Efraim Filho, Daniella e Veneziano devem votar em Pacheco na eleição do Senado

O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) deve receber os votos dos 3 senadores da bancada paraibana na eleição que pode consagrar sua reeleição. Com Veneziano Vital do Rêgo (MDB) indicado pelo partido dele novamente para a primeira vice-presidência da Casa, a chapa do parlamentar mineiro também tem o apoio de Daniella Ribeiro (PSD) e de Efraim Filho, cujo partido, o União Brasil, já contabiliza o voto.

Uma reportagem publicada em O Globo, nesta quarta-feira (1º), traz essa informação e lembra que Efraim Filho foi contemplado com a indicação de um cargo no governo Lula. Este fato, vale ressaltar, descontentou os petistas paraibanos porque o indicado para comandar os Correios e Telégrafos no Estado é conhecido por ser apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), derrotado nas urnas por Lula (PT). Efraim, porém, alega que a pessoa indicada por ele é um quadro técnico, originário das fileiras da própria empresa. Ele não garantiu, pelo menos não oficialmente, o voto em Pacheco ainda.

O Plenário do Senado tem reuniões marcadas para esta quarta (1º) e quinta-feira (2) para eleger a nova Mesa, composta por presidente, dois vice-presidentes e quatro secretários com respectivos suplentes. A escolha ocorrerá após a posse dos 27 senadores eleitos em outubro, o equivalente a um terço do senado, de acordo com procedimentos definidos pelo Regimento Interno.

Já convocadas pelo atual presidente, senador Rodrigo Pacheco, a primeira reunião preparatória, para a posse dos parlamentares, será na quarta-feira (1º) às 15h. Em seguida será aberta a segunda reunião preparatória para a eleição do presidente do Senado. Se houver a concordância de pelo menos um terço dos senadores (27), ainda na quarta-feira serão escolhidos os demais membros da Mesa: primeiro e segundo-vice-presidentes e primeiro, segundo, terceiro e quarto-secretários com seus suplentes. Sem o acordo, a eleição para a Mesa ficará para uma nova reunião preparatória prevista para quinta-feira (2), às 10h.

A votação, que é secreta, deve ter a presença da maioria absoluta dos parlamentares, ou seja, 41 senadores, mesmo número necessário para a escolha do presidente.

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