A cada 34 horas, uma pessoa LGBTQIA+ foi morta no Brasil em 2025, de acordo com um levantamento do Observatório do Grupo Gay da Bahia (GGB).
Foram 257 casos notificados ao longo do último ano entre homicídios, latrocínios e outras causas. O número representa uma queda de 12% nas mortes violentas, em comparação às 291 relatadas no ano anterior.
A entidade alerta para a subnotificação de casos e falta de informação sobre crimes cometidos contra a comunidade. Entre as vítimas estão 156 gays, 46 mulheres trans e 18 travestis.
O Nordeste lidera entre as regiões mais violentas, com 66 mortes, seguido por Sudeste (48) e Centro-Oeste (33).




