O ex-prefeito de Baraúna, Adilson Azevedo de 63 anos, que matou o filho por engano, não tinha porte e nem registro da arma que usou no crime. As informações são do delegado Jorge Luís, responsável pelo caso.
Adilson se apresentou à polícia e prestou depoimento nesta terça-feira (13). Durante o depoimento ele entregou arma, um revólver calibre 38. Adilson alegou que já havia sido assaltado e, por isso, quando escutou o barulho no portão da casa dele sendo violado, se preparou para atirar sem saber que a vítima era o próprio filho.
Ele não foi autuado e vai responder pelo crime em liberdade, já que se apresentou à polícia. Ele foi liberado para comparecer ao velório do filho.
O velório de Alysson acontece no ginásio Joselito de Oliveira. Já o sepultamento dele está marcado para as 17h da quarta-feira (14) e deve acontecer no cemitério municipal de Baraúna.
Alysson Azevedo também ex-prefeito da cidade, foi morto nesta segunda-feira (12), após tentar apagar um princípio de incêndio na casa do pai, e foi confundido com um assaltante.




