O empresariado entrou em campo contra o fim da escala 6×1. Um manifesto assinado por cem entidades, como FIESP e CNI, foi apresentado a deputados durante um almoço e, depois, entregue ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
O grupo argumentou que a mudança via PEC agora pode ampliar a informalidade e defendeu que é essencial adiar a discussão para depois das eleições, com mais tempo para debate.
O movimento tenta remar contra o calendário. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), já sinalizou levar o texto ao plenário em maio — e, nos cálculos dos parlamentares, com altas chances de aprovação.




