<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Alek Maracajá - Tá na Área</title>
	<atom:link href="https://www.tanaarea.com.br/category/opiniao/alek-maracaja/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.tanaarea.com.br/category/opiniao/alek-maracaja/</link>
	<description>Mais que notícia, informação!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 03 Sep 2025 20:38:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>A Ditadura Invisível dos Algoritmos &#8211; Alek Maracajá</title>
		<link>https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/a-ditadura-invisivel-dos-algoritmos-alek-maracaja/</link>
					<comments>https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/a-ditadura-invisivel-dos-algoritmos-alek-maracaja/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 20:38:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alek Maracajá]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea ##alekmaracaja]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tanaarea.com.br/?p=237171</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entre a HiperConexão e a HiperManipulação Estar conectado o tempo todo não significa estar bem informado. A hiperconexão cobra seu preço: vivemos anestesiados por notificações, presos em bolhas que reforçam apenas o que queremos ouvir. O excesso de informação não esclarece, ele confunde e quem domina os algoritmos, domina também a forma como enxergamos a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/a-ditadura-invisivel-dos-algoritmos-alek-maracaja/">A Ditadura Invisível dos Algoritmos &#8211; Alek Maracajá</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Entre a HiperConexão e a HiperManipulação</p>



<p>Estar conectado o tempo todo não significa estar bem informado. A hiperconexão cobra seu preço: vivemos anestesiados por notificações, presos em bolhas que reforçam apenas o que queremos ouvir. O excesso de informação não esclarece, ele confunde e quem domina os algoritmos, domina também a forma como enxergamos a realidade.</p>



<p>O Brasil não está apenas dividido, está algoritimizado. As redes sociais não entregam a realidade, mas sim versões editadas dela, moldadas por interesses, bolhas e narrativas que alimentam a polarização. Cada feed é um espelho distorcido, programado para reforçar certezas e eliminar dúvidas. Resultado: um país que já não debate ideias, mas defende algoritmos travestidos de verdade.</p>



<p>Na sociedade hiperconectada, compreender os mecanismos que alimentam a desinformação é essencial. Não se trata apenas de política ou comunicação: é uma questão de sobrevivência democrática.</p>



<p>Se não aprendermos a questionar o que consumimos no digital, seremos governados não por líderes, mas por códigos invisíveis. O maior risco não é a polarização em si, mas a nossa incapacidade de perceber que já não escolhemos o que vemos, apenas reagimos ao que nos mostram.</p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/a-ditadura-invisivel-dos-algoritmos-alek-maracaja/">A Ditadura Invisível dos Algoritmos &#8211; Alek Maracajá</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/a-ditadura-invisivel-dos-algoritmos-alek-maracaja/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A guerra invisível que separa famílias e move eleições &#8211; Alek Maracajá</title>
		<link>https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/a-guerra-invisivel-que-separa-familias-e-move-eleicoes/</link>
					<comments>https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/a-guerra-invisivel-que-separa-familias-e-move-eleicoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 14:42:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alek Maracajá]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tanaarea.com.br/?p=236934</guid>

					<description><![CDATA[<p>Algoritmos, bolhas e discursos radicais alimentam um ciclo de intolerância que ameaça a democracia. A polarização política no Brasil atingiu um nível alarmante. Como um veneno que se infiltra em cada conversa, ela tem transformado amigos em inimigos e dividido famílias inteiras. O fenômeno, que se intensificou nos últimos anos, não se restringe mais a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/a-guerra-invisivel-que-separa-familias-e-move-eleicoes/">A guerra invisível que separa famílias e move eleições &#8211; Alek Maracajá</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><br><em>Algoritmos, bolhas e discursos radicais alimentam um ciclo de intolerância que ameaça a democracia.</em></p>



<p>A polarização política no Brasil atingiu um nível alarmante. Como um veneno que se infiltra em cada conversa, ela tem transformado amigos em inimigos e dividido famílias inteiras. O fenômeno, que se intensificou nos últimos anos, não se restringe mais a debates políticos: ele permeia o cotidiano, criando um ambiente tóxico de hostilidade e intolerância.</p>



<p>Trabalhamos com análise de Big Data e, em todos os estudos que realizamos nos últimos seis anos, uma verdade é inegável: a polarização está mais forte do que nunca, alimentada pelo fluxo incessante das redes sociais e pela dinâmica das bolhas digitais. O que antes era um simples embate de ideias se transformou em uma guerra ideológica sem trégua, onde a emoção supera a razão, e a identidade política se sobrepõe às relações humanas.</p>



<p>O crescimento exponencial desse fenômeno a partir de 2018 foi amplificado de forma constante, manipulado pelos algoritmos das plataformas digitais. Do ponto de vista técnico, esses sistemas são programados para maximizar atenção e engajamento. Eles observam nossos cliques, curtidas e interações e, a partir disso, passam a recomendar mais conteúdos semelhantes, reforçando preferências já existentes. Esse processo cria o que chamamos de bolhas digitais: espaços em que vemos apenas aquilo que confirma nossas visões de mundo. À medida que a audiência aumenta, cresce também o compartilhamento, e a sensação de verdade é reforçada sem que analisemos outros pontos de vista. O resultado é um ambiente de validação constante, onde a pluralidade se perde e o debate democrático se transforma em eco.</p>



<p>O que agrava ainda mais esse quadro é o fato de que até mesmo espaços que deveriam ser dedicados à reflexão espiritual como as igrejas foram engolidos pela lógica da polarização. Em muitos púlpitos, a palavra que deveria unir passou a dividir. Sermões que antes falavam de fé e solidariedade hoje trazem contornos de campanha eleitoral, transformando altares em palanques e comunidades em trincheiras políticas. O sagrado se contamina com o mundano, e a espiritualidade cede lugar à disputa de narrativas.</p>



<p>Do ponto de vista filosófico, podemos dizer que vivemos o triunfo do ressentimento. Nietzsche já alertava para o perigo de uma sociedade dominada por paixões reativas, onde o valor do indivíduo é medido não pela criação de algo novo, mas pelo ódio ao outro. Em vez de pontes, construímos muros. Em vez de diálogo, colecionamos inimigos. A polarização social doentia não só destrói a política como envenena o tecido humano que sustenta a vida em comunidade.</p>



<p>Essas e outras questões sobre o impacto do digital na política brasileira são aprofundadas no meu livro “Brasil Digital nas Entrelinhas da Polarização Política: Uma Análise de Big Data de 2017 a 2024”, que já foi lançado e alcançou o reconhecimento de semifinalista no Prêmio Jabuti Acadêmico. A obra mostra como a desinformação e a manipulação algorítmica moldaram o cenário político nos últimos anos, influenciando percepções e direcionando comportamentos. Mais do que uma análise técnica, é um alerta para os desafios que enfrentamos e para a necessidade urgente de reconstruir pontes no debate público.</p>



<p>Alek Maracajá </p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/a-guerra-invisivel-que-separa-familias-e-move-eleicoes/">A guerra invisível que separa famílias e move eleições &#8211; Alek Maracajá</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/a-guerra-invisivel-que-separa-familias-e-move-eleicoes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Maquiavel e a política atual: o príncipe digital do século XXI &#8211; por Alek Maracajá</title>
		<link>https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/maquiavel-e-a-politica-atual-o-principe-digital-do-seculo-xxi-por-alek-maracaja/</link>
					<comments>https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/maquiavel-e-a-politica-atual-o-principe-digital-do-seculo-xxi-por-alek-maracaja/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 21:25:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alek Maracajá]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea ##alekmaracaja]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tanaarea.com.br/?p=236712</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nicolau Maquiavel foi um dos primeiros a tratar a política como ela realmente é. Enquanto muitos idealizavam o poder, ele descreveu o funcionamento real do jogo político. Em O Príncipe, sua obra mais conhecida, ele apresentou um olhar cru sobre o poder, deixando claro que, para governar, é preciso mais do que boas intenções. Mais [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/maquiavel-e-a-politica-atual-o-principe-digital-do-seculo-xxi-por-alek-maracaja/">Maquiavel e a política atual: o príncipe digital do século XXI &#8211; por Alek Maracajá</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nicolau Maquiavel foi um dos primeiros a tratar a política como ela realmente é. Enquanto muitos idealizavam o poder, ele descreveu o funcionamento real do jogo político. Em O Príncipe, sua obra mais conhecida, ele apresentou um olhar cru sobre o poder, deixando claro que, para governar, é preciso mais do que boas intenções. Mais de 500 anos depois, suas ideias continuam vivas. A diferença é que, agora, o palco é digital e os príncipes usam redes sociais em vez de armaduras. Maquiavel enxergou o poder nu. Hoje, vestimos esse mesmo poder com filtros, likes e estratégias de engajamento.</p>



<p>A famosa ideia de que os fins justificam os meios, embora nunca escrita dessa forma exata por ele, representa bem o pensamento maquiavélico. Hoje, vemos campanhas eleitorais que apelam para estratégias emocionais, fake news e manipulação de dados. A ética virou ferramenta de marketing. O que importa é vencer. E quem dita o ritmo não são os filósofos, mas os algoritmos. Na política digital, não vence quem fala mais alto, mas quem entende o silêncio do algoritmo.</p>



<p>Maquiavel também dizia que é mais seguro ser temido do que amado. Olhando ao redor, não faltam exemplos de líderes que preferem se impor pelo medo. Criam inimigos, falam para bolhas, alimentam conflitos e se fortalecem com a polarização. O medo é combustível. Ele movimenta multidões, principalmente quando se constrói uma ameaça comum.</p>



<p>Outro ponto central: o governante precisa parecer virtuoso, mesmo que não seja. A política da aparência, hoje, é regra. Perfis bem cuidados, vídeos emocionais, frases ensaiadas. O discurso é calculado. A imagem é moldada com precisão. Mas o bastidor, quase sempre, segue outra lógica. A diferença entre o que se diz e o que se faz é muitas vezes abissal. O príncipe do século XXI não conquista territórios. Ele conquista narrativas.</p>



<p>Maquiavel entendia que o apoio popular é volátil. E nunca foi tão instável quanto agora. A popularidade nas redes pode explodir de manhã e evaporar à tarde. As narrativas mudam rápido, o engajamento precisa ser constante e a disputa pela atenção é permanente. A fidelidade foi trocada pela viralização.</p>



<p>Ele também escreveu que quem engana sempre encontrará quem se deixe enganar. Essa frase poderia estar em qualquer debate sobre fake news. A desinformação virou uma arma poderosa. E há um público que prefere ser enganado, desde que a mentira reforce sua visão de mundo.</p>



<p>Maquiavel não foi um vilão. Foi um observador realista. E talvez por isso seja tão atual. O príncipe de hoje sabe que precisa controlar a narrativa, entender o sentimento da multidão e manter a própria imagem no jogo. A política mudou de forma, mas não de essência. Ainda é sobre poder, percepção e permanência.</p>



<p>A política continua sendo o que sempre foi. A diferença é que agora tudo acontece em tempo real. E quem domina a atenção, domina o poder.</p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/maquiavel-e-a-politica-atual-o-principe-digital-do-seculo-xxi-por-alek-maracaja/">Maquiavel e a política atual: o príncipe digital do século XXI &#8211; por Alek Maracajá</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/maquiavel-e-a-politica-atual-o-principe-digital-do-seculo-xxi-por-alek-maracaja/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Alek Maracajá é semifinalista do Prêmio Jabuti Acadêmico com o livro Brasil Digital</title>
		<link>https://www.tanaarea.com.br/brasil/alek-maracaja-e-semifinalista-do-premio-jabuti-academico-com-o-livro-brasil-digital/</link>
					<comments>https://www.tanaarea.com.br/brasil/alek-maracaja-e-semifinalista-do-premio-jabuti-academico-com-o-livro-brasil-digital/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 11:43:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alek Maracajá]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tanaarea.com.br/?p=236132</guid>

					<description><![CDATA[<p>Obra analisa o impacto do Big Data e das redes sociais na polarização política brasileira entre 2017 e 2024 O pesquisador, professor e especialista em dados Alek Maracajá foi anunciado nesta segunda-feira (14) como semifinalista da 2ª edição do Prêmio Jabuti Acadêmico, promovido pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), com seu livro Brasil Digital: nas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/brasil/alek-maracaja-e-semifinalista-do-premio-jabuti-academico-com-o-livro-brasil-digital/">Alek Maracajá é semifinalista do Prêmio Jabuti Acadêmico com o livro Brasil Digital</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><br><em>Obra analisa o impacto do Big Data e das redes sociais na polarização política brasileira entre 2017 e 2024</em></p>



<p>O pesquisador, professor e especialista em dados Alek Maracajá foi anunciado nesta segunda-feira (14) como semifinalista da 2ª edição do Prêmio Jabuti Acadêmico, promovido pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), com seu livro Brasil Digital: nas entrelinhas da polarização política. O anúncio ocorreu durante a 77ª Reunião Anual da SBPC, em Recife (PE).</p>



<p>Com uma abordagem inovadora, a obra apresenta uma análise aprofundada sobre como os dados públicos, os algoritmos e as redes sociais moldaram a opinião pública brasileira ao longo de sete anos, passando por temas como fake news, comportamento digital, ética da informação e campanhas eleitorais. O estudo é sustentado por cruzamentos de Big Data, análise de sentimento e monitoramento de milhões de menções coletadas nas redes sociais.</p>



<p>Publicado pela editora Diálogo Institucional, Brasil Digital foi selecionado entre mais de 2 mil livros inscritos, sendo avaliado por um corpo de jurados formado por especialistas de todo o país. A obra concorre na categoria Ciência e Cultura, e foi reconhecida por sua contribuição à compreensão crítica da sociedade conectada.</p>



<p>Segundo Alek Maracajá, o livro é fruto de anos de observação e pesquisa prática no ambiente digital brasileiro. “Minha missão foi transformar dados em interpretação estratégica. O Brasil não é mais apenas governado por decisões políticas, mas também por impulsos algorítmicos”, afirma o autor, que também atua como presidente da ABRADi-PB e fundador da Ativaweb, empresa especializada em inteligência de dados.</p>



<p>A próxima etapa do prêmio será a divulgação dos cinco finalistas de cada categoria no dia 22 de julho. Já a cerimônia de premiação está marcada para o dia 5 de agosto, no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo.</p>



<p>Alek encerra com uma provocação:<br>“O poder não está apenas em quem fala mais alto, mas em quem interpreta melhor os dados.”</p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/brasil/alek-maracaja-e-semifinalista-do-premio-jabuti-academico-com-o-livro-brasil-digital/">Alek Maracajá é semifinalista do Prêmio Jabuti Acadêmico com o livro Brasil Digital</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.tanaarea.com.br/brasil/alek-maracaja-e-semifinalista-do-premio-jabuti-academico-com-o-livro-brasil-digital/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Revolução dos Bichos Digitais</title>
		<link>https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/a-revolucao-dos-bichos-digitaiscomo-trocamos-a-liberdade-pela-ilusao-de-sermos-vistos-e-nao-percebemos-que-viramos-gado-de-algoritmo/</link>
					<comments>https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/a-revolucao-dos-bichos-digitaiscomo-trocamos-a-liberdade-pela-ilusao-de-sermos-vistos-e-nao-percebemos-que-viramos-gado-de-algoritmo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 15:29:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alek Maracajá]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea ##alekmaracaja]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tanaarea.com.br/?p=235870</guid>

					<description><![CDATA[<p>Às vezes me pergunto se não estamos vivendo uma nova versão da fazenda de George Orwell. Só que, em vez de animais rebelando-se contra os humanos, agora somos nós entregando nossos dados, nossa rotina e nossa intimidade todos os dias às plataformas. Ninguém mais precisa nos vigiar. Nos vigiamos sozinhos. Nos filmamos, nos expomos, nos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/a-revolucao-dos-bichos-digitaiscomo-trocamos-a-liberdade-pela-ilusao-de-sermos-vistos-e-nao-percebemos-que-viramos-gado-de-algoritmo/">A Revolução dos Bichos Digitais</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Às vezes me pergunto se não estamos vivendo uma nova versão da fazenda de George Orwell. Só que, em vez de animais rebelando-se contra os humanos, agora somos nós entregando nossos dados, nossa rotina e nossa intimidade todos os dias às plataformas. Ninguém mais precisa nos vigiar. Nos vigiamos sozinhos. Nos filmamos, nos expomos, nos vendemos. Voluntariamente.</p>



<p>No começo da internet, a promessa era bonita. Seríamos livres, todos com voz, com espaço, com oportunidade. A rede era o lugar onde qualquer um poderia falar, ser visto, ser alguém. Mas o que era para ser revolução virou palco. E o palco exige performance.</p>



<p>Hoje percebo que repetimos o roteiro da Revolução dos Bichos, mas com outros figurinos. Os porcos ainda estão no comando. Só que agora usam ternos de grife, vendem fórmulas mágicas e escrevem os códigos dos algoritmos. Eles decidiram que tipo de conteúdo merece existir. Eles definem quem é visto, quem é ignorado e quem será silenciado.</p>



<p>No livro, o cavalo Sansão dizia: “trabalharei mais”. Hoje, vejo Sansões digitais por todos os lados. Gente que acorda, grava stories, responde comentários, grava vídeos, faz reels, publica opiniões. Cansados, mas sem poder parar. Viciados no próximo alcance. Dependentes do próximo engajamento. Sem tempo de respirar. Sansão só queria ser útil. A gente também. Só que na lógica da internet, ser útil é ser visível. E quando a visibilidade acaba, você é substituído. Simples assim.</p>



<p>As ovelhas, que só repetiam palavras de ordem, hoje repetem trends, hashtags e discursos prontos. Não porque sejam burras. Mas porque o sistema foi feito para isso. Pensar dá trabalho. Questionar tira seguidores. O algoritmo não premia a dúvida. Ele alimenta certezas prontas, frases virais e indignações instantâneas.</p>



<p>E eu me pergunto: quanto vale a nossa paz? Quanto custa a nossa privacidade?</p>



<p>Estamos entregando tudo. A rotina. O sofrimento. As alegrias. Os filhos. O café da manhã. O luto. A briga no casamento. O cansaço. A ansiedade. Tudo vira conteúdo. Tudo pode e deve ser postado. Como se a vida só tivesse valor quando convertida em cliques.</p>



<p>Mas não é só isso. A exposição nos fragiliza. Nos torna alvos fáceis para crimes digitais, perseguições, manipulações emocionais, golpes, deepfakes, vazamentos. O que antes era íntimo agora é capital. O que era nosso virou dado. O que era silêncio virou barulho.</p>



<p>E no meio disso tudo, a pergunta que me persegue: será que ainda somos donos de nós mesmos?</p>



<p>Não sou contra a tecnologia. Vivo dela. Pesquiso, ensino, acompanho de perto a transformação digital. Mas talvez justamente por isso eu consiga enxergar com mais nitidez o que estamos perdendo. Não se trata de abandonar a internet, mas de usá-la com consciência. Não se trata de demonizar as redes, mas de entender que há vida fora delas e que essa vida precisa ser preservada.</p>



<p>A privacidade virou resistência. O silêncio virou autocuidado. E não postar tudo é um ato de inteligência.</p>



<p>Orwell nos alertou que revoluções podem ser traídas. E quando percebo que trocamos a liberdade de sermos por uma obrigação constante de parecermos, eu entendo que a nossa revolução também foi sequestrada.</p>



<p>Talvez seja hora de escrevermos um novo manifesto. Um manifesto onde não é preciso expor tudo para existir. Onde menos é mais. Onde a presença importa mais que a performance.</p>



<p>Porque no fim das contas, ninguém foi feito para viver em vitrine. Nenhum coração aguenta ser algoritmo. Nenhuma alma floresce sob a luz fria do engajamento.</p>



<p>A vida real acontece quando o celular está virado para baixo.<br>A conexão mais poderosa ainda é a do olhar direto, da escuta sincera, do abraço que não precisa de legenda.</p>



<p>O que nos torna humanos não é quantas pessoas nos veem. É o que somos quando ninguém está olhando.</p>



<p>Que a próxima revolução não seja sobre visibilidade, mas sobre verdade.<br>E que nessa nova fazenda, a gente tenha coragem de sair do curral e voltar a ser gente.</p>



<p>Por Alek Maracajá Professor ESPM, Pesquisador e autor do Livro Brasil Digital</p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/a-revolucao-dos-bichos-digitaiscomo-trocamos-a-liberdade-pela-ilusao-de-sermos-vistos-e-nao-percebemos-que-viramos-gado-de-algoritmo/">A Revolução dos Bichos Digitais</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/a-revolucao-dos-bichos-digitaiscomo-trocamos-a-liberdade-pela-ilusao-de-sermos-vistos-e-nao-percebemos-que-viramos-gado-de-algoritmo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Com Xandão vice, Bolsonaro transformou STF em palco digital</title>
		<link>https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/com-xandao-vice-bolsonaro-transformou-stf-em-palco-digital/</link>
					<comments>https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/com-xandao-vice-bolsonaro-transformou-stf-em-palco-digital/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ivandro Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 17:12:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alek Maracajá]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tanaarea.com.br/?p=235361</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Os plenários ainda acreditam no discurso completo. As redes só consomem o corte. E é no corte que se vence a guerra da atenção.” Durante seu depoimento no Supremo Tribunal Federal nesta terça-feira (10), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) diante de Xandão deu mais uma aula que fingem muitos ainda não ver sobre como se [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/com-xandao-vice-bolsonaro-transformou-stf-em-palco-digital/">Com Xandão vice, Bolsonaro transformou STF em palco digital</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>“Os plenários ainda acreditam no discurso completo. As redes só consomem o corte. E é no corte que se vence a guerra da atenção.” Durante seu depoimento no Supremo Tribunal Federal nesta terça-feira (10), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) diante de Xandão deu mais uma aula que fingem muitos ainda não ver sobre como se joga o jogo real da política atual: não é no plenário, não é no voto é no corte e no viral.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Xandão x Bolsonaro</h3>



<p>O convite provocativo feito ao ministro Alexandre de Moraes, sugerindo que fosse seu candidato a vice em 2026, com direito a “manda as imagens das manifestações”, não foi um deslize, um improviso ou uma bravata. Foi um movimento cirúrgico de marketing político de rede. E funcionou.</p>



<p>O recorte do momento, em vídeo curto, até as 20h do mesmo dia já tinha acumulado mais de 23,3 milhões de interações (curtidas, visualizações, compartilhamentos) nas plataformas da Meta e no X (antigo Twitter). Palavras como #MoraesVice, #XandãoMeuVice, #mito, #circo, #vergonha e #eleVem2026 tomaram os trending topics enquanto a cena viralizava em grupos de WhatsApp e bolhas digitais da direita.</p>



<p>Nada disso é novo. Bolsonaro, mais do que qualquer outro político brasileiro, entendeu que no mundo da política digitalizada o que vale não é o discurso completo é o corte que cabe em 15 segundos. Ele já fez isso em lives, em debates, em CPIs e agora em um depoimento no STF.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img decoding="async" src="https://storage.googleapis.com/br_mynews_site/2025/06/407b07c1-whatsapp-image-2025-06-11-at-08.25.24-400x368.jpeg" alt="" class="wp-image-55220"/></figure>



<p></p>



<p>A lógica é simples: criar um momento performático e emocional; deixar o ambiente armado para que os aliados cortem e espalhem; gerar indignação na bolha adversária (que amplifica ainda mais o alcance); reforçar identificação com o público-base (que consome e replica o conteúdo com orgulho).</p>



<p>Pablo Marçal usou essa mesma fórmula em 2024 nos debates eleitorais. Bolsonaro aperfeiçoou. Ele não foi depor: ele foi gerar clipe. E quem não entende isso ainda acredita que política se vence só com estratégia de comunicação institucional.</p>



<p>A Ativaweb monitorou o episódio em tempo real. A performance do conteúdo foi explosiva: 23.347.998 interações combinadas em Meta + X em menos de 12 horas. Predomínio de sentimento irônico (30%) e negativo / polarizador (55%), com apenas 15% de sentimento genuinamente positivo (vindo de bolhas bolsonaristas). Os termos mais impulsionados foram #MoraesVice, #XandãoMeuVice, #mito, #circo, #vergonha e #eleVem2026.</p>



<p>“Quem domina os cortes, domina a emoção da bolha. E quem controla a emoção, dita o fluxo das redes”, analisa Alek Maracajá.</p>



<p>Enquanto boa parte da política institucional ainda acredita que “responder com nota oficial”, “dar entrevista coletiva” ou “apostar no racional” basta, a nova política da era digital joga outro jogo: o da emoção, do corte, do clipe que viraliza.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img decoding="async" src="https://storage.googleapis.com/br_mynews_site/2025/06/bdbcfd5c-whatsapp-image-2025-06-11-at-08.26.04-400x303.jpeg" alt="" class="wp-image-55221"/></figure>



<p>Fonte: Mynews</p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/com-xandao-vice-bolsonaro-transformou-stf-em-palco-digital/">Com Xandão vice, Bolsonaro transformou STF em palco digital</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.tanaarea.com.br/opiniao/alek-maracaja/com-xandao-vice-bolsonaro-transformou-stf-em-palco-digital/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Política Está Morrendo. E o Culpado Tem Nome: Algoritmo</title>
		<link>https://www.tanaarea.com.br/tecnologia/a-politica-esta-morrendo-e-o-culpado-tem-nome-algoritmo/</link>
					<comments>https://www.tanaarea.com.br/tecnologia/a-politica-esta-morrendo-e-o-culpado-tem-nome-algoritmo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 23:03:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alek Maracajá]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea ##alekmaracaja]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tanaarea.com.br/?p=233665</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Alek Maracajá A política, que um dia se fez no calor da praça pública e no embate de ideias, hoje agoniza diante da frieza dos dados. A digitalização trouxe alcance e velocidade, mas também entregou a mediação do debate a plataformas que priorizam engajamento, não argumentação. É nesse cenário que o livro Big Tech: [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/tecnologia/a-politica-esta-morrendo-e-o-culpado-tem-nome-algoritmo/">A Política Está Morrendo. E o Culpado Tem Nome: Algoritmo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><br>Por Alek Maracajá</p>



<p>A política, que um dia se fez no calor da praça pública e no embate de ideias, hoje agoniza diante da frieza dos dados. A digitalização trouxe alcance e velocidade, mas também entregou a mediação do debate a plataformas que priorizam engajamento, não argumentação.</p>



<p>É nesse cenário que o livro Big Tech: A Ascensão dos Dados e a Morte da Política, de Evgeny Morozov, se torna leitura essencial. Ele denuncia o solucionismo tecnológico, a falsa ideia de que problemas sociais podem ser resolvidos apenas com dados e eficiência. Ao aplicar essa lógica à política, criamos um paradoxo perigoso: o debate democrático é substituído por decisões algorítmicas, rápidas e opacas.</p>



<p>O algoritmo não debate, ele decide. E quando os dados tomam o lugar do diálogo, a democracia perde a voz.</p>



<p>No Brasil, a situação é ainda mais grave. A polarização digital criou bolhas ideológicas alimentadas por sistemas que recompensam a radicalização. A disputa por atenção virou espetáculo. E o ódio, infelizmente, engaja mais do que propostas.</p>



<p>Na lógica das plataformas, o que viraliza não é o que é verdadeiro, mas o que te mantém indignado.</p>



<p>Em minha obra Brasil Digital nas Entrelinhas da Polarização Política, mostro como as redes deixaram de ser ferramentas de expressão e viraram campos de manipulação emocional. A desinformação não é acidente, é estratégia.</p>



<p>A política não pode ser reduzida a cliques e curtidas. Quem governa pela métrica abdica do projeto e abraça o espetáculo.</p>



<p>Precisamos urgentemente recolocar a política no centro. Regular plataformas, sim. Mas, acima de tudo, resgatar o valor do debate público, com divergência, humanidade e responsabilidade.</p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/tecnologia/a-politica-esta-morrendo-e-o-culpado-tem-nome-algoritmo/">A Política Está Morrendo. E o Culpado Tem Nome: Algoritmo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.tanaarea.com.br/tecnologia/a-politica-esta-morrendo-e-o-culpado-tem-nome-algoritmo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brasil Digital: Conectividade avança, mas universidades públicas são o motor da transformação real</title>
		<link>https://www.tanaarea.com.br/politica/brasil-digital-conectividade-avanca-mas-universidades-publicas-sao-o-motor-da-transformacao-real/</link>
					<comments>https://www.tanaarea.com.br/politica/brasil-digital-conectividade-avanca-mas-universidades-publicas-sao-o-motor-da-transformacao-real/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 May 2025 20:31:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alek Maracajá]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tanaarea.com.br/?p=233549</guid>

					<description><![CDATA[<p>Enquanto Celebram o 5G, 29 Milhões Ainda Estão Fora da Internet Por Alek Maracajá Neste 17 de maio, Dia Mundial da Internet, o Brasil tem motivos para celebrar, mas também razões para refletir. Avançamos em números de acesso, mas ainda estamos longe de garantir uma conectividade que transforme de fato a vida das pessoas e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/politica/brasil-digital-conectividade-avanca-mas-universidades-publicas-sao-o-motor-da-transformacao-real/">Brasil Digital: Conectividade avança, mas universidades públicas são o motor da transformação real</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Enquanto Celebram o 5G, 29 Milhões Ainda Estão Fora da Internet</em></p>



<p>Por Alek Maracajá</p>



<p>Neste 17 de maio, Dia Mundial da Internet, o Brasil tem motivos para celebrar, mas também razões para refletir. Avançamos em números de acesso, mas ainda estamos longe de garantir uma conectividade que transforme de fato a vida das pessoas e o ambiente de negócios.</p>



<p>Em 2005, apenas 13% dos domicílios urbanos brasileiros tinham acesso à internet. Em 2024, esse número saltou para 85%, segundo a pesquisa TIC Domicílios do&nbsp;<a href="http://cetic.br/">Cetic.br</a>. Foi um crescimento expressivo, impulsionado principalmente pelas classes C, D e E. No entanto, ainda estamos diante de um país dividido: apenas 22% da população possui o que se chama de conectividade significativa aquela que garante qualidade de conexão, múltiplos dispositivos e uso constante com impacto social e produtivo.</p>



<p>A conectividade também varia conforme a região. Segundo o&nbsp;<a href="http://cetic.br/">Cetic.br</a>:<br>• Centro-Oeste: 95,4% dos domicílios com internet<br>• Sudeste: 94,1%<br>• Sul: 93,5%<br>• Norte: 90,4%<br>• Nordeste: 89,1%</p>



<p>São números que mostram avanços, mas também revelam as persistentes desigualdades. O Brasil ainda tem cerca de 29 milhões de pessoas desconectadas, e grande parte da população das periferias urbanas e áreas rurais enfrenta dificuldades com velocidade, estabilidade e custo do serviço. Além disso, 34% da população segue em níveis baixos de conectividade.</p>



<p>A chegada do 5G tem sido um marco. Em 2024, o número de assinantes ultrapassou 20 milhões, dobrando em relação a 2023. Capitais como João Pessoa, Recife, Curitiba e Salvador já experimentam melhorias significativas em mobilidade e estabilidade digital. Mas a cobertura nacional ainda enfrenta desafios não basta ter o sinal ativado, é preciso infraestrutura, aparelhos compatíveis e políticas de inclusão.</p>



<p>“O acesso cresceu, mas a capacidade de transformar dados em desenvolvimento ainda é privilégio de poucos. O próximo salto não será apenas técnico, será educacional e estratégico.” Alek Maracajá</p>



<p>Se a conectividade é o desafio, as universidades públicas estão se consolidando como a resposta. Em seus laboratórios, centros de pesquisa e polos EMBRAPII, estão nascendo soluções tecnológicas que impulsionam não só a ciência, mas a economia, a indústria e a sustentabilidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O Nordeste como território de inovação e protagonismo digital</h4>



<p>Embora enfrente desafios históricos em infraestrutura, o Nordeste tem se destacado nacionalmente pelo protagonismo em ciência, tecnologia e inovação. Cidades como Salvador, Fortaleza, João Pessoa, Campina Grande e Recife são referências nacionais em conectividade urbana, polos tecnológicos e soluções digitais.</p>



<p>Salvador lidera o ranking de cidades inteligentes e conectadas do Nordeste e figura entre as dez mais inovadoras do Brasil, segundo o estudo Connected Smart Cities 2024. Fortaleza é um hub internacional de cabos submarinos de fibra óptica. João Pessoa se destaca por sua política de acesso público à internet e eventos internacionais de robótica. Campina Grande é conhecida como o Vale do Silício brasileiro. E Recife, com o Porto Digital, segue sendo um dos principais parques tecnológicos da América Latina.</p>



<p>“O Nordeste deixou de ser apenas território de futuro: hoje é solo fértil de inovação, onde ciência, tecnologia e criatividade brotam com força e transformam realidades.” Alek Maracajá</p>



<p>Na Universidade Federal da Paraíba, a unidade EMBRAPII do CEAR realiza projetos em energias renováveis e mobilidade elétrica com empresas como Huawei e Rio Alto. Em Pernambuco, a UFPE se destaca com o Centro de Informática e o I-LITPEG, que juntos somam mais de R$ 460 milhões investidos em soluções veiculares, modelagem de reservatórios e transição energética.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Universidades que movimentam bilhões e moldam o futuro</h4>



<p>Na Universidade Federal de Uberlândia, o laboratório LTAD e a unidade EMBRAPII FEMEC já captaram mais de R$ 60 milhões em parcerias com Petrobras, Usiminas e GM. Na UFG, os laboratórios multiusuários e o CEIA atuam em inteligência artificial com mais de R$ 50 milhões investidos. A UFSC ampliou sua unidade EMBRAPII POLO com R$ 18 milhões focados em descarbonização e vibração industrial. Já a UFRJ, em seu Parque Tecnológico, abriga gigantes como Halliburton, Siemens e GE, somando R$ 250 milhões em pesquisa aplicada.</p>



<p>A UFABC mantém mais de 100 convênios com empresas como Honda, Nestlé e IBM. A UTFPR destaca-se com o LAMIA em robótica e sensores inteligentes.</p>



<p>Ao todo, as unidades EMBRAPII já movimentaram mais de R$ 2,3 bilhões em projetos com empresas privadas 67% deles com micro e pequenas empresas. O que mostra que, além de gerar conhecimento, as universidades também movimentam o ecossistema de inovação e desenvolvimento econômico.</p>



<p>“Num mundo hiperconectado, não basta estar online. É preciso estar preparado. E ninguém prepara melhor o Brasil para o futuro do que as universidades públicas e seus laboratórios de inovação.” Alek Maracajá</p>



<p>Em um país ainda marcado pela exclusão digital e pelas desigualdades regionais, é nas universidades públicas que se planta o futuro. O Brasil já avançou muito. Mas para conectar todos com qualidade, equidade e propósito, ciência, dados e vontade política precisam andar juntos.</p>



<p>WSCOM</p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/politica/brasil-digital-conectividade-avanca-mas-universidades-publicas-sao-o-motor-da-transformacao-real/">Brasil Digital: Conectividade avança, mas universidades públicas são o motor da transformação real</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.tanaarea.com.br/politica/brasil-digital-conectividade-avanca-mas-universidades-publicas-sao-o-motor-da-transformacao-real/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Camisa vermelha: quando o marketing político veste a seleção e atinge o Planalto</title>
		<link>https://www.tanaarea.com.br/brasil/camisa-vermelha-quando-o-marketing-politico-veste-a-selecao-e-atinge-o-planalto/</link>
					<comments>https://www.tanaarea.com.br/brasil/camisa-vermelha-quando-o-marketing-politico-veste-a-selecao-e-atinge-o-planalto/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 21:23:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alek Maracajá]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[#tanaarea ##alekmaracaja]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tanaarea.com.br/?p=232604</guid>

					<description><![CDATA[<p>Foi só uma cor? Um erro simbólico? Ou uma estratégia calculada para reacender a polarização? A nova camisa vermelha da seleção brasileira caiu como uma bomba no imaginário político do país e pode muito bem ter sido usada como gatilho por setores da própria direita para minar o presidente Lula e desgastar o governo. Num [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/brasil/camisa-vermelha-quando-o-marketing-politico-veste-a-selecao-e-atinge-o-planalto/">Camisa vermelha: quando o marketing político veste a seleção e atinge o Planalto</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Foi só uma cor? Um erro simbólico? Ou uma estratégia calculada para reacender a polarização? A nova camisa vermelha da seleção brasileira caiu como uma bomba no imaginário político do país e pode muito bem ter sido usada como gatilho por setores da própria direita para minar o presidente Lula e desgastar o governo.</p>



<p>Num Brasil onde “Nossa bandeira jamais será vermelha” virou lema de resistência conservadora, lançar um uniforme nessa cor, sem uma explicação institucional forte, serviu como isca perfeita. O resultado foi imediato: debates ideológicos tomaram as redes, inflamando as bolhas e desviando o foco de temas muito mais relevantes.</p>



<p>Enquanto a pauta nacional deveria discutir inflação, saúde, educação ou mesmo crises internacionais, o Brasil mergulhou numa guerra simbólica de cores e identidades.</p>



<p>O ciclo se repete:<br>1. Um gatilho visual (a camisa)<br>2. A ativação das bolhas (esquerda defende, direita reage, centro ironiza)<br>3. O aumento do engajamento e o redirecionamento do debate público<br>4. E no final, o enfraquecimento da atenção coletiva sobre os temas estruturais do país</p>



<p>“No Brasil, até uma cor pode virar estratégia de desestabilização. A camisa vermelha não foi apenas uma peça esportiva, virou munição ideológica para acuar o governo e alimentar trincheiras digitais.”</p>



<p>Alek Maracajá </p>
<p>O post <a href="https://www.tanaarea.com.br/brasil/camisa-vermelha-quando-o-marketing-politico-veste-a-selecao-e-atinge-o-planalto/">Camisa vermelha: quando o marketing político veste a seleção e atinge o Planalto</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tanaarea.com.br">Tá na Área</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.tanaarea.com.br/brasil/camisa-vermelha-quando-o-marketing-politico-veste-a-selecao-e-atinge-o-planalto/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
