O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Kassio Nunes Marques, declarou neste domingo (4) que não há “nenhum indicativo” de interferência internacional nas eleições de 2026.
Segundo o ministro, as equipes responsáveis pelo monitoramento de riscos internacionais não identificaram qualquer ameaça relacionada ao pleito. Ele afirmou ainda que não há relatos da PF (Polícia Federal), da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) ou de outros setores que trabalham em parceria com o TSE sobre possíveis ameaças.
Kassio disse também que os relatórios não apontam riscos relacionados ao crime organizado ou à possibilidade de atentados, apesar de notícias sobre o assunto terem circulado na internet.
“Os nossos relatórios não apontam nenhum tipo de risco internacional ou do crime organizado, como fizeram circular com algumas ameaças e possibilidades de atentados. Não recebemos nenhum indicativo concreto disso até o momento, e é fato que, até o momento, não ocorreu nada”, afirmou em entrevista a jornalistas.
A especulação sobre uma possível interferência internacional começou a circular após as embaixadas dos Estados Unidos e da Austrália interromperem os serviços consulares na última sexta-feira (2). Os comunicados das duas representações diplomáticas informaram que a decisão foi tomada por questões de segurança.




