Críticas do STF no enterro da CPMI lembram ‘descondenações’ na Lava Jato

Foto: EBC

Impressionaram as intervenções dos ministros de sempre do STF, nesta quinta-feira (26), atacando os que dedicaram meses de suas vidas investigando na CPMI do INSS os suspeitos de roubar de mais de R$10 bilhões de aposentados e pensionistas. Muitos dos suspeitos tinham fortes ligações políticas, como o irmão e um filho de Lula (PT). O julgamento de ontem fez lembrar os ataques desferidos contra supostos “abusos” da Lava Jato, levando à anulação da operação que lavava a alma do Brasil.

A desconstrução da Lava Jato levou à descondenação até de corruptos confessos e de quem admitiu haver pagado propinas a agentes públicos.

Ataques à CPMI fazem prever, para a cúpula da comissão, que Careca do INSS e cia. podem ter esperança em futuras “descondenações”.

A CPMI do INSS foi morta a enterrada, para alegria dos investigados, apesar de não haver acabado em pizza.

Esperava-se em um tribunal tão importante elogios ao fato de a CPMI haver revelado dezenas de ladrões, indiciado 228 e levado 14 à prisão. Mas, não, muito pelo contrários, parecia mesmo um julgamento em defesa dos próprios ministros, implicados em outro escândalo, o do Banco Master.

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