&#8230;]</p>
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<p>O médico Jhony Bezerra (PSB), segundo colocado na disputa pela Prefeitura de Campina Grande, recepcionou o prefeito Cícero Lucena (PP) em um encontro que, além de amistoso, teve um forte simbolismo político. O cenário escolhido foi a feira central da cidade, local de confluência de consumidores camponeses e onde as iguarias serviram de pano de fundo para emoldurar o cenário eleitoral de 2026.</p>



<p>O dia do encontro não poderia ser mais emblemático: coincidiu com o aniversário do ex-senador, ex-governador e ex-prefeito de Campina Grande, Cássio Cunha Lima, um detalhe que adicionou uma camada extra de significado a agenda. Pode até ter sido mera coincidência, mas a peculiaridade pode ter sido uma clara mensagem de que o território, antes monopolizado pelo protagonismo dos políticos campinenses, está livre para abraçar e beijar Cícero Lucena na eleição do ano que vem, inclusive como candidato do atual governador João Azevêdo (PSB). </p>



<p>As imagens compartilhadas nas redes sociais falam por si mesmas. Os beijos e abraços  em Cícero na agenda preparada por Jhony revelam um clima de aceitação do prefeito pessoense junto aos campinenses, indicando que o prefeito estava à vontade, como se estivesse em casa. Essa interação calorosa é um indicativo de que Cícero não precisa mais afirmar sua intenção de concorrer ao governo em 2026; suas ações e a receptividade demonstrada nas fotos já comunicam essa intenção de forma clara e eficaz.</p>



<p>Cicero, como se sabe, sempre teve laços de muita sintonia com Campina Grande, a começar pelo seu gesto, em 2002, de abrir mão de ser o candidato de José Maranhão, já falecido, na sua sucessão naquele ano, para abrir espaço ao então prefeito da cidade, Cássio Cunha Lima, que seria vitorioso naquele pleito. E pelo forma como foi recebido, parece que Campina ainda guarda lembranças daquele episódio, o que certamente deve animar ainda mais o prefeito de João Pessoa. </p>



<p>O fato é se alguém ainda duvidava de uma eventual candidatura de Cícero ao governo, agora não resta mais nenhuma, e até o mais ingênuo frequentador do calçadão da Cardoso Vieira já sabe o que o atual prefeito de João Pessoa é candidato e pra valer. </p>
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		<title>Brasil não vai bem e diagnóstico é de um presidente moribundo; por Ivandro Oliveira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivandro Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 23:49:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mais recente pesquisa do Instituto Quaest revelou um cenário preocupante para o presidente Lula, com uma queda expressiva na sua aprovação e um aumento na desaprovação. Pela primeira vez desde o início do terceiro mandato, a rejeição ao governo superou a aprovação, com 49% dos entrevistados desaprovando a gestão petista, contra 47% que ainda [&#8230;]</p>
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<p>A mais recente pesquisa do Instituto Quaest revelou um cenário preocupante para o presidente Lula, com uma queda expressiva na sua aprovação e um aumento na desaprovação. Pela primeira vez desde o início do terceiro mandato, a rejeição ao governo superou a aprovação, com 49% dos entrevistados desaprovando a gestão petista, contra 47% que ainda a aprovam. Em dezembro, a aprovação era de 52%, mostrando uma queda significativa em poucos meses.</p>



<p>Os principais fatores para essa piora na avaliação incluem a percepção negativa da economia, com 83% dos brasileiros relatando alta no preço dos alimentos, e a sensação de que o governo tem cometido mais erros do que acertos, como no caso da polêmica envolvendo a possível fiscalização do PIX. Além disso, a pesquisa indica que 65% da população acredita que Lula não está cumprindo as promessas de campanha.</p>



<p>O impacto desses números foi tão forte que aliados do presidente ficaram alarmados, considerando a pesquisa &#8220;assustadora&#8221; e &#8220;péssima&#8221; para o governo. Em estados-chave como São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, a desaprovação superou 50%, indicando dificuldades crescentes para Lula caso tente a reeleição em 2026.</p>



<p>O descontentamento se espalha por vários segmentos da sociedade, incluindo eleitores que votaram em Lula no segundo turno de 2022. Essa deterioração da popularidade do presidente demonstra que sua retórica populista já não convence tantos brasileiros, especialmente diante da falta de soluções concretas para problemas como inflação e insegurança econômica.</p>



<p>A pesquisa do Instituto Quaest também revelou uma tendência preocupante para Lula na região Nordeste, historicamente um de seus principais redutos eleitorais. A aprovação do presidente caiu de 48% em dezembro para 37%, enquanto a desaprovação subiu consideravelmente, indicando uma perda de apoio mesmo entre eleitores tradicionalmente alinhados ao PT.</p>



<p>Outro ponto crítico identificado pelo levantamento é a rejeição crescente entre mulheres e a classe média. O grupo feminino, que já demonstrava uma divisão em relação ao governo, agora apresenta maior insatisfação, refletindo dificuldades do governo em temas sensíveis como segurança e economia doméstica. Já entre os eleitores de classe média, a desaprovação é impulsionada pelo aumento do custo de vida e pela percepção de que as políticas econômicas do governo não favorecem esse segmento. </p>



<p>Com esses indicadores, o governo petista dá sinais de fragilidade, tornando qualquer pretensão de reeleição uma aposta cada vez mais arriscada, embora o Lula 3 aposte numa série de propostas que possam virar o humor do brasileiro, algo ainda não perceptível nesses primeiros 3 meses de 2025. <br></p>



<p>O fato é que os números da pesquisa Quaest reforçam a percepção de que o país não vai nada bem e de um Lula moribundo, incapaz de reagir a ‘maré’ ruim e que começa inviabilizar sua candidatura à reeleição. </p>



<p></p>
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		<title>João, Aguinaldo e Hugo e a mesa que vai decidir 2026; por Ivandro Oliveira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivandro Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 18:55:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na política, muitas vezes, o que não é dito é tão importante quanto as palavras expressadas. Os movimentos – ou a ausência deles – revelam intenções, alinhamentos e disputas que moldam os cenários eleitorais antes mesmo que as candidaturas sejam oficialmente lançadas. E na Paraíba, olhando para 2026, um fato é inegável: do lado governista, [&#8230;]</p>
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<p>Na política, muitas vezes, o que não é dito é tão importante quanto as palavras expressadas. Os movimentos – ou a ausência deles – revelam intenções, alinhamentos e disputas que moldam os cenários eleitorais antes mesmo que as candidaturas sejam oficialmente lançadas. E na Paraíba, olhando para 2026, um fato é inegável: do lado governista, a sucessão passa inevitavelmente pelo governador João Azevêdo (PSB) e os deputados federais Aguinaldo Ribeiro (PP) e Hugo Motta (REP), este último presidente da Câmara.</p>



<p>A imagem do encontro no restaurante Gulliver Mar &#8211; que não teve nada de casual &#8211; entre esses três personagens aponta para uma constatação não apenas simbólica, mas absolutamente latente, que é por aquela mesa que passarãp as decisões do blocp governista para a eleição do próximo ano.</p>



<p>O governador João Azevêdo, ainda sem um sucessor definido, movimenta suas peças com cautela, mantendo-se como o grande fiador da continuidade do projeto governista. Aguinaldo Ribeiro, com forte influência em Brasília e um protagonismo crescente nos bastidores, articula com discrição, mas sem esconder sua posição central nas definições que virão. Hugo Motta, por sua vez, vem consolidando sua força política no interior, expandindo seu alcance e reforçando o peso do Republicanos na equação sucessória.</p>



<p>Os sinais que vêm do grupo situacionista demonstram que nada ocorre por acaso. As alianças, os discursos medidos e até mesmo os silêncios indicam um jogo estratégico onde cada passo é calculado. Quem observa atentamente percebe que a escolha do candidato governista e todo o desenho da chapa, a começar pela saída ou não do governador para disputar o senado, será fruto de um acordo entre essas lideranças – e qualquer tentativa de romper essa lógica encontrará dificuldades.</p>



<p>Assim, o caminho para 2026 está traçado: entre palavras e gestos, a sucessão na Paraíba já tem seu eixo definido e o desfecho será apenas a consequência dos movimentos que já estão em curso pelo trio ocupante da mesa.  </p>



<p> </p>
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		<title>80 anos de Reginaldo Tavares de Albuquerque; por Ivandro Oliveira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivandro Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Mar 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comemorar 80 anos é, sem dúvida, uma dádiva preciosa. Poucos chegam a essa marca, ainda mais quando o detentor de tamanha façanha é um homem dotado de uma história singular e repleta de grandes feitos, cujo legado é ainda incalculável, dada a imaterialidade tamanha de sua obra pessoal e profissional. Hoje celebramos não apenas 80 [&#8230;]</p>
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<p>Comemorar 80 anos é, sem dúvida, uma dádiva preciosa. Poucos chegam a essa marca, ainda mais quando o detentor de tamanha façanha é um homem dotado de uma história singular e repleta de grandes feitos, cujo legado é ainda incalculável, dada a imaterialidade tamanha de sua obra pessoal e profissional. Hoje celebramos não apenas 80 anos de vida, mas 8 décadas de uma jornada extraordinária, um caminho trilhado com coragem, determinação e um coração imenso, sempre disposto a amar e a ensinar. </p>



<p>Filho de seu Aquino e dona Honorina, marido de Jandira, pai de Delano, Larissa e Diego, avô dos adoráveis Lulinha, Antônio e das lindas e meigas Marias Vitória, Rita, Sophia, Cecília, Luiza, Reginaldo Tavares de Albuquerque, ou, simplesmente, Dr. Reginaldo é autor e protagonista de uma das mais inconfundíveis biografias que já conheci, sendo um verdadeiro manancial de sabedoria. A odisséia desse ilustre cajazeirense e paraibano tem feito parte da minha vida nas duas últimas décadas, e como seu assessor no curso desse tempo, tenho aprendido muito com a sua vida, mas é como seu amigo, ouvindo conselhos e seguindo orientações, que tenho tido o privilégio de compreender que <strong>o verdadeiro sentido da existência humana não é simplesmente nascer, viver e morrer mas sim, deixar um pouco de si em cada momento em que se vive</strong>.   </p>



<p>Neste dia especial, em que celebramos os 80 anos de vida de um notável líder cooperativista e médico, cuja trajetória tem sido marcada por dedicação, compromisso e um profundo senso de responsabilidade social. Ao longo de cinco décadas, Dr. Reginaldo não apenas se destacou na medicina, mas também se tornou uma referência na promoção do cooperativismo como um modelo de desenvolvimento sustentável e solidário, semeando cooperativas do Acre a Bahia a partir de João Pessoa.</p>



<p>Desde os primeiros passos, o irmão de Edme (já falecido), Edna, Edneide, Regina e Edinaldo superou desafios, construiu sonhos, fez amigos e formou uma família que hoje se orgulha de sua história. Seu olhar carrega a experiência de quem viveu intensamente, de quem soube cair e se levantar, de quem transformou dificuldades em aprendizados e alegrias em combustível para seguir em frente. Como líder cooperativista, foi fundamental na criação de diversas cooperativas que transformaram a vida de milhares de pessoas, sendo timoneiro de um movimento  vanguardista que o levou a comandar nacionalmente o Sistema Unimed.   </p>



<p>O espírito altruísta de Dr. Reginaldo também foi essencial para germinar o cooperativismo de crédito nas regiões Norte e Nordeste. Acreditando no segmento como fomentador e braço estratégico do associativismo médico, fundou a Unicred Norte/Nordeste e disseminou cooperativas de crédito, desbravando territórios e localidades espalhadas de João Pessoa a Rio Branco, seguindo o mesmo roteiro que o vivido pelo segmento cooperativista médico. Hoje, graças ao pioneirismo de Tavares, o Sicredi, outro sistema cooperativista, desponta com brilhantismo, crescendo e multiplicando as sementes plantadas pelo filho da terra do Padre Rolim. </p>



<p>Além de seu trabalho no setor de crédito e de saúde, esse verdadeiro &#8216;bandeirante&#8217; do cooperativismo dedicou-se à formação de novos líderes e empreendedores dentro do movimento cooperativista, promovendo educação cooperativa, ensinando os princípios e valores que fundamentam essa prática, inspirando uma nova geração a seguir seus passos.</p>



<p>Mas  a contribuição desse grande homem não poderia e nem deveria se limitar à iniciativa privada. No serviço público, foi vice-prefeito de João Pessoa no período de 1996 a 2000, Secretário Estadual de Saúde, Superintendente Regional do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), de dentre outros. Aliás, ainda muito jovem, fui impactado pelo secretário que reduziu em 90% a milionária dívida da rede pública hospitalar da Paraíba, retomou e entregou obras de hospitais e unidades de saúde que se encontravam paralisadas, colocou em dia a produtividade dos servidores da Secretaria Estadual de Saúde (SES) e repactuou, de forma inédita, os recursos do SUS com os municípios, estabelecendo um novo desenho da assistência médica e hospitalar no estado. Um feito para quem apenas administrou a mais desafiadora pasta de uma administração por apenas 14 meses! </p>



<p>Homem de palavra firme, gestos largos e atitudes generosas, Dr. Reginaldo ensina todos os dias que a verdadeira riqueza está nas memórias que construímos, no conhecimento que multiplicamos, no amor que compartilhamos e na honestidade com que trilhamos nosso caminho. Seu exemplo ecoa em cada um que tem ou teve o privilégio de conhecê-lo, e seu legado permanecerá para sempre, gravado nos corações daqueles que o amam.</p>



<p>Hoje, ao celebrar essa data tão especial, olhamos para trás com gratidão e para frente com admiração no homem que convence não só com as palavras, mas, especialmente, pelo exemplo. Que venham muitos mais anos de histórias, sorrisos e conquistas. Porque um homem como Reginaldo Tavares de Albuquerque não envelhece, apenas acumula mais motivos para ser celebrado.</p>



<p>Que o Senhor, nosso Deus de Bondade e Misericórdia, o abençoe e o proteja sempre, mestre! Parabéns, Dr. Reginaldo!</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="516" height="640" src="https://www.tanaarea.com.br/site/wp-content/uploads/2025/03/image0-4.jpeg" alt="" class="wp-image-230867" srcset="https://www.tanaarea.com.br/site/wp-content/uploads/2025/03/image0-4.jpeg 516w, https://www.tanaarea.com.br/site/wp-content/uploads/2025/03/image0-4-242x300.jpeg 242w" sizes="(max-width: 516px) 100vw, 516px" /></figure>



<p>* Ivandro Oliveira é jornalista e diretor de Conteúdo do Portal Tá na ÁREA</p>
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		<title>Um governo atropelado pelas próprias ações e palavras; por Ivandro Oliveira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivandro Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 21:33:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As declarações do presidente Lula sobre os preços dos alimentos, sugerindo que os brasileiros deixem de comprar produtos caros para forçar a queda dos preços, geraram controvérsias e podem, de fato, revelar que o mandatário do país está perdendo a capacidade de dialogar e se fazer entender junto a população, algo inimaginável alguns anos atrás, [&#8230;]</p>
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<p>As declarações do presidente Lula sobre os preços dos alimentos, sugerindo que os brasileiros deixem de comprar produtos caros para forçar a queda dos preços, geraram controvérsias e podem, de fato, revelar que o mandatário do país está perdendo a capacidade de dialogar e se fazer entender junto a população, algo inimaginável alguns anos atrás, sobretudo para quem era tido e havido como &#8216;encantador de serpentes&#8217;. </p>



<p>Com desafios na comunicação e na condução de políticas econômicas, o governo petista vem frequentemente sendo surpreendido pelos efeitos práticos de suas próprias declarações e decisões. O caso do <strong>PIX</strong> e agora a questão da <strong>alta dos alimentos</strong> ilustram bem essa dificuldade.</p>



<p>Embora o incentivo ao consumo consciente seja uma prática comum em economias de mercado, a fala do presidente pode ser interpretada como um reconhecimento de que o governo tem encontrado dificuldades para conter a inflação e melhorar o poder de compra da população. Em vez de medidas estruturais para reduzir os custos de produção e distribuição, a solução apresentada foi a mudança de comportamento dos consumidores, o que não resolve os problemas de forma duradoura.</p>



<p>A falta de um ajuste fiscal eficiente e sustentável pode estar contribuindo para a alta dos preços, já que o equilíbrio das contas públicas influencia diretamente a inflação e a confiança do mercado. O governo tem investido em programas sociais e políticas de estímulo econômico, mas enfrenta resistência em implementar cortes de gastos ou reformas que possam melhorar a eficiência do Estado.</p>



<p>Se a intenção de Lula era alertar a população sobre o impacto da demanda nos preços, a mensagem interpretada pelos brasileiros foi justamente outra. A sugestão de que os consumidores simplesmente deixem de comprar pode ser vista como uma forma de terceirizar a responsabilidade pela alta dos preços, atribuindo a população o próprio controle de preços ao invés de apresentar soluções concretas e de longo prazo para o problema.</p>



<p>Esses dois casos, apenas a título exemplificativo, indicam que o governo <strong>não tem conseguido antecipar os impactos de suas próprias ações e falas</strong>, sendo constantemente forçado a <strong>recuar ou reformular posicionamentos</strong>. A falta de um ajuste fiscal sólido, somada a um discurso político muitas vezes desalinhado com a realidade econômica, está corroendo a credibilidade da gestão lulopetista.</p>



<p>E se o governo não apresentar <strong>soluções estruturais para a economia</strong>, como controle dos gastos públicos e estímulos à produção, deverá  enfrentar novos episódios de desgaste político e econômico, prejudicando a governabilidade e rebaixando a sua popularidade, cada dia mais claudicante e sem qualquer perspectiva de salvação.   .    </p>
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